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Confira algumas dicas que podem ajudar na hora de comprar material escolar

À volta às aulas está próximo, e durante esse período, os pais vão se preparando para as compras dos materiais escolares. O que pode ser uma tarefa difícil, levando em consideração a variedade de produtos  disponíveis no mercado.

Segundo Dr. Carlos Estevão, professor do curso de economia da Universidade Federal do Acre (UFAC), os consumidores sempre se deparam no início de cada ano com maiores necessidades de recursos. Isso se deve aos gastos com as festas que são realizadas durante o fim de ano, além dos gastos que ocorrem no começo do ano como, por exemplo, escola dos filhos, IPTU e IPVA.

Ele destaca que é preciso ter atenção redobrada com as finanças pessoais, não apenas no início do ano mais sistematicamente ao longo de todo ele.

A sugestão é se planejar e isso, segundo ele, é uma tarefa simples, mas que poucos a executam, por não ter o hábito.

Outra boa ideia é montar uma lista parcial daquilo que será necessário para o uso do aluno em sala de aula, diminuindo assim, a possibilidades de gastos desnecessários.

Escrever, colocar no papel as despesas de forma detalhada evita problemas futuros. Vale aos pais ficarem de olho nas melhores formas de pagamento, no caso de compras no crédito, para não se endividar, afinal ninguém quer começar o ano com o nome negativado!

Realizem pesquisas de preços, aguardarem produtos que estejam em liquidação e fiquem atentos a algumas promoções que sempre aparecem no início de ano.a volta ás aulas está próxima a dica é se preparar para a compra de materiais escolares(Foto: Mágila Camapos/SEE)

Confira algumas dicas que podem ajudar na hora de comprar material escolar

À volta às aulas já está chegando e durante esse período os pais vão se preparando para as compras dos materiais escolares para os seus filhos, o que pode ser uma tarefa difícil levando em consideração uma variedade de produtos que estão disponíveis no mercado.

Segundo Dr. Carlos Estevão, professor do curso de economia da Universidade Federal do Acre (UFAC), os consumidores sempre se deparam no inicio de cada ano com maiores necessidades de recursos. Isso se deve aos gastos com as festas que são realizadas durante o fim de ano, além dos gastos que ocorrem no inicio do ano novo como, por exemplo, escola dos filhos, IPTU e IPVA.

Ele destaca que é preciso ter atenção redobrada com as finanças pessoais, não apenas no início do ano mais sistematicamente ao longo de todo ele.

A sugestão é se planejar, segundo ele, é uma tarefa simples, mas que poucos a executam, por não ter o habito.

Outra boa ideia é montar uma lista parcial daquilo que será necessário para o uso do aluno em sala de aula, diminuindo assim, a possibilidades de gastos desnecessários.

Escrever, colocar no papel as despesas, de forma detalhada, já evita problemas futuros. Vale aos pais ficarem de olho nas melhores formas de pagamento, no caso de compras no crédito, para não se endividar, afinal ninguém quer começar o ano com o nome negativado!

Realizem pesquisas de preços, aguardarem produtos que estejam em liquidação e fiquem atentos a algumas promoções que sempre aparecem no inicio de ano.a volta ás aulas está próxima a dica é se preparar para a compra de materiais escolares(Foto: Mágila Camapos/SEE)

Confira a lista dos sorteados para as vagas nos dois colégios militares estaduais

 

A Polícia Militar (PMAC) e o Corpo de Bombeiros do Acre (CBMAC) divulgaram nesta quinta-feira, 4, a relação completa dos sorteados para as vagas dos dois colégios militares estaduais, que devem ser feitas nos dias 15, 16, 17 e 18 deste mês, no Centro de Referência de Inovações Educacionais (Crie), Rua Rui Barbosa, 195-245, ao lado da prefeitura de Rio Branco, Centro.

Ao todo, as duas escolas terão capacidade para atender 1.120 alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. O início das aulas está previsto para para março, quando toda a rede pública de ensino também retoma suas atividades.

Sob a administração da PMAC, o Colégio Tiradentes funcionará no bairro Calafate. Metade das vagas será destinada a filhos de militares e a outra metade, à comunidade em geral.

Já a Escola Dom Pedro II, administrada pelo Corpo de Bombeiros, será no Segundo Distrito da capital, com distribuição de vagas seguindo o mesmo critério da PMAC.

Confira:

Colégio Tiradentes

6º ano

7º ano

8º ano

9º ano

Veja também a lista dos selecionados para o Colégio Dom Pedro IIGUR 7720 mini-900x600

Polícia Militar realiza sorteio de vagas para o Colégio Tiradentes

A Polícia Militar do Acre (PMAC) realizou na manhã desta terça-feira, 2, em frente ao quartel do Comando-Geral, o sorteio de 560 vagas para o Colégio Militar Tiradentes, que funcionará na região do Calafate.

Concorreram às vagas mais de dois mil jovens. O estabelecimento educacional será administrado pela instituição militar e as disciplinas serão ministradas por professores da rede pública de ensino.Sorteio para vagas no Colégio Tiradentes foi realizado na manhã desta terça-feira, na Praça da Revolução (Foto: Diego Gurgel/Secom)Sorteio para vagas no Colégio Tiradentes foi realizado na manhã desta terça-feira, na Praça da Revolução (Foto: Diego Gurgel/Secom)

De acordo com o comandante-geral da PMAC, coronel Júlio César dos Santos, o colégio é a realização do sonho de muitos policiais. “O colégio militar é um pedido antigo dos policiais que têm filhos com predisposição a serem militares e gostam de usar fardas, assim como temos jovens com sonhos de serem médicos, engenheiros, professores, entre outras profissões. Então, a escola vem para atender essa vocação e motivá-los a seguir as escolhas corretas na vida, pois serão ensinados valores cívicos e militares”, afirmou.

Janeide da Silva é mãe do estudante Ramon Mendes dos Santos, de 13 anos, que foi sorteado com uma das vagas para o Colégio Tiradentes. Ele fará o 8º ano.

“Pelo que sabemos, o estudo na escola militar é mais rígido em relação a tudo, e minha expectativa é a melhor possível para o futuro do meu filho”, enfatizou Janeide, alegre com o sorteio da vaga para o filho.

Polícia Militar realiza sorteio de vagas para o Colégio Tiradentes

A Polícia Militar do Acre (PMAC) realizou na manhã desta terça-feira, 2, em frente ao quartel do Comando-Geral, o sorteio de 560 vagas para o Colégio Militar Tiradentes, que funcionará na região do Calafate.

Concorreram às vagas mais de dois mil jovens. O estabelecimento educacional será administrado pela instituição militar e as disciplinas serão ministradas por professores da rede pública de ensino.


Sorteio para vagas no Colégio Tiradentes foi realizado na manhã desta terça-feira, na Praça da Revolução (Foto: Diego Gurgel/Secom)

De acordo com o comandante-geral da PMAC, coronel Júlio César dos Santos, o colégio é a realização do sonho de muitos policiais. “O colégio militar é um pedido antigo dos policiais que têm filhos com predisposição a serem militares e gostam de usar fardas, assim como temos jovens com sonhos de serem médicos, engenheiros, professores, entre outras profissões. Então, a escola vem para atender essa vocação e motivá-los a seguir as escolhas corretas na vida, pois serão ensinados valores cívicos e militares”, afirmou.

Janeide da Silva é mãe do estudante Ramon Mendes dos Santos, de 13 anos, que foi sorteado com uma das vagas para o Colégio Tiradentes. Ele fará o 8º ano.

“Pelo que sabemos, o estudo na escola militar é mais rígido em relação a tudo, e minha expectativa é a melhor possível para o futuro do meu filho”, enfatizou Janeide, alegre com o sorteio da vaga para o filho.

Governo divulga edital de inscrição dos dois colégios militares do Acre

 

Em um encontro com membros da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e a Secretaria de Educação e Esporte (SEE), o governador Tião Viana lançou na manhã desta quinta-feira, 21, o edital de inscrição dos dois primeiros colégios militares do Acre.

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Serão mais de 1.100 vagas nas escolas Dom Pedro II (administrado pelo Corpo de Bombeiros) e Tiradentes (administrada pela Polícia Militar), do 6º ao 9º ano, com turmas nos dois períodos.

As inscrições poderão ser realizadas nos dias 26, 27 e 28 deste mês, no Centro de Referência de Inovações Educacionais (Crie) e em locais que ainda serão divulgados. A escolha dos alunos se dará por sorteio. As aulas começam em março de 2018.

“Essas escolas são resultados de um grande esforço do nosso governo e é mais um projeto pedagógico que se instala, respeitando a matriz da educação do Acre com a união do ideário militar, sua visão de educação e sonhos. Isso trará um resultado maravilhoso para todos nós”, disse o governador Tião Viana, comemorando a aprovação da lei pela Assembleia Legislativa que criou os colégios militares.

As duas unidades dos colégios funcionarão em instalações novas e a gestão será compartilhada com a SEE. Segundo o secretário de Educação, Marco Brandão, o modelo pedagógico será o mesmo do tradicional, mas com o acréscimo dos valores das corporações no dia a dia dos alunos.

“O currículo é o mesmo que temos na rede, o que há de diferencial é aquilo que os bombeiros e os policiais militares agregam, contando com todo o arsenal que já temos como o Instituto de Matemática e o Centro de estudo de Línguas. Vamos ter atividades cívicas, militares e de convivência, com as corporações nos auxiliando na formação dos nossos jovens. Esse será o grande diferencial”, ressalta o secretário.

Servir e proteger

Com o esforço do governador Tião Viana para suas criações, a perspectiva é que os dois colégios militares sejam mais unidades da rede pública de ensino a somar forças junto à sociedade, contribuindo para o desenvolvimento da cidadania e valorizar o futuro dos jovens.

Segundo o comandante da Polícia Militar, coronel Júlio César: “É um grande sonho dos militares e da comunidade em geral, que muito nos cobravam isso. O governador disse que ia fazer isso acontecer e se empenhou desde então”.

O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Carlos Batista, completa: “Estamos trazendo o melhor para a criação dos nossos colégios militares. Serão ambientes de estudo, amizade e convivência”.

Presente na solenidade, o secretário de Segurança Pública, Emylson Farias disse ainda: “Enxergamos a segurança pública no Acre não apenas com o viés repressivo. Somos o segundo estado que mais prende no Brasil. Nunca falamos que isso dá orgulho, pois queremos abrir escolas e fechar presídios”.

PC na Escola realiza certificação de alunos da Cidade do Povo

 

A Polícia Civil realizou na tarde desta quarta-feira, 20, a certificação de alunos do projeto PC na Escola. A solenidade foi realizada no auditório da instituição e contou com a presença de representantes do 7º Batalhão de Engenharia e Construção (BEC), Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp), além de familiares e convidados que acompanharam a formatura.

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Durante o projeto, 20 crianças da Escola Frei André Maria Ficarelli, localizada na Cidade do Povo, puderam conhecer toda estrutura da Secretaria de Estado da Polícia Civil (SEPC), bem como todos os setores do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC).

A atividade social envolve crianças entre 8 e 12 anos e tem por objetivo aproximar a instituição das escolas que atendem público com algum tipo de vulnerabilidade social. Além de conhecer como funciona o trabalho das polícias investigativa e científica, elas também participaram de atividades lúdicas e esportivas e palestras que buscam envolver os alunos em ações preventivas e despertar valores cívicos.

Dona Maria Auxiliadora, de 59 anos, mãe e avó de três dos 20 alunos, falou da satisfação de poder ver sua família envolvida no projeto. “Fiquei emocionada em ver os meus netos cantando o Hino Nacional. Hoje eles conhecem os símbolos e valores de família e de cidadão. Essa orientação vai ajudar a formação do caráter deles e com certeza eles serão cidadãos do bem”, destacou.

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Segundo o secretário de Polícia Civil, Carlos Flávio Portela, o PC na Escola vai continuar em 2018 com novas turmas. “O projeto partiu da necessidade de aproximar ainda mais a instituição da sociedade e mostrando a importância da instituição na contribuição para formação do caráter de cada criança. Iremos continuar plantando essa semente do bem”, disse o delegado-geral.

Formando uma cultura de paz

Para o secretário de Segurança Pública, Emylson Farias, que representou o governador Tião Viana, na solenidade, é preciso compartilhar uma cultura de paz.

“Nosso agradecimento aos policiais que se dedicaram a formatura destas crianças e principalmente aos pais que, confiaram seus filhos à instituição Polícia Civil, na formação de valores éticos e morais, princípios que são fundamentais na formação de um bom cidadão. Estamos plantando sementes do bem para frutificarem e certamente, no futuro, colhermos excelentes frutos”, destacou Farias.

Além dos certificados, os alunos da primeira turma do PC na Escola ganharam premiação e brindes doados pelos parceiros do PC na Escola.

Centro de Estudo de Línguas divulga edital para vagas de 2018

 

O Centro de Estudo de Línguas (CEL) divulgou nesta quarta-feira, 20, o edital para preenchimento das vagas para o primeiro semestre de 2018. São mais de mil vagas, que serão divididas entre os cursos de inglês, espanhol, francês, italiano e libras.

O edital com o quadro de vagas, as regras e o cronograma completo, encontra-se no site da Secretaria de Estado de Educação e Esporte.

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As matrículas desta edição serão feitas apenas na modalidade presencial. Assim, os interessados em cursar uma das línguas estrangeiras ofertadas pela instituição deverão comparecer ao órgão nas datas especificadas no edital a fim de pleitear a vaga.

Cronograma
As matrículas serão feitas de 29 de janeiro a 5 de fevereiro de 2018. Porém, em datas específicas para cada categoria solicitada. Por exemplo, de 29 a 31 de janeiro é somente para alunos da rede pública, que é a clientela prioritária.

Já entre os dias 1 e 2 de fevereiro é o período para a comunidade em geral fazer a inscrição, caso haja vagas remanescentes. E no dia 5 serão somente as matrículas para o curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras).

No período de inscrição o atendimento será realizado por ordem de chegada e só poderá efetuar a matrícula o próprio interessado. No caso dos menores de idade, é necessário ainda um representante legal (tutor, curador, procurador).

Ensino Integral completa nove meses com mudanças sociais no Acre

 

Cogitar um método de ensino que contemplasse todas as classes sociais e as inserisse em um mesmo sistema educacional deixou de ser um sonho e tornou-se realidade há cerca de nove meses no Acre. O tempo em que era distante imaginar os jovens acreanos com atividade em tempo integral na rede pública ficou no passado, e hoje a real situação de mais de 3.760 alunos pode ser definida como um divisor de águas no futuro desses adolescentes.

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Por enquanto, sete escolas de Rio Branco trabalham com o novo sistema de ensino médio. A meta, conforme o governo do Estado e a Secretaria de Educação e Esporte (SEE), é que a metodologia se estenda para o ensino fundamental, zona rural e também para os municípios em 2018.

O processo de adaptação ao novo modelo não foi simples, a começar pelos professores, servidores de escola e, por último, os estudantes. Trata-se de um processo lento de construção, que começou muito antes, com a formação de professores e a estruturação das escolas.

Segundo o secretário de Educação, Marco Brandão, uma ruptura do modelo tradicional de ensino que transformou o processo de ensinar e aprender, instigando e valorizando o desenvolvimento das competências e habilidades dos jovens no mundo moderno.

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“A implantação é um marco histórico na educação acreana. Porque não se trata apenas de ampliar o tempo de permanência dos estudantes na escola, mas de repensar as práticas pedagógicas com o intuito de redimensionar o tempo e os espaços escolares”, destaca Brandão.

Alunos protagonistas

Erik Bernardo, 20 anos, e Lorrana Rocha, de 16, estudantes da tradicional Escola Jovem Humberto Soares da Costa, na capital, optaram por aprender em tempo integral. Para isso, decidiram migrar de instituição para fazer parte do novo modelo e só se arrependem de não terem conhecido o sistema antes.

“A única coisa ruim de estar no terceiro ano é que ano que vem eu já não vou mais estar aqui na escola. Essa é a pior parte, deixar todos os projetos que a gente tem na escola”, conta Erik, que tenta participar do máximo de atividades na instituição.

Abertura

A vida escolar que Erik e Lorrana têm hoje é o salto de que ambos precisavam para acompanhar a implantação de um método completo e promissor no estado. No início, a mudança assustou os alunos que ainda não estavam acostumados a passar a maior parte do dia dentro da escola.

No entanto, com o passar dos meses, o que era “novo” passou a ser essencial na vida desses jovens. “Escolhi estar aqui porque sei que vou estar melhor preparada para o mercado de trabalho. Tive muitas surpresas boas. Se eu pudesse aconselhar um jovem a fazer parte desse ensino, eu lhe mostraria como é estar numa escola de ensino integral, e ele veria que não é um bicho de sete cabeças que ele imagina”, relata Lorrana.

Os estudantes ainda destacam a possibilidade de associar a vida social com a vida escolar neste método de ensino.

Reforma do ensino médio

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A ideia de permanecer o dia inteiro na escola ainda assusta alguns adolescentes que não conhecem a rotina do ensino integral. O medo do novo é o que atrapalha, muitas vezes, a oportunidade de passar manhã e tarde adquirindo conhecimento em áreas que vão muito além da língua portuguesa e da matemática e afetam diretamente o comportamento de cada aluno, apresentando-lhes, em forma de projetos sociais, a melhor maneira de viver em sociedade.

“No começo eu me preocupei com o fato de ter que passar o dia na escola, achei que ficaríamos apenas dentro de uma sala tendo aula com os professores. Só que aí nós vimos o quão diferente seria nossas vidas com o ensino integral. Disciplinas novas, projetos totalmente diferentes do que estávamos acostumados, um mundo totalmente novo e empolgante”, acrescentou Lorrana.

As aulas extracurriculares são a grande proposta do modelo integral de ensino. As matérias eletivas e as dezenas de clubes que compõem o estudo orientado são um estímulo na vida escolar desses alunos. “É muito legal você chegar em casa com a sensação de estar cansado, mas de que aproveitou o dia”, diz Erik.

O jovem não pensou duas vezes antes de se inscrever na eletiva “Na Zona da Comunicação”, umas das disciplinas escolhidas por ele e os colegas para se aprofundar no período da tarde, em dois dias na semana, e que o ajuda no hobby preferido: postar vídeos na internet.

Os que sonham em realizar alguma atividade relacionada à dança e à música, também encontram oportunidade de estudá-las na escola de tempo integral, onde descobrem a importância desses saberes na construção do conhecimento e da interação entre colegas de sala.

As disciplinas eletivas, escolhidas pelos alunos da escola, e os clubes, que cuidam de projetos (ciência, autoajuda, língua estrangeira, teatro e dança), complementam os estudos tradicionais.

Adequação

A carga horária estabelecida na proposta curricular feita pelas secretarias estaduais atende, no mínimo, 2.250 minutos semanais, com um mínimo de 300 minutos semanais de língua portuguesa, 300 minutos semanais de matemática e 500 minutos dedicados a atividades da parte flexível por semana.

Para aderir, o Acre apresentou um projeto pedagógico, que fora avaliado pelo Ministério da Educação (MEC), junto ao desempenho das escolas do estado. Para se manter no programa, as escolas devem apresentar redução da média de abandono escolar e reprovação cumulativa, conforme dados do Censo Escolar.

Para o secretário Marco Brandão, o ensino integral representa um novo tempo para a educação pública acreana. “Essa é a escola jovem, que tem a identidade dos nossos jovens do século XXI, que são multifuncionais, que evoluíram nas atividades. Aqui ele é nosso protagonista e participa do processo de construção do conhecimento.”

Investimento

Para efetivar o modelo no estado, o governo do Acre investiu R$ 28 milhões. Desses, R$ 7 milhões provenientes de verba federal, e os outros R$ 21 milhões, de recursos próprios do estado.

Escolas contempladas

As escolas estaduais que passaram a ter tempo integral no primeiro semestre deste ano são: Armando Nogueira, Glória Perez, Instituto de Educação Lourenço Filho (IELF), José Ribamar Batista (Ejorb), Sebastião Pedrosa, Humberto Soares e Boa União.

Comunidade de Cruzeiro do Sul recebe nova Escola Anselmo Maia de Carvalho

 

No fim da aula da quarta-feira, 20, alunos e educadores do bairro Santa Terezinha, em Cruzeiro do Sul, puderam celebrar com o governador Tião Viana a entrega de sua nova escola, a Anselmo Costa de Carvalho.

A nova estrutura, que teve um investimento de mais de R$ 3 milhões, poderá fazer aumentar o número de alunos de um pouco mais de 400 para mais de 1.200.

“Cruzeiro do Sul tem sido uma cidade tão amiga do Acre, então merece o melhor dos futuros, e essa nova escola significa isso. Aqui serão acolhidos mais 1200 crianças e adolescentes, que estarão se preparando para a vida. Espero que aqui seja cuidada com amor e carinho como se cuida do quarto da gente”, declarou Tião Viana.

O governador anunciou ainda que no próximo ano Cruzeiro do Sul terá sua primeira escola de ensino em tempo integral, a Craveiro Costa.

O novo espaço de ensino, tem agora 12 salas de aulas, refeitório, espaço para convívio dos alunos, biblioteca e um amplo ginásio poliesportivo e vai abrigar estudantes do ensino fundamental e médio.

“Essa escola é um compromisso do governador Tião Viana de dar condições de a escola Anselmo Maia ter uma estrutura melhor, que pudesse se adequar à educação do século XXI. Aqui vai funcionar como uma escola nova, focada no aluno e em seu projeto de vida, construindo cidadãos de paz”, afirmou o secretário de Estado de Educação Marcos Brandão.

A estruturação do local faz parte do projeto de governo de modernização do ensino no Acre. Só neste ano, foram investidos mais de R$ 15 milhões na região do Juruá entre outras coisas, com reforma de todas as escolas e climatização dos ambientes de estudo.

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“O investimento na educação tem cuidado de cada detalhe que faz toda diferença para a qualidade e conforto de nossos alunos e gestores. Desde as telhas especiais que reduzem até 3 graus da temperatura ao forro acústico nas salas de aulas que também tem um material especial, além das quadras de esportes que foram construídas nas dimensões olímpicas que antes eram menores”, declarou Daniel Zen, deputado Estadual

José Francisco líder comunitário expressou seu sentimento de gratidão e a esperança de que os jovens foquem mais nos estudos. “Essa escola é o que a gente estava precisando. Com uma escola nova, acredito que os alunos vão se interessar ainda mais. O governador Tião Viana está de parabéns por esse empreendimento”, declarou.

O senador Jorge Viana lembrou da transformação que o Acre está tendo em sua educação. Pontuou também que o espírito de bondade do patrono da escola, o agricultor Anselmo Maia, deve ser seguido para um futuro ainda mais próspero e forte na educação. “Saber que o seu Anselmo fez um sacrifício de quando vivia aqui, dentro de sua própria propriedade criou uma salinha para que as pessoas pudessem aprender e ter uma educação. Por isso essa escola ganha o nome dele, nós precisamos de pessoas assim”, disse.

A solenidade de entrega foi acompanhada ainda pelo deputado federal Moisés Diniz, secretário de Obras Átila Pinheiro, o bispo da diocese de Cruzeiro do Sul Dom Mosé e a filha do homenageado que dá nome à escola, a professora Regina Maia.

Educação reúne gestores para avaliar e encerrar o ano letivo de 2017

 

A diretoria de Ensino da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE) realizou nesta quinta-feira, 21, encontros com gestores das escolas urbanas e rurais de Rio Branco. A conversa foi no auditório da instituição, na capital.

Durante o encontro, a diretora de ensino Rúbia Cavalcante agradeceu o empenho dos diretores pelo trabalho desenvolvido em 2017 e apresentou o planejamento para o ano letivo do ano que vem.

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“Reunimos para agradecer o trabalho desenvolvido pelas equipes gestoras, que são as que conduzem as escolas no decorrer do ano letivo. Além disso, dialogamos sobre os avanços e também os desafios que ainda temos para 2018”, explica.

Outros pontos abordados no encontro foram referentes ao calendário escolar 2018, aos índices educacionais e também ao alinhamento pedagógico da rede. A coordenadora da Escola Marina Vicente Gomes, Francileuda Silva, diz que a conversa com a SEE é fundamental para que as escolas encerrem o ano alinhadas com as demandas educacionais da região.

“É um momento positivo para a educação acreana, porque é a hora de avaliar o ano que está terminando, alinhar as ações para o próximo e esclarecer as dúvidas sobre as intervenções pedagógicas necessárias para o ano seguinte”, diz.

Além da capital, o encontro vai ser realizado também nos núcleos de toda a rede estadual. “Nos outros municípios os coordenadores de núcleos irão realizar essa conversa com seus grupos para que possamos encerrar o ano como começamos: com diálogo e parceria”, explica Cavalcante.

Mais 221 servidores efetivos da Educação são convocados pelo governo

 

A edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira, 28, traz a última relação de cadastros de reservas convocados para inspeção médica, referentes ao concurso público da educação realizado em 2013. Ao todo, são 221 servidores efetivos de apoio administrativo e também professores, ambos nível 2.geral 8-14

Esse reforço nos quadros de profissionais da educação representa um acréscimo de cerca de R$ 900 mil na folha de pagamento.

O acréscimo desses profissionais no quadro de servidores efetivos do Estado deve impactar em R$ 708 mil na folha de pagamento.

Desde 2011, o governo do Acre já contratou cerca de 12 mil servidores públicos. Só para a Educação e a Saúde, por exemplo, foram quase 8 mil novos profissionais efetivos.

Para mais informações, acesse o Portal de Informações do Diário Oficial.

Leia também: Governo convoca mais 128 servidores aprovados em concurso da Saúde

Educação divulga resultado preliminar de processo seletivo do Quero Ler

 

 

A Secretaria de Estado Educação e Esporte (SEE) divulgou nesta quarta-feira, 27, o edital nº 73/2017, que torna público o resultado preliminar do Processo Seletivo Simplificado destinado à seleção de candidatos e à concessão de bolsas para alfabetizadores do Programa Quero Ler.

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A lista dos candidatos selecionados contempla os municípios de Assis Brasil, Brasileia, Bujari, Capixaba, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Jordão, Mâncio Lima, Manoel Urbano, Plácido de Castro, Porto Acre, Porto Walter, Rio Branco, Rodrigues Alves, Santa Rosa, Sena Madureira, Senador Guiomard, Tarauacá e Xapuri.

O programa Quero Ler é parte da política pública implantada pelo governo do Acre para zerar o analfabetismo até o fim de 2018. A iniciativa já funciona em todas as regiões do estado e está na fase final para cumprimento da meta inicial.

O edital, com o nome, localidade e nota dos candidatos aprovados, foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) e está disponível na página da SEE na internet.

Governo divulga edital de inscrição de dois colégios militares no Acre

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Em um encontro com membros da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e a Secretaria de Educação e Esporte (SEE), o governador Tião Viana lançou na manhã desta quinta-feira, 21, o edital de inscrição dos dois primeiros colégios militares do Acre.

 

Serão mais de 1.100 vagas nas escolas Dom Pedro II (administrada pela Polícia Militar) e Tiradentes (administrada pelo Corpo de Bombeiros), do 6º ao 9º ano, com turmas nos dois períodos. 

 

As inscrições poderão ser realizadas nos dias 26, 27 e 28 deste mês, no Centro de Referência de Inovações Educacionais (Crie) e em locais que ainda serão divulgados. A escolha dos alunos se dará por sorteio. As aulas começam em março de 2018.

 

“Essas escolas são resultados de um grande esforço do nosso governo e é mais um projeto pedagógico que se instala, respeitando a matriz da educação do Acre com a união do ideário militar, sua visão de educação e sonhos. Isso trará um resultado maravilhoso para todos nós”, disse o governador Tião Viana, comemorando a aprovação da lei pela Assembleia Legislativa que criou os colégios militares.

 

As duas unidades dos colégios funcionarão em instalações novas e a gestão será compartilhada com a SEE. Segundo o secretário de Educação, Marco Brandão, o modelo pedagógico será o mesmo do tradicional, mas com o acréscimo dos valores das corporações no dia a dia dos alunos.

 

“O currículo é o mesmo que temos na rede, o que há de diferencial é aquilo que os bombeiros e os policiais militares agregam, contando com todo o arsenal que já temos como o Instituto de Matemática e o Centro de estudo de Línguas. Vamos ter atividades cívicas, militares e de convivência, com as corporações nos auxiliando na formação dos nossos jovens. Esse será o grande diferencial”, ressalta o secretário.

 

Servir e proteger

 

Com o esforço do governador Tião Viana para suas criações, a perspectiva é que os dois colégios militares sejam mais unidades da rede pública de ensino a somar forças junto à sociedade, contribuindo para o desenvolvimento da cidadania e valorizar o futuro dos jovens.

 

Segundo o comandante da Polícia Militar, coronel Júlio César: “É um grande sonho dos militares e da comunidade em geral, que muito nos cobravam isso. O governador disse que ia fazer isso acontecer e se empenhou desde então”.

 

O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Carlos Batista, completa: “Estamos trazendo o melhor para a criação dos nossos colégios militares. Serão ambientes de estudo, amizade e convivência”.

 

Presente na solenidade, o secretário de Segurança Pública, Emylson Farias disse ainda: “Enxergamos a segurança pública no Acre não apenas com o viés repressivo. Somos o segundo estado que mais prende no Brasil. Nunca falamos que isso dá orgulho, pois queremos abrir escolas e fechar presídios”.

 

Para mais informações, acesse os editais: 

https://drive.google.com/drive/u/0/my-drive

https://drive.google.com/drive/u/0/my-drive 

 

Centro de Estudo de Línguas - CEL

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O Centro de Estudo de Línguas - CEL, referência no ensino gratuito de idiomas para alunos da
rede pública, representado pela Coordenadora Geral Claudenice Nunes dos Santos, Portaria GAB
N° 2818/2016, no uso de suas atribuições legais, torna pública a abertura do presente processo
de matrícula de alunos para o 1o semestre de 2018.

Acesse o edital

Instituto Dom Moacyr inicia novos cursos nas áreas de turismo e gastronomia

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“Escolhi esse curso porque gosto de viagens, e essa é uma oportunidade de conseguir um bom trabalho na área”, comemora Anagleide Santos, a nova estudante de turismo do Instituto Dom Moacyr (IDM). 

Ela é uma das 400 pessoas que iniciaram um novo curso nesta segunda-feira, 18, em Rio Branco. A aula inaugural foi realizada no auditório da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE).

Nesta edição foram ofertadas 400 vagas para os cursos técnicos em Agenciamento de Viagem, Turismo, Hospedagem, e Restaurante e Bar. Essas vagas foram distribuídas entre Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Tarauacá e Porto Acre. As aulas se iniciaram simultaneamente em todas as localidades.

A diretora-presidente do IDM, Rita Paro, disse que as formações são novas oportunidades para as pessoas que concluíram o ensino médio e estão em busca de uma qualificação profissional de qualidade. “O Acre tem crescido muito na área de turismo e gastronomia. E os cursos vêm para qualificar e preparar os acreanos para esse mercado de nível global”, disse.

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Os cursos, ofertados na Modalidade a Distância (EAD), por meio do programa Pronatec, são fruto da parceria do IDM com a secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setul) e a secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (Semcas).

Dora Araújo, chefe da Semcas, lembrou que os cursos estão sendo ofertados pela primeira vez no Acre e que representam um grande avanço, porque as formações são ferramentas de inclusão social.

O deputado Daniel Zen também participou das boas-vindas aos estudantes da capital. Além de parabenizar os estudantes, ele ressaltou os esforços do governo na qualificação da população.

“Apesar de todas as dificuldades que o governo federal está impondo aos Estados, o governador tem conseguido vencer as barreiras e honrar os compromissos de investir na qualificação do nosso povo”, destacou.

Secretaria de Estado de Educação divulga calendário escolar 2018

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O calendário escolar 2018 das escolas da rede estadual do Acre já foi definido. Os prazos foram divulgados pela Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), no site da instituição.

O documento é para o ensino regular, do fundamental ao médio, além da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para o ensino integral e para a escola militar será divulgado ainda um calendário específico para cada uma das duas modalidades.

Rosária Solon, diretora de Gestão da SEE, explica que os pais e responsáveis devem ficar atentos aos prazos, porque as datas para cada procedimento já foram estabelecidas e valem para todo o Estado.

A diretora lembrou ainda que para 2018 as matrículas voltam a ser realizadas de forma manual e presencial por meio do preenchimento de ficha e entrega de documentos. “Todos os procedimentos deste ano serão feitos nas escolas, desde a renovação até a matrícula de novos alunos”, explicou.

As datas para cada etapa estão descritas no calendário. A transferência de alunos das redes municipais para as unidades estaduais, por exemplo, serão realizadas de 2 a 12 de janeiro. Já para matrículas de alunos novos, o prazo será de 22 a 26 de janeiro.

Aumenta vagas para ensino médio

Outra novidade para o ano letivo de 2018 é a abertura de novas turmas de ensino médio na capital. Para este ano serão abertas vagas nas escolas Carlos Vasconcelos, Diogo Feijó, Carlos Casavechia e Colégio Acreano.

Solon explica que as escolas que até 2017 funcionavam apenas como ensino fundamental agora passam a ofertar também ensino médio. “Por conta da implantação do ensino integral, foi necessário um reordenamento da rede, porque nem todos os que saem do fundamental querem ir para o integral”, afirmou.

Secretaria de Educação participa de Colóquio e Oficina sobre Amazônia e África na Ufac

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), em parceria com a Universidade Federal do Acre (Ufac), participou do IX Colóquio Internacional “As Amazônias, As Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia”, realizada no campus desta instituição. O evento encerrou nesta quarta-feira, 13.

O Colóquio é uma atividade de extensão vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Letras, Linguagens e Identidades e, de acordo com a professora Raquel Ishii, do Centro de Educação, Letras e Artes, “todos os anos a gente realiza o evento cujo objetivo principal é  discutir as temáticas relacionadas as Amazônias e as Áfricas”, explica.

“Como tratamos da produção de pesquisa, do estudo e das reflexões na região do Acre e de outros Estados, inclusive na região de fronteira da Panamazônia, temos aqui muitos pesquisadores, inclusive do Peru e da Bolívia”, disse.

A SEE se insere dentro do debate acadêmico a partir da Oficina de Jogos Matemáticos de origem africana e também pela oficina Abayomi. A professora Izis Mello, da coordenação de Educação em Direitos Humanos, Cidadania e Diversidade, participou da mesa redonda “Os (des) avanços da implementação da lei 10.639/03 e 11.645/11.

Ela explica que a lei 10.639/03 trata da inclusão da História da África e da cultura afrobrasileira no currículo escolar. “É uma oportunidade que a gente tem de trazer, para dentro da Ufac, para os acadêmicos e para a comunidade, essa discussão em torno da cultura africana”, afirma.

Os jogos matemáticos, destaca, é uma forma lúdica de conhecer e mostrar a cultura dos povos africanos. “Esses jogos, além de permitir um raciocínio lógico, trazem uma contribuição às ciências exatas, que é uma discussão ainda pouco conhecida e pouco reconhecida também”, disse.

A oficina aconteceu no bloco de Mestrados da Ufac e foi aberta ao público e contou com participação de acadêmicos, estudantes secundaristas, professores e da comunidade em geral. 

Secretário adjunto de Educação avalia ações com coordenadores de núcleos

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O secretário adjunto de Educação e Esporte (SEE), José Alberto Nunes, se reuniu nesta sexta-feira, 8, com os coordenadores de núcleos de todos os 22 municípios acreanos para fazer uma avaliação das ações realizadas este ano e planejar as estratégias para o ano letivo de 2018.

Ele destacou os investimentos realizados, sobretudo na infraestrutura, que contribuem para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem, com ênfase no Programa de Climatização, criado este ano pelo governador Tião Viana e cuja meta é instalar aparelhos de ar condicionados em 207 escolas, em investimentos que somam R$ 16 milhões.

Tanto a Climatização quanto outras ações do governo realizadas por meio da SEE terão continuidade também em 2018, como a realização do Festival Estudantil da Canção (FEC) e as escolas de tempo integral, que serão ampliadas também para municípios do interior como Cruzeiro do Sul e Brasileia.

Outro ponto destacado pelo secretário adjunto na reunião com os coordenadores foi a valorização dos servidores, com uma ênfase ao pagamento da terceira parcela do reajuste salarial negociado este ano pelo governo, que será concedido em fevereiro.

São investimentos que impactam no piso salarial dos profissionais, maior inclusive do que o piso pago ao magistério sugerido pelo governo federal. “O reajuste concedido, além de repor as perdas salariais também representam um ganho real para os trabalhadores”, enfatizou.

O encontro também serviu para alinhar diversos programas da SEE no interior, como o viver Ciência, Ciência Itinerante, as escolas integrais, as escolas militares, e muitas outras, inclusive as melhorias no sistema de internet, que permitem avanços importantes na Educação.

Ações integradas da Educação e PM garantem segurança na escola João Aguiar

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Desde o dia 02 de novembro, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Educação e Esporte (SEE) e a Policia Militar (PMAC) instituíram um novo formato do Policiamento Escolar, com novas metodologias, intensificando ainda mais a presença nas escolas e reforçando a segurança.

De acordo com o coordenador do Policiamento Escolar, Tenente João Jácome, essa nova metodologia possui tem pontos distintos: a ronda nas escolas, as operações no perímetro escolar e ainda as palestras preventivas que são realizadas com os estudantes.

Na escola João Aguiar, localizada no conjunto Manoel Julião, essa nova rotina não tem sido diferente. Por meio das rondas, explica, o policial, que tem um olhar diferenciado, adentra o espaço escolar, conversa com os alunos e servidores e tira dúvidas sobre segurança. “E a João Aguiar é uma dessas escolas onde estamos presentes”, enfatiza.

E para dar uma resposta rápida e imediata às últimas ocorrências, o governo tem agido rápido. Seja reforçando as grades de segurança, seja por meio da presença policial, seja pela reposição de materiais por meio da SEE. “Estamos nos movimentando e dando respostas imediatas”, esclarece a diretora de gestão, professora Rosária Solon.

Além de reforço de 8 viaturas, medidas também estão sendo adotadas para dificultar a ação de bandidos, como o muro da escola e a presença de vigias, que passarão a trabalhar no período da noite, além do monitoramento eletrônico, que já existe na escola.

Para o diretor da João Aguiar, professor Vanderley Pereira Rocha,  a resposta do governo para combater a violência na escola está acontecendo. Destaca que faltam “detalhes”, mas reconhece que medidas estão sendo adotadas, como a presença de peritos para identificar as falhas na segurança que necessitam ser corrigidas.

“A escola tem sido vítima de invasões, o que é um problema, mas algumas ações tem sido tomadas, como o reforço das grades, reuniões com a cúpula de segurança, a limpeza dos entulhos e também a presença de vigias. Tudo para minimizar esses problemas em nossa escola”, afirma.  

Escola Clícia Gadelha e SOS Amazônia fazem parceria pelos Quelônios do Juruá

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Uma parceria entre a Escola de Ensino Médio Clícia Gadelha, localizada no bairro São Francisco, e a Organização Não Governamental (ONG) SOS Amazônia garantiu um repasse para o projeto Quelônios, na região do Vale do Juruá.

O gestor da escola, professor Cleilton Amaral, juntamente com alunos do terceiro ano, realizaram um repasse de 400 reais para a entidade a fim de ser aplicado no projeto. Ele explica que os recursos são fruto de um outro projeto desenvolvido pelos alunos, o “São Francisco sem pet”.

Por meio deste, eles recolheram, ao longo de três meses, 1.380 quilos de garrafas pet, que foram vendidas e geraram o montante repassado. Cleilton Amaral explicou que o projeto iniciou no ano passado, quando foram recolhidos 500 quilos de garrafas.

“Este ano superamos a nossa meta, que era de uma tonelada e conseguimos tirar de circulação 1.380 quilos. Com isso, evitamos que todo esse material fosse parar nos mananciais de água do bairro que, com as chuvas, poderiam causar prejuízos à comunidade”, disse ele.

No ano passado, os recursos levantados foram de 200 reais, que também foram repassados à entidade. “Com isso, conseguimos trabalhar com os alunos não apenas a necessidade da preservação ambiental, mas também fazer com que eles possam conhecer esse importante projeto da SOS Amazônia, que é proteger as tartarugas do Juruá”, frisou.

A representante da SOS Amazônia, Gabriela Souza, fez questão de agradecer a ação dos estudantes e frisou que o mais importante não é o montante de recursos arrecadado, mas o exemplo, a ação desenvolvida pelos estudantes. “Isso anima muito a nossa instituição”, afirmou.

Secretaria de Educação realiza II Festival Cultural em Acrelândia

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A Secretaria de Educação e Esporte (SEE), por meio do Núcleo de Ensino de Acrelândia, realizou no último sábado, 02, o II Festival Cultural, que é na verdade a culminância de diversos projetos educacionais realizados durante o ano nas escolas do município e que teve, como ponto principal, a celebração em torno do dia da Consciência Negra.

Do Festival participaram 7 escolas, sendo 5 da rede estadual de ensino e outras 2 da rede municipal. Foram elas: Marcilio Pontes dos Santos, Santa Lúcia III, Maria de Jesus Ribeiro, Pedro de Castro Meirelles e Jean Pierre Mingans (essas estaduais) e Novo Horizonte e Rita Bocalom (municipais).

A realização do festival contou com diversas apresentações culturais, entre peças, danças, poesias, além de desfiles de beleza negra. De acordo com o coordenador do núcleo, professor Weiga Menezes, o grande objetivo do Festival, que já está em sua segunda edição, é fazer com que as escolas de Acrelândia, sejam estaduais ou municipais, possam interagir.

“Não existe educação do Município e educação do Estado, então realizamos um projeto que envolvesse toda a educação de nossa cidade e chegamos ao festival, que é na verdade, a culminância de vários outros trabalhos que já são desenvolvidos nas escolas e que agora, estamos interagindo e unindo, para levar o melhor à nossa comunidade”, frisou.

A grande vencedora do dia foi a escola rural Jean Pierre Mingans, que tem como gestor o professor Hamilton Holsbach. Para ele, todas as escolas são campeãs em certo sentido porque conseguiram realizar bons trabalhos.

“Esse festival foi o momento que nos oportunizaram para externalizar o que já trabalhamos, pois quando se fala em escola de famílias agrícolas se pensa apenas em manejo de solo, criações e lavouras, mas nós também trabalhamos com arte, com cultura, com situações que temos em nossa sociedade”, fez questão de dizer.

Quem também estava feliz pelo resultado do trabalho apresentado era o gestor da escola Maria Jesus Ribeiro, professor Josineri Ferreira Roque. A escola realizou diversas apresentações com o tema voltado para a Consciência Negra. “A miscigenação do povo brasileiro é grande e precisamos valorizar o próximo, acabar com o racismo que ainda existe”, frisou.

“Eu era cego, mas agora estou enxergando”, diz aluno do Programa Quero Ler em Acrelândia

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A frase já foi dita por outros milhares de alunos do Programa Quero Ler e também repetida por Francisco Brasilino da Cruz, que participa das aulas de alfabetização ofertadas pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação e Esporte (SEE), no município de Acrelândia.

Aos 42 anos, ele nunca teve a oportunidade de freqüentar um banco da escola. Natural de Tarauacá, passou sua infância e juventude nos seringais da região e nas colônias, ajudando o pai no sustento da casa. Há quase 20 anos morando em Acrelândia, sua rotina de trabalho não mudou muito.

Atualmente, ele é vigia do núcleo da SEE no município e, incentivado pelo coordenador, professor Weiga de Menezes, agora freqüenta as aulas em uma das turmas do Programa que funcionam na Escola Marcílio Pontes dos Santos.

Ele já sabe assinar o nome, o que o deixa muito feliz. “É muito ruim quando a gente chega em um lugar e tem que ficar pedindo aos outros para ler as coisas”, faz questão de dizer. Animado com os estudos, diz que vai dar continuidade e, no ano que vem, pretende se matricular no Programa Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Nessa sua empreitada no mundo das letras, não está sozinho. Conta com a ajuda dos dois filhos, que fazem o ensino regular, nas tarefas da escola. “Meus filhos me ajudam muito e por isso não quero parar por aqui, quero ir mais adiante”, afirma.

No município de Acrelândia, o Programa Quero Ler funciona atualmente com 14 turmas, sendo 8 rurais e 6 urbanas, atendendo um total de 160 alunos, entre eles o próprio Francisco Brasilino. Tudo ainda dentro da primeira etapa que está em andamento. “A segunda etapa vamos iniciar no ano que vem”, informa o professor Weiga.

Em todo o Estado, já são quase 50 mil estudantes no Programa Quero Ler e, até o ano que vem, a meta do governador Tião Viana é alfabetizar 60 mil jovens e adultos, tirando o Acre do mapa do analfabetismo. O governo já solicitou a vinda de um técnico da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) para constatar a nova realidade.

Secretaria de Educação realiza I Exposição de Artes em Acrelândia

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A Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), por meio do núcleo do município de Acrelândia e em parceria com artistas locais, realizou a I Exposição “Lápis e Tela”, com a participação das escolas estaduais e municipais. Foi realizada no Centro de Educação Profissional (Cedup).

Durante todo o dia, alunos das escolas estaduais Marcílio Pontes e Pedro de Castro, e das municipais, Novo Horizonte e Rita Bocalom, tiveram a oportunidade de acompanhar trabalhos de artistas locais, como o pintor Adenilson Martins Gomes, mais conhecido na cidade como Xaolin Brown, de Neide Mara Lima, da artista Inês de Lazoana e da estudante Layanne Gonçalves.

De acordo com a professora Silwany Alves Faino, é a primeira experiência que está sendo realizada no município no que diz respeito a uma exposição de artes, mas que no ano que vem a expectativa é que mais pessoas da comunidade possam participar. Ao todo, mais de 500 alunos conheceram os trabalhos.

A maioria das obras, em torno de 35, é do artista Xaolin Brown. Outros trabalhos foram desenvolvidos pela professora Neide Lima, que é coordenadora de ensino da escola Santa Lúcia III, em parceria com seus alunos.

A partir d material apresentado na exposição, explica Silwany Alves, muitas outras pessoas se apresentaram para também expor trabalhos artisticos. “Por isso, nossa expectativa é que para o ano que vem a gente consiga fazer um evento ainda maior”, disse.

Talento desde a infância

Adenilson Martins, o Xaolin, nunca havia participado de uma exposição de arte. Mas engana-se quem pensa que ele não tem experiência com as tintas e os pincéis. Começou a fazer os primeiros desenhos ainda com sete anos de idade. Hoje, com 27 anos, trabalha numa oficina de moto para sobreviver.

Mas nem tudo são espinhos. Mesmo antes da exposição, ele já havia vendido alguns trabalhos, garantindo a ele uma renda extra. “Ainda não é o suficiente para se manter, mas já ajuda na complementação da renda”, diz.

Ele sempre gostou de pintar. A inspiração, conta, vem das pessoas que desenha. Seu sonho é viver da arte, mas por ora, diz, não é possível, já que o material que utiliza é muito caro e não tem como bancar tudo de uma vez. Mas a sua alegria é saber que a sua arte já inspirou outras crianças em Acrelândia.

“Pinto porque gosto”

A idéia de realizar uma exposição artística logo chamou a atenção da professora Neide Mara Lima. Desde 2011 ela realiza trabalhos apenas como hobby e chegou até mesmo a fazer um curso básico de pintura.

A maioria dos seus quadros, pintados em tela com tinta a óleo, retrata a natureza. “Pinto porque gosto, para me distrair, nunca pensei em vender os meus quadros, faço apenas por vontade de pintar”, faz questão de dizer.

Mas a sua arte começa a fazer diferença  na escola em que é coordenadora. A partir de uma oficina dada para alunos do Mais Educação, percebeu que o rendimento deles, bem como o comportamento e o interesse pelos estudos em sala de aula melhorou bastante.

“Já chegamos até a fazer uma exposição, na escola, dos trabalhos feitos pelos alunos. Tinha de tudo um pouco, bonecas em EVA, flores, tecidos e muitos outros materiais que eles puderam apresentar a partir do incentivo dado a partir da participação com as artes”, explicou.

“Mais Amor, Menos Drogas” é tema de projeto antidrogas da Escola Glória Perez

 

Com os rostos pintados, os alunos fizeram um protesto contra o uso de drogas (Foto: Ariel Lima)

Música, teatro, dança e cinema. Assim foi o encerramento do projeto Mais Amor, Menos Drogas, uma parceria entre a Escola Glória Perez e a Polícia Militar do Estado Acre. Os mais de  400 alunos se reuniram no Teatro Plácido de Castro para comemorar os quatro meses em que desenvolveram diversas atividades voltadas para a prevenção do uso de drogas.

Cada turma da escola apresentou uma performance artística.  Entre elas, a do 2º ano D. Com pinturas no rosto, os alunos fizerem uma intervenção no palco para demonstrar o perigo do uso de drogas.

“As pessoas acham que as drogas é o melhor caminho, mas ao longo do tempo eles percebem que não é. É um caminho que só leva a escuridão”, explica a estudante Poliana Cristina da Silva.

Já os alunos da 2º ano B apresentaram uma peça teatral falando sobre alguns dos motivos que levam os adolescentes ao uso de drogas, como bullyng e problemas familiares. Para a estudante Emilayne Caroline Lima , uma das integrantes da turma, ações como essas motivam os jovens.

Cada turma apresentou uma performance artística (Foto: Ariel Lima)

“Alguns podem achar que é besteira, mas outros podem levar esses ensinamentos para toda a vida. Talvez, quem viu essa peça pode ter tido a consciência que:  ‘Poxa isso está acontecendo na minha vida, eu posso mudar'”.

Segundo a gestora Maria Cristina de Lima, a escola mudou muito com o trabalho da PM. “Nesse momento em que a gente vive, esse trabalho da Polícia Militar é fundamental. A gente estava passando por alguns conflitos e o policiamento entrou, não para repreender, mas em um papel pedagógico, junto aos professores, de prevenção”.

De acordo com o segundo sargento da PM Ourelando de Souza Leão este projeto já aconteceu em diversas escolas da rede pública do Estado. As próximas serão Heloísa Mourão Marques e José Ribamar Batista.

“Essa prevenção serve como um paliativo ao comportamento efervescente da escola, o estado está ajudando os jovens a escolher um destino a vida e uma perspectiva diante da sociedade”, pontuou o  militar.

Centro de Apoio ao Surdo conclui curso de português como segunda língua

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A Secretaria de Educação e Esporte (SEE), por meio da Coordenação de Apoio ao Surdo (CAS) finalizou o Curso de Português como segunda língua na modalidade escrita para professores que atual nas salas de recursos multifuncionais das escolas de Rio Branco. O curso é oferecido desde 2007.

O curso iniciou no mês de abril e, em Rio Branco, atende 111 alunos surdos, somente em Rio Branco. A professora Socorro Rodrigues, coordenadora do CAS, explica que em todo o Estado são mais de 220 alunos surdos matriculados na rede estadual de ensino.

Úrsula Maia, coordenadora de Ensino Especial da SEE explica que o curso de língua portuguesa como segunda língua dos surdos tem a finalidade de fazer com que eles tenham um maior incentivo, chegar ao ensino médio e fazer o Enem com maior proeficiência na língua.

“Esse curso tem a finalidade de fazer com que o surdo tenha um maior conhecimento na escrita e nos, da Coordenação Especial, temos incentivado isso por meio da formação continuada para esses professores”, explicou.

A professora Salete Godoy, que é formadora, destacou que essa capacitação aos professores é fundamental por conta de uma alta rotatividade nas salas de recursos multifuncionais. “Os professores são acompanhados, onde passamos as informações necessárias para que os alunos possam ter o atendimento adequado”, disse.

Essa metodologia diferenciada de ensino do português ao surdo tem ajudado muito quem trabalha na sala de recursos. Como explica a professora Katiuscia Rocha, da Escola Raimundo Gomes de Oliveira, no Conjunto Tucumã.

“Essa metodologia nos ajuda a trabalhar corretamente com o aluno surdo, que melhora seu desempenho em sala de aula, adquire autonomia e até mesmo consegue ampliar o seu vocabulário em Libras. É um processo contínuo de longo prazo, onde ele vai crescendo, socializando e interagindo com os seus pares”, afirmou.

Câmara abre inscrições para a Missão Pedagógica no Parlamento Pedagógico

 

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Estão abertas até 13 de dezembro as inscrições para a 8ª edição do Missão Pedagógica no Parlamento. O programa, idealizado pela Câmara dos Deputados, vai capacitar professores de escolas públicas de todo o Brasil em educação para a democracia, contribuindo para a valorização da escola como espaço de vivência e valores igualitários.

Para participar, o interessado deve estar trabalhando como professor regente, coordenador ou orientador pedagógico dos ensinos fundamental ou médio em escola pública, apresentar o Termo de Ciência e Recomendação da escola e não ter participado de edição anterior do Missão Pedagógica no Parlamento.

edital poder ser acessado na página da Câmara na internet: www.camara.leg.br/evc.

O programa

O Missão Pedagógica no Parlamento é dividido em dois módulos: uma formação presencial de 40 horas, que será realizada em Brasília, de 4 a 8 de junho de 2018, e outra na modalidade de educação à distância, de 50 horas.

O módulo presencial aborda conhecimentos relacionados à democracia e representação, processo legislativo, o papel institucional da Câmara dos Deputados e as funções do Parlamento, à participação do cidadão, conceitos de educação para democracia e letramento político, o papel da escola para a formação democrática e cidadã, conceitos e experiências de projetos pedagógicos de intervenção.

No módulo à distância serão abordadas a construção e a aplicação de projetos pedagógicos de educação para democracia.

Estudantes celebram dia da consciência negra com feira temá

A quadra da Escola Marilda Gouveia Viana, no Bairro João Eduardo, uma das maiores da Baixada do Sol, foi tomada por estudantes, pais de alunos e moradores das comunidades próximas durante a Somos Todos Afro, realizada pela segunda vez pelos profissionais e alunos da unidade de ensino. 

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A feira faz parte do plano pedagógico montado pela gestão e tem como principal objetivo apresentar as temáticas relativas ao Dia da Consciência Negra, celebrado no último dia 20 de novembro.

Segundo o coordenador pedagógico da Escola Marilda Gouveia, Christian Moraes, a data não é de celebração e sim de reflexão. Mais de 90 % da nossa clientela de alunos é negra, mas eles ainda não se identificam assim. Ainda lidamos com preconceito, racismo e violência entre eles mesmos. Nós sentimos a necessidade de trabalhar isso, aliado a ações pedagógicas e apresentações culturais.

Envolvimento dos alunos

Estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) se envolveram nas diversas atividades desenvolvidas durante toda a semana. Exposições artísticas, gincanas, rodas de leitura, exibição de filmes e documentários integraram programação.

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Marlon Silva, aluno do 7º ano, estava entre os estudantes que participaram de um desfile que buscava ressaltar a beleza negra. Segundo ele, atividades deste tipo mostram à sociedade que todos são iguais na busca pelo fim do racismo preconceito.

“A atividade envolveu os alunos e cada um pode interagir em várias iniciativas da feira. Eu participei do desfile, outros das apresentações culturais e mostras. Isso traz a conscientização dos estudantes e da população”, disse.

Estudantes do Ensino Médio vão às urnas escolher os jovens parlamentares acreanos

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Estudantes do ensino médio de 23 escolas de Rio Branco, sendo 21 da zona urbana e duas da zona rural foram às urnas nesta sexta-feira, 24, escolher os representantes do Programa Jovem Parlamentar Acreano (PJPA). Os eleitos terão quatro meses de mandato na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac).

O PJPA é realizado pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE) e em parceria com a Aleac e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que cedeu as urnas para a realização das eleições.

Os debates das propostas dos candidatos antecederam o processo eleitoral em cada escola, onde cada um teve a oportunidade de apresentar suas propostas e debater com os demais estudantes o que vai ser discutido, debatido e apresentado como proposta legislativa.

As eleições foram concorridas. Para se ter uma idéia, somente na escola José Ribamar Batista (Ejorb), de ensino integral, localizada no bairro Aeroporto Velho, eram oito candidatos, fazendo com que fosse instalado, no local, duas urnas para que os alunos pudessem votar.

Uma das candidatas ao PJPA no Ejorb era Bianca Bispo, para quem o Programa é importante porque através dele, diz, o jovem fica sabendo um pouco mais sobre a política e como acontecem as votações na Aleac. Carolina Alves, também candidata, pensa da mesma forma. “É uma oportunidade para os alunos se envolver mais”, diz.

Além dos candidatos, os alunos que tiveram a oportunidade de escolher os representantes para o Parlamento acreano, também consideram excelente a iniciativa do governo do Estado. Para Isaias Silva de Souza, que estuda no segundo ano da Escola Boa União, na Baixada da Sobral, o programa “ajuda a conscientizar os estudantes”.

Na Boa União, aliás, um dos quatro candidatos é Wesley Rocha, do segundo ano, que é cadeirante. Ele tem propostas interessantes, caso seja eleito, para apresentar no Parlamento, entre elas a questão da acessibilidade para os estudantes com dificuldades de locomoção.

Idosos do Quero Ler do Lar dos Vicentinos participam da campanha Novembro Azul

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Idosos do Lar dos Vicentinos, entre eles alunos do Programa Quero Ler, participam da campanha Novembro Azul, que tem como objetivo conscientizar sobre a saúde do homem, sobretudo o que diz respeito a prevenção do câncer de próstata. 

Ao todo, foram realizados 45 exames de PSA e, destes, boa parte participa do Programa Quero Ler, que visa oferecer às pessoas que nunca tiveram acesso ao mundo das letras uma nova oportunidade.

De acordo com a coordenadora do Lar dos Vicentinos, Gislene Chalub, esse momento para os idosos é muito importante porque, segundo ela, a maioria dos idosos, que tem idade entre 60 e 100 anos, nunca realizou o exame. “E para ajudar fizemos então essa parceria com o Centro de Saúde da Vila Ivonete”, explica.

Ela também fez um destaque especial ao Programa Quero que, na sua avaliação, ajudou a dar uma qualidade de vida melhor aos idosos. “Eles são bem participativos e todos os dias é uma descoberta nova para eles”, disse.

Silvana Barros é a professora do Quero Ler e explica que, ao todo, são 16 idosos que participam do programa. “Estamos a sete meses trabalhando com eles, muitos já concluíram o primeiro ciclo, que são de seis meses, e agora vamos abrir outra turma”, afirmou.

Quem participa das aulas é seu João de Oliveira Freitas, de 63 anos. Ele chegou a estudar até a terceira série, mas está aprendendo tudo novamente. “Esse curso do Quero Ler está sendo muito bom, eu já tinha esquecido, mas agora estou voltando a ler e a escrever”, informou.

Além dos que estão aprendendo há também os voluntários, como o seu Gideão Freire de Alencar, de 74 anos. Como possui o ensino médio, ajuda os colegas que estão tendo acesso pela primeira vez as letras. “Acho importante ajudar as pessoas”, enfatizou ele.

Debates com os candidatos antecedem eleições do Programa Jovem Parlamentar Acreano

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Em todas as escolas de ensino médio de Rio Branco, por toda a semana, acontecem debates dos alunos que são candidatos dentro do Programa Jovem Parlamentar Acreano (PJPA), lançado pelo governo do Estado por meio da Secretaria de Educação e Esporte (SEE). As eleições acontecem nesta sexta-feira, 24.

Na escola Heloísa Mourão Marques (HMM) os quatro candidatos realizaram um debate com os alunos no auditório da Escola, onde puderam apresentar suas propostas para o mandato parlamentar, que durará quatro meses, e também ouvir sugestões dos colegas.

O gestor da escola, professor Mauro Sérgio da Cruz, destacou a importância da escola a ser realizada pelos alunos. “É um momento importante para a nossa escola porque efetiva, na prática, o exercício da cidadania, fortalecendo com isso o processo democrático, ajudando nossos alunos a escolher melhor seus representantes”, disse.

Os candidatos da escola HMM são Artêmio Oliveira de Brito, Iorrany Rillary Castro, Sara Isabele dos Santos e Lucas Enrico. Apenas um será eleito, mesma metodologia em todas as 23 escolas de ensino médio onde acontecem as eleições do PJPA.

Para Lucas Enrico, os jovens deveriam deixar de criticar o fazer político e conhecer mais os candidatos. “Eu vejo o programa Jovem Parlamentar como um programa muito bom para as nossas escolas e ele poderia continuar por muitos e muitos anos”, afirmou.

A aluna Iorrany Castro também apóia o programa e destaca que os estudantes sentem falta de uma maior interação com a política. “Sentimos muito a falta disso, do debate e a gente quer fazer o melhor”, disse. Pensamento semelhante tem a candidata Isabele Castro, para que a escola também dado um apoio fundamental.

De acordo com o aluno Artêmio Oliveira, esse processo de escolha dos alunos é fundamental porque “tudo o que conseguimos até hoje foi através do fazer político e essa interação dentro da escola não acontece muito por causa da corrupção, mas esse projeto veio para a gente ter uma interação melhor”, destacou.

Edição do Ciência Itinerante é realizada no município de Senador Guiomard

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A Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), por meio da Diretoria de Inovação, realizou mais uma edição do projeto Ciência Itinerante, agora no município de Senador Guiomard, a 25 km da capital. As atividades aconteceram na Escola de Ensino Fundamental e Médio, 15 de Junho.

Para esta edição foi disponibilizado o Planetário, onde professores e alunos puderam conhecer um pouco mais sobre a astronomia e o universo, e o Instituto de Matemática, Ciência, Filosofia e Ética (IMCF), que levou jogos matemáticos, noções de robótica e a bicicleta elétrica, que já vem sendo apresentada em outras edições.

O Ciência Itinerante em Senador Guiomard alcançou em torno de dos mil alunos de três escolas, sendo duas urbanas e uma rural. Além da 15 de Junho, participaram das atividades também a Santo Izidoro e a Tufic Asmar.

A coordenadora administrativa da escola, professora Dejanira Silva de Almeida, aprovou as ações realizadas na Escola. Os alunos também aprovaram as atividades, principalmente o planetário. Mateus Lima Bezerra, do 8º ano, por exemplo, disse que foi possível aprender um pouco mais sobre os planetas.

Para a estudante Evelyn Lorena, também do 8º ano, considerou a experiência de conhecer o Planetário muito produtiva. “As explicações foram bem dadas e, se pudesse, iria novamente”, disse. Elikésia Gregório, do 6º ano, destacou que teve a oportunidade de aprender mais sobre as constelações e os planetas.

A diretora de Inovação da SEE, Cleide Prudêncio, informou que é a primeira vez que o Ciência Itinerante é realizado no município de Senador Guiomard e um dos principais objetivos é envolver alunos e professores nos saberes, divulgando e popularizando a ciência nos municípios.

Avanir Brito, coordenador do núcleo da SEE, além de destacar a importância do evento, disse esperar que a edição possa ser incluída também no calendário do Viver Ciência do ano que vem. “Nossas escolas participam do Viver Ciência em Rio Branco, mas o fato do planetário estar aqui é uma demonstração de que nosso município está disposto a participar dessa atividade”, disse.

Campeonato de bandas e Fanfarras movimenta escolas e estudantes da capital e do interior

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O 15º Campeonato Estadual de Bandas e Fanfarras, realizado pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), em parceria com a Associação de Bandas e Fanfarras do Acre (Abanfracre), movimentou escolas de diversos municípios acreanos.

Este ano, o evento foi realizado no Ginásio do Sesi e muitas escolas tiveram que vir à capital, Rio Branco, um dia antes, o que não chegou a ser um problema, já que as grandes escolas campeãs foram do interior, sobretudo de Cruzeiro do Sul, que ganharam as principais categorias.

Além de troféus e medalhas, as escolas vencedoras ainda tiveram direito a uma premiação em dinheiro, num total de R$ 25 mil, sendo R$ 5 mil para cada uma das cinco categorias (Percussão tradicional, Percussão melódica, Percussão sanfônica, Percussão marcial e banda marcial).

A diretora de gestão da SEE, professora Rosária Solon, destaca que o objetivo de todas as ações da Secretaria é integrar, sejam alunos, escolas e a própria sociedade, desenvolvendo uma cultura de paz.

“Tem escolas que vieram de locais distantes e estão desde ontem aqui em Rio Branco, pois temos bandas e fanfarras de diversos municípios e, por isso a recepção aos alunos tem sido muito importante, para que eles possam desenvolver o espírito de coletividade”, afirmou.

De acordo o regente da Escola Flodoardo Cabral, de Cruzeiro do Sul, Dafnis Dantas Costa, participar do Campeonato de Bandas de Fanfarras é muito gratificante. Explica que a escola disputa a competição desde 2005. “Já fui aluno da banda e hoje sou professor”, faz questão de dizer.

A escola já ganhou a competição em duas oportunidades, em 2005 e 2008, na categoria infanto-juvenil. Por isso a aluna Aline da Costa Martins, diz estar motivada para participar. “Estou nervosa, mas vou dar o meu melhor”, disse.

Outro regente que também tem história para contar é Neck da Silva Paes, da escola São Luiz Gonzaga, localizada no Distrito de Campinas, município de Plácido de Castro. Há dois anos ele é o regente da banda, que compete na categoria percussão marcial.

“Esse ano trouxemos um repertório diferenciado, menos técnico e com mais músicas populares para o pessoal ouvir e curtir, pois é muito bom ver essa turma junta, animada, sorrindo, fazendo e dando o melhor de si”, fez questão de dizer.

Escolas Campeãs

Percussão Tradicional – Fontenele de Castro (Sena Madureira)

Percussão Sinfônica – Dom Henrique Ruth (Cruzeiro do Sul)

Percussão Marcial – Carlos Vasconcelos (Rio Branco)

Percussão Melódica – Craveiro Costa (Cruzeiro do Sul)

Banda Marcial – Neutel Maia (Rio Branco)

Secretário Marco Brandão palestra para estudantes que são candidatos no PJPA

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Os 198 candidatos do Programa Jovem Parlamentar Acreano, lançado no mês Outubro pelo governo do Acre, por meio da Secretaria de Educação e Esporte (SEE), em parceria com a Assembleia Legislativa (Aleac) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), participam de palestra proferida pelo secretário Marco Brandão.

Os estudantes, todos candidatos, representam as 23 escolas de ensino médio de Rio Branco, sendo 21 na zona urbana e 02 na zona rural. As eleições ao PJPA acontecem no próximo dia 24 de novembro (sexta-feira).

Cada escola elegerá um candidato que, por quatro meses (cada mês representando um ano legislativo), terão a oportunidade de conhecer de perto a rotina do parlamento acreano e, também, apresentar projetos nas mais diversas áreas. O autor do PJPA, na Aleac, é o deputado Daniel Zen, líder do governo.

Na palestra, o secretário Marco Brandão fez questão de destacar a importância da juventude na política.  Citou o filósofo grego Aristóteles, ao destacar que o homem é o único animal que pensa e que consegue fazer juízo de valor das coisas, gerando assim opinião, portanto, política.

Lembrou também do artigo 1º da Constituição Federal de 1988 (CF/88), que fala sobre soberania e estado democrático de direito e ainda o artigo 5º, sobre a liberdade de opinião e expressão do cidadão. “E todos nós, não apenas os jovens, somos responsáveis pelo mundo”, disse.

Os estudantes destacaram a importância do governo do Acre em incentivar a participação do jovem na política. Alexandre Pereira, por exemplo, candidato da escola Raimunda Pará, na Cidade do Povo, disse que desde cedo é preciso aprender a agir em prol da sociedade.

Já Andriel Luy Cabral, da escola José Rodrigues Leite, frisou que o pior analfabeto é o político. “Por isso é muito importante o jovem acompanhar de perto a política a fim de saber o que a sociedade está querendo ou não”, disse.

Pensamento semelhante o aluno Raylan de Oliveira, da escola Henrique Lima, na região do Calafate. Para ele, é importante conhecer por dentro o parlamento e não apenas pelo o que passa nos jornais. “Precisamos saber como funciona para que assim a gente possa ajudar a mudar o Brasil”, afirmou.

NOTA DE PESAR - PROFESSORA MARIA ANDRADE

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GOVERNO DO ACRE

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E ESPORTE (SEE)

NOTA DE PESAR

É com pesar que a Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), por meio da Diretoria de Ensino, comunica o falecimento da servidora Maria Andrade, que trabalhava na Escola Estadual Pedro Martinello, no bairro Montanhês.

O velório acontece na capela da Funerária Bom Jesus, localizada na rua Isaura Parente, a partir das 10h.  O Enterro será às 16h.

Aos familiares e amigos os mais sinceros sentimentos de pesar, rogando ao nosso Deus Pai todo poderoso que possa confortar o coração de todos, recebendo com alegria o seu espírito no Reino Celestial. 

Educação e Segurança se reúnem com gestores para explicar o novo modelo de policiamento escolar

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Em  uma reunião realizada no auditório da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), o governo do Estado, por meio da Policia Militar do Acre (PMAC) e a própria Educação, apresentou aos gestores das escolas de Rio Branco o novo modelo de policiamento escolar que está sendo implantado para garantir segurança aos alunos e professores.

Participaram da reunião a diretora de Gestão da SEE, professora Rosária Solon, o subcomandante da PM, coronel Ricardo Brandão, além de diretores das diversas escolas da capital.

A eles foi informado sobre a criação de uma coordenação de policiamento escolar que está funcionando no Centro de Referência e Inovações para a Educação (CRIE) e também sobre o aumento das viaturas e do efetivo que irá atuar na prevenção nas escolas e na própria comunidade.

Outro objetivo da reunião foi pedir aos diretores o relatório da situação de cada escola para que a equipe do policiamento escolar possa traçar e desenvolver ações visando reduzir os índices de violência dentro e ao redor das comunidades escolares.

A partir do novo formato adotado pelo policiamento, as equipes irão atuar de modo a quem qualquer viatura poderá atender as ocorrências, que estão sendo centralizadas pela coordenação. A idéia, com isso, é otimizar o atendimento, independente do zoneamento da escola.

Outra novidade dentro do novo modelo apresentado são as rondas ostensivas, a serem feitas pelas viaturas dos batalhões, consolidando assim a prevenção de ocorrências no entorno de cada escola.

Participação das equipes

A diretora de Gestão da SEE, Rosária Solon, esclarece que o programa de policiamento está com um novo formato e, a partir dele, terá a participação direta das equipes gestoreas. “O diferencial é que ele vai se trabalhado em parceria com os diretores”, explicou.

Além disso, a eficácia dele será analisada a cada trinta dias. “E caso o programa não venha atender as necessidades das comunidades escolares vamos nos reunir novamente e reprogramar, redirecionando as ações, de modo que a gente chegue ao final do ano letivo em paz e sem violência na comunidade”, afirmou.

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Surtindo efeito

O novo formato de policiamento escolar tem surtido efeito nos poucos dias de operação. Em duas das escolas, onde as ocorrências quebravam a rotina da educação, já é possível ver os primeiros resultados.

Uma dessas escolas é a Pedro Martinello, no bairro Montanhês, parte alta da cidade. De acordo com a diretora Katiane Andrade, a nova rotina melhorou a segurança na escola. “Antes, o policiamento era aleatório, já que era a própria equipe quem decidia qual escola seria atendida”, lembra.

Atualmente, o policiamento visita a escola quatro vezes por semana. Com isso, a comunidade está há quinze dias sem qualquer tipo de ocorrência. Até um grupo no aplicativo whatsapp foi criado para ajudar a comunicação entre os diretores e a coordenação.

“A gente vai se comunicando, aí eu faço um pedido e aí eles dizem se podem vir naquele momento ou não, sem falar no efetivo, que também aumentou”, fez questão de lembrar a diretora.

Quem também está contente com o novo modelo de policiamento escolar é o diretor da escola Edilson Façanha, localizada na região do Calafate, professor Valdemir Nicácio.

Explica que, sem a policia, havia muitas ocorrências e até invasões, mas depois que as equipes passaram a atuar ostensivamente, “Não tivemos mais isso”. “As invasões diminuíram, os professores estão conseguindo dar suas aulase não tem mais ninguém oferecendo drogas”, disse.

Presença dos pais

O coronel Ricardo Brandão dialogou com os diretores destacando que o sucesso dessa nova forma de fazer o policiamento escolar depende, sobremaneira, da participação da comunidade, sobretudo dos pais, a quem cabe a responsabilidade, também, de proteger seus filhos.

“A partir desse formato a idéia é a gente iniciar um processo de envolvimento da comunidade e dos pais, porque a segurança pública e responsabilidade de todos para que a gente possa construir esse ambiente de protagonismo na melhoria da segurança em nosso Estado”, afirmou.

Segundo ele, esse formato será mantido até o final do ano letivo e, a partir daí, será feita uma avaliação, a partir de um seminário, com os pontos positivos e negativos. “Isso servirá para que a gente possa definir uma nova forma de atuação a partir de 2018, devolvendo às escolas o direito do funcionamento tranqüilo, onde o aluno possa ir e ter sua aula, retornando para a sua casa em segurança”, disse.

Educação realiza 15º Campeonato de Bandas e Fanfarras

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O Governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Esporte, em parceria com a Associação de Bandas e Fanfarras do Acre (ABANFACRE), lança nesta terça-feira, 14, no Ginásio do Sesi, o 15º  Campeonato de Bandas e Fanfarras.

Este ano, o evento reúne aproximadamente 20 escolas da rede pública. As competições acontecerão em dois turnos: das 8 às 12h e das 14 às 17h. O Campeonato proporciona aos jovens a inclusão, disciplina e lazer, visando melhorar o comportamento, a auto-estima, o respeito e o desenvolvimento de habilidades musicais e artísticas no ambiente escolar.

Cada equipe participante tem a liberdade para trabalhar seu estilo, sua preferência e repertório, com foco principal na musicalização. 

Ações que incentivam a leitura e escrita de textos são desenvolvidas nas escolas

 

Com a proposta de levar a literatura de forma lúdica por meio da música, encenação, danças e outros meios artísticos, o projeto Literamundo vem ganhado espaço nas escolas. A ideia é do secretário de Estado de Educação e Esporte, Marco Brandão. Desta vez as atividades aconteceram na escola Serafim da Silva Salgado.

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As ações ocorrem nas escolas e o intuito é que venha ser algo frequente conciliando com as atividades que já são realizadas, como a produção de poesias e redações. O projeto serve para incentivar os alunos na leitura e produção de textos de uma forma divertida. A Coordenadora de humanização da SEE, Edinilza Rocha conta que o Projeto trabalha com atividades didáticas para atrair a atenção dos estudantes.

A Academia Juvenil Acreana de Letras (Ajal), uma das parceiras do projeto, busca ajudar no incentivo à escrita e às práticas artísticas dos alunos. “A gente consegue se aproximar mais da escola, participando com eles, tendo um resultado instantâneo após as atividades”, afirma o presidente da Ajal , Jackson viana.

“Através da literatura nós desenvolvemos o nosso conhecimento e por meio das poesias expressamos nosso sentimentos e pelo projeto estamos aqui praticando o que vamos aprendendo”, fala a aluna do 9° ano, Beatriz Rodrigues.

Verdadeira essência

(poesia de Beatriz Rodrigues)

Ser adolescente é gozado

seu corpo muda, sua voz engrossa

Os medos de repente se manifestam

E começamos a notar o mundo em nossa volta.

Sem dúvida. Ser adolescente é complicado.

Na escola, os exercícios se mostram difíceis

Com os hormônios à flor da pele

Nos tornamos incompreensíveis.

Nossa Mente tão jovem é incapaz de ignorar os fatos.

Nossa voz não se cala

Ao se deparar com coisas erradas.

Manifestações, provas concretas da voracidade

Da coragem que a nós foi dada

Fazemos usa da rebeldia contra o que nos faz mal

A fúria dos guerreiros é despertada.

Força que logo se transforma em meiguice

diante da pessoa amada.

Amores platônicos que vem e que vão.

Olhares apaixonados em busca da paixão.

Século 21, 2017 mais que novo

Tecnologia da mais complexa ciência

Jovens com os seus celulares na mão

Esquecem da felicidade

Que é a sua verdadeira essência.

 

Cidadania e prevenção às drogas dão o tom em maratona infantil no Cidade do Povo

 

Antônio Mendes, de 7 anos, acordou cedo, antes mesmo do sol nascer. Escovou os dentes, vestiu o short, a blusa e calçou o tênis. Sacudiu a mãe na cama para fazer o café, e logo se pôs a caminho da escola Frei André Maria Ficarelli, localizada no maior conjunto habitacional da região Norte, o Cidade do Povo, na BR-364. 

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A ansiedade de Toinho, como é carinhosamente chamado pelos amigos e vizinhos, tem um motivo nobre. É a primeira vez que ele participa de uma corrida pedestre. E um gostinho todo especial, pois se trata da 1ª Minimaratona do Proerd Kids, evento que na manhã desta sexta-feira, 3, reuniu mais de 270 crianças de 6 a 7 anos, todos estudantes da rede pública.

A iniciativa é do Programa Educacional de Resistência às Drogas e a Violência, o Poerd, da Polícia Militar do Estado do Acre (PMAC) que já vem atuando na Cidade do Povo com ciclo de palestras e minicursos para crianças, adolescentes e para a comunidade, sobre o risco das drogas para a saúde.

Com o apoio da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE) que garantiu a alimentação e as medalhas de campeões, os policiais militares do Proerd fecharam mais um ciclo de atividades no Cidade do Povo, com mais de 10 mil residências em seus 700 hectares de área.

Governo lança Operação Escola Segura com novas estratégias de policiamento

 

O governo do Estado lançou neste mês a Operação Escola Segura, um conjunto de ações para garantir mais eficiência no policiamento escolar em Rio Branco.

As estratégias fazem parte de um plano conjunto entre o Comando da Polícia Militar do Acre (PMAC) e o Gabinete-Adjunto da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE).

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A partir de agora, vai aumentar a frequência da visita dos policiais às instituições de ensino, garantindo maior presença na comunidade escolar. O coronel Ricardo Brandão, subcomandante-geral da PMAC, explica: “Antes, nossos homens e mulheres atendiam as escolas, segundo o batalhão em que atuavam”.

Desse modo, uma escola que estivesse precisando de auxílio próximo de uma guarnição que fosse de outro batalhão tinha que esperar a chegada de outra radiopatrulha pertencente àquela regional, para ser atendida. “Agora, não. Qualquer batalhão pode atender as ocorrências escolares, independentemente de regionais”, completou.

Paralelo a isso, as rondas ostensivas serão intensificadas no entorno das escolas, no que a PMAC classifica de ‘saturação no perímetro escolar’. Radiopatrulhas estarão nesse trabalho, diariamente, nas 96 escolas de Rio Branco. Em algumas que são consideradas de situação mais crítica para casos de violência, essas rondas serão ainda mais incisivas.

A nova metodologia inclui ainda o trabalho de Inteligência Policial, com vistorias minuciosas do entorno das escolas, além maior frequência de palestras do Programa de Educacional de Resistência às Drogas e à Violência, o Proerd, voltadas aos estudantes, servidores das escolas e comunidade em geral.

As medidas são possíveis graças aos esforços do governo do Estado, ao aumentar a frota de viaturas para esse tipo de policiamento.

“Esses veículos foram adquiridos com recursos da Educação e um dos grandes trunfos dessas novas aquisições é justamente o reforço do Serviço de Inteligência, que permitirá combater às ações criminosas com mais eficiência”, pontua o secretário-adjunto da SEE José Alberto Nunes, o Xaxá.

Conheça os desafios do transporte escolar para estudantes que moram na floresta


Acordar de madrugada, sujeitar-se ao frio e à chuva quando o sol ainda nem nasceu e enfrentar, muitas vezes, lama no inverno e poeira, no verão, não é uma tarefa nada fácil para quem estuda na zona rural de Rio Branco. Para esses bravos jovens, o deslocamento de casa para a escola se torna, muitas vezes, um verdadeiro martírio.rural 1

Mas felizmente, um abnegado time de profissionais da Secretaria de Estado de Educação e Esporte do Acre, a SEE, todos os dias está a postos para que a vida escolar dessas crianças e adolescentes seja a mais confortável possível, minimizando as dificuldades de locomoção pelos ramais da região. Eles integram o Departamento de Transporte e Logística, o DTL, da SEE, um supertime de 1,2 mil servidores, que atende a 400 quilômetros de rotas, em dezenas de ramais, todos os dias, de manhã, de tarde e de noite.

Mesmo tendo sofrido ataques criminosos que causaram a perda de alguns veículos, hoje o DTL tem em sua frota pelo menos 630 veículos, entre os de propriedade do Governo do Estado do Acre, e os alugados, para os mais de 1.200 motoristas e monitores. São ônibus, vans e caminhonetes que permitem mais celeridade e segurança na ida e vinda dos estudantes, em todo o estado.

Para cada ramal é necessário um tipo de veículo adaptado às condições do local. Por isso, nem sempre é possível afirmar para uma determinada comunidade que ela será atendida por um veículo maior ou de determinada característica.

Explica Silvia Mendes, gerente do Departamento de Transporte e Logística da SEE, que “às vezes as pessoas de um local exigem um ônibus, um veículo de grande porte, muito embora não entenda que o ramal delas não suporta”.

“É preciso entender que cada ramal exige um tipo de veículo para que possamos atender a nossos alunos com eficiência. Em ramal com lama, por exemplo, não dá para colocar um ônibus, mas sim um carro pequeno”, completa Mendes.

Os veículos, tanto oficiais como locados, atendem às necessidades dos estudantes por via terrestre e também fluvial, com barcos adequados para esse tipo de transporte.

E até mesmo estudantes de ramais abertos recentemente, em terras dos municípios vizinhos à capital, são garantidos pelo transporte escolar da SEE. Esse é, por exemplo, o caso daqueles que deixam o km 12 do Ramal do Mutum para escolas como a Gloria Peres, a Elozira dos Santos Thomé e a Pedro Martinello, já na zona urbana de Rio Branco.

Comunidade aprova serviços da SEE

A chegada do ônibus escolar aos moradores do projeto de assentamento Walter Arce, localizado no km 25 do Ramal do Jatobá, no município vizinho, Bujari, melhorou significativamente a qualidade de vida dos alunos da escola de ensino fundamental Cosmo Carneiro Torres.

Quem afirma é a agricultora Maria Francisca da Silva, mãe do jovem Antonio José da Silva, de 16 anos, que utiliza o transporte escolar rural há menos de um ano.

“Melhorou muito à vista (sic) do que era antes. Agora meu filho não precisa mais sair cedo de casa e ir andando até a escola. Ele ganhou, no mínimo, duas horas a mais pra ficar em casa desde que o ônibus chegou aqui”, comemora.

Contudo, uma das grandes dificuldades que o setor ainda encontra para atender à comunidade rural, é o acesso aos ramais que passam através de propriedades privadas.

“O esforço do Governo com a secretaria de Educação é muito grande para intervir nesses casos. Ter acesso aos caminhos dentro de propriedades privadas nunca é fácil. Precisamos da autorização dos proprietários e nem sempre conseguimos entrar num consenso. Com isso quem sai prejudicado é o aluno, que fica dias sem ir à escola por conta desse impasse”, lamenta a gerente de Transporte e Logística da SEE.

O Transporte escolar rural zela pelo veículo e pela integridade física dos alunos. “Os servidores que atuam nesse setor, como motoristas e monitores, têm um papel fundamental no progresso escolar dos alunos que moram na zona rural. Sem esses profissionais, haveria uma grande evasão de alunos por falta de transporte, e isso é o que evitamos a todo custo”, ressalta Silvia Mendes.

Sistema segue a rígido processo de regulação

A contratação de todos os veículos que circulam no transporte escolar da zona rural segue a legislação regida pela Agência Reguladora Estadual de Serviços Públicos (Ageacre). Alguns desafios são enfrentados pela SEE para conseguir licitar um transporte.

Um deles é referente à documentação e a concorrência necessária para o veículo escolar. “É exigido um ano mínimo para o carro ou ônibus que vai trafegar nesses locais. Quando o ramal é de tráfego muito difícil, temos dificuldade de encontrar concorrentes para a licitação, ou, às vezes, não tem motoristas que queiram fazer esse trajeto. Falta carro na comunidade, concorrência, e isso prejudica os alunos que precisam ir até a escola”, explica a gerente do DTL, Silvia Mendes.

Os veículos alugados também obedecem a uma série de critérios para se tornarem regularizados. “Precisamos de um laudo de autorização de transporte para que ele possa ser contratado e o veículo também passa por algumas vistorias pela Ageac, o órgão regulador, para só então seguir para os ramais”.

A SEE tem em sua frota 102 carros, 62 ônibus, 40 microônibus e três vans oficiais, todos adquiridos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação. Outros 335 ônibus, 45 caminhonetes, cinco kombis e três microônibus são alugados.

Alunos da rede estadual concluem curso de Reconstrução de Habilidades

 

Estudantes da Escola Padre Carlos Casavechia, no bairro Wanderley Dantas, receberam na última terça-feira, 7, os certificados de participação do curso de Reconstrução de Habilidades de Vida.

Foram 12 encontros com os alunos do 6º ao 9º ano, no contraturno escolar. A formação foi oferecida durante três meses pela Secretaria de Educação e Esporte do Acre (SEE), por meio da coordenação de Humanização e do programa Saúde na Escola.recontrucao-habilidades see-1

A atividade com os estudantes foi conduzida pelo técnico da SEE, Anderson Gomes. O profissional, formado em psicologia, apresentou dinâmicas de grupo, jogos, gincanas e outras atividades que melhoram as relações interpessoais dentro e fora da instituição escolar.

“Nossa proposta trabalha com dez habilidades sociais e como elas podem interferir no dia a dia dessas crianças. Com essa iniciativa nós queremos incentivar o autoconhecimento e a melhoria das relações deles com o mundo”, disse.

Temáticas abordadas

Autoconhecimento, empatia, estresse, comunicação eficaz, pensamento criativo, tomada de decisão e resolução de problemas estavam entre os temas abordados.

Foram 40 horas em sala de aula, divididas em encontros semanais. Os adolescentes que integraram as atividades foram indicados pela coordenação da escola após análise social.

João Vítor, que cursa a 6ª série, disse que mudou suas impressões sobre o curso no decorrer da formação. “No começo eu não gostava, mas vi que o curso seria muito bom para todos nós. Minha mãe me incentivou muito a participar. Aqui nós levamos uma grande lição para a vida, seja com parentes ou amigos”, afirmou o estudante.

A avaliação

O último passo da formação é o encontro com os responsáveis pelos alunos. Experiências com os adolescentes serão apresentadas e os pais terão a oportunidade de expor suas opiniões sobre o trabalho realizado.

Esse método de Treino de Habilidades Sociais teve início na Inglaterra, na década de 1970. A Escola Padre Casavechia foi a primeira no Acre a aderir à modalidade.

Os gestores podem solicitar a formação em outras unidades de educação. Para isso basta entrar em contato com a coordenação de Humanização da SEE, pelo telefone 3213-2323.

Escola João Calvino representa o Acre em etapa nacional do prêmio ‘Respostas para o Amanhã’


Já pensou em reutilizar a água que escorre do ar condicionado? Os alunos do 1º ano B do Colégio Presbiteriano João Calvino planejaram e colocaram em prática o projeto “Água e Vida: Por um Planeta Melhor”, que já economiza mais de 500 litros de água por dia dos equipamentos da instituição.

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A escola ficou entre as 25 finalistas de todo o Brasil na 4ª edição do Prêmio Respostas para o Amanhã. A idéia surgiu em 2014 e foi aprimorada por três anos até chegar ao projeto final, neste ano. O trabalho consiste numa instalação hidráulica de cano, na parede dos fundos, que capta as gotas de água que vazam de todos os condicionadores de ar da instituição.

Sobre a participação no Prêmio, o professor Paulo Cezar Augusto, orientador dos alunos neste projeto, conta que o intuito é contribuir para tornar o mundo um lugar melhor. “São muitos projetos inscritos e alcançar essa posição nos mostra que estamos no caminho certo da educação escolar. Este é um passo importantíssimo na produção de conhecimento no Brasil e o que nós podemos fazer pelo avanço da educação no estado, estamos fazendo para divulgar nossos conhecimentos”, celebra.

A premiação reúne projetos de professores e alunos do ensino médio da rede pública de todo o país. Nesta 4ª edição do ‘Respostas para o Amanhã’, o número de inscrições foi um sucesso, contabilizando 1.371 projetos inscritos, 953 escolas participantes, 1.057 professores participantes e 41.929 alunos envolvidos.

“A escola tem um diferencial que, além de trabalhar o currículo e conteúdos necessários, trabalha também questões ambientais, como o reaproveitamento da água. Nosso eixo é tratar essas questões para que eles tenham preocupação com o espaço onde vivem”, explica o professor.

O projeto foi apresentado à sociedade na 3ª Mostra Viver Ciência, realizada este ano. A iniciativa científica por parte da escola já ocorre desde a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência –SBPC, em 2014, participando, também, de todas as feiras de ciência do estado. “A escola apresentou o maior número de projetos na Mostra. Para nós, está sendo um ótimo reconhecimento representar o Acre numa competição nacional com a questão ambiental. Queremos melhorar o nosso ambiente”, explicou a aluna Mariane Alencar, integrante da turma.

O propósito da escola é incentivar os alunos a produzirem conhecimento. “Produzir algo que seja real e que faça a nossa vida melhorar a questão de energia, do aproveitamento dos recursos naturais. A nossa ideia é que eles saiam daqui com essa vontade, de querer participar da produção de conhecimento”, destaca o professor.

A Secretaria Estadual de Educação e Esporte (SEE) tem sido parceira da escola nesse sentido. Os professores envolvidos no projeto reforçam a necessidade de se investir em trabalhos como este, que oferecem retorno à instituição de ensino, tornando-se uma motivação para mostrar a importância do trabalho realizado pelos estudantes.

O Prêmio

O Prêmio Respostas para o Amanhã está na sua 4ª edição e tem por objetivo estimular e difundir projetos desenvolvidos por alunos da rede pública do Ensino Médio, sob a coordenação de um professor. No próximo dia 25 de novembro, o concurso vai divulgar a escola vencedora em âmbito nacional.

A competição incentiva a realização de projetos que acessem conhecimentos científicos, formulem e proponham soluções simples para melhorar o lugar onde os alunos vivem, contribuindo, assim, para uma sociedade mais sustentável.

O Prêmio desafia jovens a investigar as comunidades onde vivem e a elaborar projetos que apresentem soluções simples, a partir dos conteúdos das áreas das Ciências da Natureza e da Matemática, para melhorar o lugar a que pertencem.

Secretaria de Educação mostra práticas exitosas das escolas rurais de Rio Branco

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Escolas rurais apresentaram projetos realizados durante o ano. Foto: Stalin Melo

A Secretaria de Educação e Esporte (SEE), por meio da Coordenação de Ensino Rural, realizou uma mostra das atividades e das práticas exitosas realizadas pelas escolas, sobretudo as de difícil acesso, ao longo do ano letivo, na quadra da escola Heloísa Mourão Marques.

De acordo com o coordenador de ensino rural da SEE, professor Ricardo Oliveira, são ao todo 67 escolas que apresentam trabalhos, todas de Rio Branco, sendo 24 com gestão e 43 com classes multisseriadas e com o Programa Asas da Florestania.

Entre elas estão Santiago Dantas, Major João Câncio, Ruy Azevedo, São Pedro I, São Camilo, Uirapuru, Orvalho da Floresta, Tiago Lindoso, Recife I, Cumaru, Novo Paraíso, Maria do Carmo Dias e Ercília Feitosa.

Os trabalhos apresentados são projetos desenvolvidos por professores e alunos, como jogos didáticos, projetos de leitura, jogos matemáticos, portifólios, cadernos de produção, dramatizações, exposições, contos, poemas e até receitas de medicamentos alternativos da própria floresta.

Ricardo Oliveira faz questão de dizer que o grande objetivo das apresentações é mostrar que as escolas rurais realizam tantos trabalhos, projetos e exposições quanto as escolas da zona urbana. “E todos esses trabalhos com grande qualidade e dedicação das equipes”, explicou.

Na escola Santiago Dantas, por exemplo, localizada na km 15 da rodovia AC 090 (Transacreana), os alunos levaram um sistema solar montado pelos próprios alunos e também um insetário, com espécies capturadas pelos próprios alunos, onde eles tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre ciência.

A Escola Recife I, uma das mais distantes, localizada à margem do rio Iaco, levou um projeto de reciclagem de lixo e um trabalho dos alunos sobre os medicamentos alternativos utilizados na própria comunidade.

Um bom exemplo de trabalho realizado na zona rural é a escola Ruy Azevedo, que este ano ficou em 9º lugar, etapa estadual, no Prêmio de Gestão Escolar (PGE), tendo sido a única de Rio Branco a ficar entre as dez melhores escolas do Acre.

Lendo para todos

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Projeto de leitura fez alunos dialogar com a própria comunidade. Foto: Stalin Melo

Entre os trabalhos desenvolvidos pelas escolas, um que chamou a atenção foi o da aluna Dioneide da Silva Oliveira, que está no terceiro ano do ensino médio pelo Programa Asas da Florestania e coordenado pela professora Eva Oliveira, da escola Uirapuru.

Trata-se de um projeto onde os alunos, na própria comunidade onde residem, o São Bernardo, realizam a leitura para os pais, pois a maioria não sabe ler e nem escrever. Por outro lado, ouvem as mais diversas histórias de vida, aprendendo também sobre o próprio local onde vivem.

Quanto a Dioneide, ela fará o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) já na próxima semana e pensa e cursar Pedagogia. Após formada, pretende voltar para a comunidade e ensinar a leitura para as crianças e, se preciso, também para os adultos.

Para isso, ela tem vencido muitas dificuldades. Anda diariamente meia hora por dentro da mata até chegar à escola. “Como moro no Cachoeira e a escola fica na São Bernardo, tenho que andar por dentro da mata todos os dias, mas estou vencendo estas dificuldades”, faz questão de dizer.

No Acre, mais de 54 mil candidatos estão inscritos no Enem 2017

 

As provas do Exame Nacional do Ensino médio (Enem) estão chegando, e no Acre, estão inscritos 54.379 candidatos. Desse total a maioria dos participantes é da capital com 34.710 candidatos, seguido do município de Cruzeiro do Sul com 8.240.

O número de participantes deste ano é 11% menor, do que o Enem de 2016, quando o estado teve 61.146 inscritos.  A redução no número de inscrições é consequência do Enem ter deixado de certificar o ensino médio.

A partir desse ano, essa certificação volta a ter uma prova específica para esse fim e está na responsabilidade do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).

Do total de participantes no Acre, 57,3% são mulheres e 42,7% são homens. A faixa etária com o maior número de candidatos é de 21 a 30 anos de idade, com 21.581.

Em relação ao nível de escolaridade 74,8% já concluiu o ensino médio, 19,7% é concluinte este ano e 4,5%, são os chamados treineiros, que concluirão o ensino básico após 2017.

Provas dias 5 e 12 de novembro

 

Os dias de aplicação das provas também são novidade nesta edição. As provas serão realizadas em dois finais de semana consecutivos, 5 e 12, de novembro, em todo os estados da Federação. No Acre, os testes serão em 17 municípios.

O exame é o principal instrumento para o ingresso de estudantes nas universidades públicas brasileiras. Os testes são de responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Ejorb é vice-campeã na Mostra Brasileira de Foguetes

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As escolas de tempo integral  veio para ficar. Um exemplo do sucesso desse modelo de educação foi a participação da Escola José Ribamar Batista (Ejorb) na 11ª Mostra Brasileira de Foguetes, que aconteceu entre os dias 23 e 26 de outubro na cidade de Barra do Piraí, no Rio de Janeiro.

A Ejorb ficou na faixa das escolas vice-campeãs do evento que, além do lançamento de foguetes tem ainda palestras, diversos planetários e oficinas. Participaram das atividades os alunos Rafael Alves e Elivan Alves, do segundo ano, que foram coordenados pelo professor de Física Fernando Ramirez.

É a terceira vez que a escola é selecionada para participar tanto da Mostra quanto da Olimpíada de Astronomia. Em 2015, neste evento, a Ejorb conquistou medalhas de ouro e prata e no ano passado medalha de prata. “Este ano, porém, foi a primeira vez que participamos da mostra lançando foguetes”, explicou o professor.

Para ser selecionada, as equipes deveriam lançar cada foguete a uma distância mínima de 120 metros. Durante a apresentação, feita sem a ajuda do professor, os alunos conseguiram lançar a uma distância de 138 metros. “Por apenas três metros não ficamos na faixa dos campeões, lembrou Ramirez.

A partir de agora, de acordo com ele, já inicia a preparação dos alunos para o evento do ano que vem. “Foi a nossa primeira vez e não tínhamos noção de como funcionavam as atividades, mas da próxima vez será diferente, vamos conseguir render muito mais”, disse.

“A Mostra é, na verdade, um estímulo à ciência, e por isso, acreditamos que nossos alunos fizeram bonito porque competiram com instituições federais e escolas particulares, mostrando que estamos no mesmo nível desses competidores que já tem experiência”, destacou.

Participação dos alunos

Fernando Ramirez fez questão de destacar a participação dos alunos na Mostra. Segundo o professor, em nenhum momento dos alunos demonstraram nervosismo na hora de apresentar os trabalhos e tampou na hora do lançamento dos foguetes.

“Muitas equipes ficaram nervosas na hora de colocar o foguete na base, mas eles (Rafale e Elivan) não, eles tiveram muita frieza, paciência e conhecimento para fazer o lançamento. Inclusive, muitas equipes, na hora, sequer conseguiram chegar aos 120 metros”, lembrou.

Chegar aos 200 metros

A partir da experiência deste ano, o professor Fernando acredita que, ainda este ano, os alunos conseguirão fazer com que os foguetes lançados por eles cheguem a 200 metros.

“Disso eu não tenho a menor dúvida. Nossa meta já para esse ano é essa e, na Mostra do ano que vem certamente estaremos entre as escolas campeãs”, fez questão de afirmar.

Escola Serafim da Silva Salgado realiza IV Mostra de Ciências

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Alunos apresentam trabalhos em diversas áreas do conhecimento. Foto: Thiago Bezerra (Ascom/SEE)

Como forma de reforçar a importância do ensino-aprendizagem da Ciência, Física, Matemática e suas Tecnologias, a Escola Serafim da Silva Salgado, localizada no bairro da Sobral, promoveu no último sábado, 28, mais uma “Mostra de Ciências”. A iniciativa reuniu alunos do 4º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

Os visitantes puderam observar o ramo de conhecimento das Ciências e de outras áreas com as explicações dos alunos e seus experimentos. A ideia principal do evento é fazer com que os alunos, após o aprendizado da teoria em sala de aula, desenvolvam na prática grandes pesquisas científicas.

Para Adoneison Nascimento, do 9º, a mostra vem para despertar novos conhecimentos e aptidões profissionais. “O evento é uma grande oportunidadede aprender mais e compartilhar o saber com os outros colegas. Com diversos temas expostos, você descobre em qual carreira quer atuar profissionalmente, se é na física, química, biologia entre outras”, afirma.

De acordo com a coordenadora pedagógica Egina Carli, o trabalho é resultado da interdisciplinaridade e de um projeto da escola no semestre letivo.“A Mostra de Ciências é um enorme instrumento para aproximar a teoria da prática de atividades científicas. É um momento que contribui para despertar o interesse pela ciência e áreas afins, além de estimular a formação de pesquisadores”, destacou.

Na feira, o trabalho elaborado por pesquisadores e acadêmicos do curso de Física da Universidade Federal do Acre (Ufac) sobre o tema “Bobina de Tesla, foi sucesso entre os alunos. Sob a orientação do professor de física Israel Herôncio, o equipamento gera energia sem necessidade de fios.

Um transformador que leva energia à longas distancias, como controle remoto e  até o rádio. Este projeto foi apresentado na III Mostra Viver Ciência, nos dias 19 e 20, na Ufac.

O professor afirma que a feira é um momento importante para que os estudantes interajam com a física, pois o eletromagnetismo quase não é discutido e abordado com os alunos. “Esse evento aproxima os estudantes e professores, proporcionando um envolvimento importante. Isso desperta o lado científico de cada aluno”, enfatizou.

A mostra reuniu alunos dos dois turnos que expuseram seus projetos de pesquisa, sob a orientação dos professores de Geografia, Química, Física, Biologia e do Gestor da Escola, Veridiano Alves de Lima.

Secretaria de Educação realiza formatura do Curso de Metodologia para o Ensino de Libras

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Curso teve a duração de 320 horas. Foto: Mardilson Gomes

 

A Secretaria de Educação e Esporte (SEE), por meio do Centro de Apoio ao Surdo (CAS), realizou a formatura do curso de Metodologia para o Ensino de Libras,  que aconteceu no Centro de Referência de Inovações para a Educação (CRIE).

O curso contemplou 18 alunos, entre professores surdos, professores da rede e comunidade em geral e teve uma duração de 320 horas/aulas. A partir de agora, eles estão habilitados a trabalhar com a linguagem de sinais nas escolas públicas do nosso Estado.

Foi ministrado pelo professor Sebastião Alves, que já trabalha na Educação há onze anos e especificamente com libras há cinco. Ele explicou que o curso foi ministrado em duas etapas, a primeira foi o ensino de libras para os novos instrutores e a segunda o ensino da língua portuguesa. “Fico feliz em ver o crescimento e a aprendizagem dos alunos”, disse.

Entre os formandos está Aline Cristina Menezes. Formada em Serviço Social ela disse que vai trabalhar com libras e que pretende aprender mais e fazer cursos de capacitação. “Quero aprender ainda mais, superei as dificuldades da aprendizagem e quero continuar estudando”, afirmou.

A coordenadora Socorro Rodrigues, fez questão de explicar que o CAS é um centro de formação para professores da rede estadual de ensino que atua em três frentes distintas.

Uma é o curso de libras, que está sendo finalizado agora, a segunda é a capacitação dos professores de salas multifuncionais e a terceira frente são as oficinas de libras. “Temos inclusive equipes que saem do CAS e vão até as escolas onde tem alunos surdos para que possa haver uma interação entre eles e os ouvintes”, explicou.

O CAS chega a atender em torno de 700 pessoas com os cursos e oficinas que são oferecidos, incluindo os professores que vem dos municípios fazer as capacitações. “Já tivemos até professores do Jordão que realizaram capacitações conosco”, fez questão de explicar.

Secretaria de Educação oferece curso de alfabetização em Braille

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A Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), por meio do Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre (CAP/AC), está oferecendo um curso de alfabetização no sistema Braille, que será ministrado pela professora Nercy Luiza Barbosa.

O curso terá a duração de 80 horas/aula e as inscrições podem ser realizadas nos dias 30 e 31 de outubro (segunda e terça), das 8h às 11h e das 14h às 17h no próprio CAP, localizado na rua José Gomes de Freire, 650, ao lado do antigo Barral y Barral e em frente a Delegacia de Flagrantes (Defla).

Será realizado entre os dias 06 de novembro e 12 de dezembro, de segunda a sexta-feira, sempre das 18h às 21h. O curso tem como objetivo desenvolver a metodologia de alfabetização no sistema Braille por meio de atividades e recursos pedagógicos que contribuam para o processo de alfabetização da criança cega.

Para realizar a inscrição, o interessado deve ter, no mínimo, 18 anos e ensino superior ou médio. Para professor de Ensino Especial (AEE) e professores de sala comum serão destinadas 10 vagas, para coordenadores de ensino, pedagógico e gestores, 03 vagas, para servidores do CAP/AC, 03 vagas, 02 vagas para pessoas com deficiência e 08 vagas para a comunidade, num total de 26 vagas do curso.

O curso de alfabetização em Braille será oferecido nas modalidades presencial e à distância e para obter a certificação será necessário uma freqüência mínima de 75% e alcançar aprovação tanto nas avaliações práticas quanto teóricas. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone 3226-3826.

Secretaria de Educação oferta curso de Braille para professores e comunidade

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A Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), por meio do Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre (CAP/AC) oferta um curso de Braille para professores do Atendimento do Ensino Especial (AEE), professores de salas comuns e também à comunidade.

O curso, que será ministrado pela professora Maria de Fátima Souza dos Santos, terá uma carga horária total de 120 horas/aula e as inscrições serão realizadas nos dias 30 e 31 de outubro, das 8h às 11h e das 14h às 17 no próprio CAP/AC, localizado na rua José Gomes Freitas, 650, ao lado do antigo Barral y Barral e em frente a Delegacia de Flagrantes (Defla).

Ao todo, serão oferecidas 26 vagas, das quais 12 serão para professores do ensino especial e salas comuns, 03 vagas para servidores do próprio CAP/AC, 02 duas vagas para pessoas com deficiência visual (baixa visão e cegueira) e 09 vagas serão disponibilizadas para a comunidade em geral.

Entre os pré-requisitos do curso está a idade mínima de 18 anos e a necessidade de ter o ensino médio completo. Para o cursista com cegueira, este necessita ser alfabetizado no sistema Braille, além de apresentar certificado correspondente à sua escolaridade.

Além de capacitar os professores e as pessoas da comunidade, o curso leitura e escrita no sistema Braille irá fornecer a teoria e as técnicas para que o deficiente visual seja inserido na sociedade, colaborando com o desenvolvimento e a aprendizagem da pessoa cega.

Será ofertado nas modalidades presencial e à distância e, para ser aprovado, o aluno necessita ter pelo menos 75% de participação efetiva, além de alcançar aprovação nas avaliações práticas e teóricas. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone 3226-3826.

Governo do Estado anuncia novas estratégias para garantir mais segurança nas escolas

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Ações do Policiamento Escolar serão centralizadas no Crie, com a criação de uma coordenação. Foto: Mardilson Gomes

 

Representantes da Polícia Militar do Acre (PMAC) e das secretarias de Estado de Educação e Esporte (SEE) e de Segurança Pública (Sesp) anunciaram ontem uma nova estratégia que irá garantir mais segurança nas escolas de Rio Branco, por meio do policiamento escolar ostensivo.

Além das sete viaturas, que já atuam no dia a dia das escolas, outras duas irão reforçar a equipe, totalizando nove veículos, num trabalho de policiamento que será centralizado numa coordenação que funcionará no Centro de Referência de Inovações da Educação (Crie).

De acordo com o secretário-adjunto de Educação, José Alberto Nunes, o Xaxá, "este é um compromisso da administração do governador Tião Viana, que não mede esforços para garantir mais segurança aos estudantes".

"Esses veículos foram adquiridos com recursos da Educação e um dos grandes trunfos dessas novas aquisições é justamente o reforço do serviço de inteligência, que permitirá combater as ações criminosas com mais eficiência", ressalta Xaxá.

Da solenidade de remanejamento e entrega das viaturas participaram o secretário de Estado de Segurança, Emylson Farias, o tenente João Jácome, a diretora de gestão da SEE, professora Rosária Solon, e o diretor da escola Edilson Façanha, professor Valdemir Nicácio.

Segundo o coronel Atahualpa Ribera, o policiamento escolar nunca deixou de existir, mas estava desconcentrado. “A partir de agora, estamos concentrando todo o policiamento escolar numa única coordenação e, com essa mudança de estratégia, vamos focar nas escolas com maior necessidade”, explicou.

O tenente João Jácome, por sua vez, destacou que, nesse momento, três escolas serão atendidas com policiamento permanente. São elas: a Edilson Façanha, na região do Calafate, a Pedro Martinello, no Montanhês, e a Sebastião Pedrosa, no Segundo Distrito. “Isso não quer dizer que não vamos atender as outras escolas, mas a partir de agora daremos prioridade às necessidades específicas de cada regional”, disse.

 

O secretário Emylson Farias também participou da entrega e remanejamento das viaturas. Para ele, como o setor da segurança é muito dinâmico, o que está sendo feito agora é colocar uma base única, direcionando o atendimento dos batalhões. “A gente direciona esse policiamento para os locais mais sensíveis, sem prejuízo aos demais”, afirmou.

 

A diretora de gestão da SEE, professora Rosária Solon, frisou que essa nova estratégia para o policiamento escolar era um desejo dos gestores escolares. “Os diretores fazem um trabalho excelente e essa medida do governo do Estado vai amenizar muito o conflito pelo qual os diretores estão passando nesse momento”, destacou.

 

Polo UAB de Rio Branco realiza encontro de Coordenadores Educacionais

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Foi realizado no último dia 20/10, nas dependências da Universidade Federal do Acre  - UFAC - o encontro de Coordenadores de Polo UAB do Estado do Acre. Participaram os coordenadores dos polos dos municípios de Acrelândia, Brasileia, Cruzeiro do Sul, Feijó, Tarauacá, Rio Branco, Sena Madureira e Xapuri.

O encontro aconteceu no momento que o Acre estava mais como destaque nacional, sediando a Etapa Regional do Prêmio Gestão Escolar, evidenciando as práticas do governo no apoio à educação de qualidade em todos os níveis.

Durante o evento ocorreu a votação e posse dos representantes legais do Fórum Estadual de Coordenadores de Polo do Estado do Acre - FECOUAB\AC. O Fórum se fortalece por ser um espaço de diálogo proporcionado pelo grupo.

UAB – Universidade Aberta do Brasil

Criada em 2005, o sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) é integrado por universidades públicas que oferece cursos de nível superior para camadas da população que tem dificuldade de acesso à formação universitária, por meio do uso da metodologia da educação a distância. O público em geral é atendido, mas os professores que atuam na educação básica têm prioridade de formação, seguidos dos dirigentes, gestores e trabalhadores em educação básica dos estados e municípios.

Nota de Falecimento

Nota de pesar



É com doloroso pesar que a Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE) comunica o falecimento da professora Patrícia Nunes Miranda.

Atualmente parte do quadro de professores titulares da Universidade Federal do Acre, a profissional faleceu na manhã desta quarta-feira, 18, vítima de complicações decorrentes de pneumonia.

Por dez anos, Patrícia foi professora e intérprete da Língua Brasileira de Sinais da SEE, onde atuou em diversos setores da Educação Especial. Sua dedicação e carinho pelo ensino a estudantes com deficiência auditiva foi marca indelével de sua passagem por este mundo.

O féretro está sendo velado na Capela São Francisco, na rua Isaura Parente, próximo à pizzaria Maria Farinha. O sepultamento acontece às 16 horas desta quinta-feira, 19, no cemitério Morada da Paz.

Secretaria de Educação e Esporte do Estado do Acre

Rio Branco- Ac, 18 de outubro de 2017

 

FLOR BRANCA LUTO

Educação realiza I seminário da pessoa com deficiência visual: da alfabetização em Braille à tecnologia assistiva

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Seminário foi voltado para professores e coordenadores do ensino especial. Foto: Mardilson Gomes

 

A Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), por meio do Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre (CAP/AC) realizou o I Seminário de Educação da pessoa com deficiência visual: da alfabetização em Braille à tecnologia assistiva.

O evento foi realizado no auditório da SEE e teve como finalidade aprofundar e debater a formação dos professores, gestores e coordenadores que trabalham com deficientes visuais. Hoje, no Acre, são mais de mil alunos com baixa visão e em torno de 50 cegos, como explica a coordenadora do CAP, Gercineide Maia.

Do Seminário participaram a coordenadora de ensino especial da SEE, Úrsula Maia, a presidente do Conselho Estadual de Educação (CEE), Iris Célia Cabanellas, representantes da Ufac, da Associação das Pessoas com Deficiência Visual e o promotor da Defesa das pessoas idosas e pessoas com deficiência do Ministério Público (MPE), Rogério Munoz.

De acordo com Gercineide Maia, ainda, o evento é parte do programa de formação do governo do Acre. “Com uma formação sólida eles podem alfabetizar nossos alunos e também orientar os professores nas salas comuns”, explica.

Para a professora Úrsula Maia, o processo de alfabetização dos alunos cegos é uma preocupação na medida em que eles acabam, de acordo com ela, abandonando o ensino do Braille. “O que queremos é que esse código de linguagem seja a porta de entrada para o aluno cego, levando ele a desenvolver sua autonomia e sua autoestima”, afirma.

O promotor Rogério Munoz destacou os avanços do governo no atendimento às pessoas com necessidades especiais. “O Estado vem garantindo os direitos das pessoas com deficiência há muito tempo e esse seminário eu vejo como um avanço, uma nova etapa que o Estado passa a oferecer de forma mais ampla”, fez questão de dizer.

Durante o seminário, o governo do Acre, por meio da SEE, celebrou um convênio com o MPE para garantir serviços, como a produção de cartilhas em Braille e até em audiolivros para que mais pessoas possam ter acesso às formações e cursos oferecidos pelo Ministério Público. “Isso é efetiva inclusão”, disse. 

Educação promove palestras em alusão ao mês do idoso

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Acre possui mais de 54 mil idosos, o que corresponde a 7% da população. Pensando na qualidade de vida dessa parte da comunidade, a Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE) promoveu uma tarde de palestras em comemoração ao mês do idoso.

DSC 0171O evento aconteceu no auditório do Secretaria de Educação (Foto: Ariel Lima)

A diretora de Humanização, Ednilza Rocha, explica que as palestras são voltadas a todos os servidores da Educação do Estado. “Vamos abordar o que nós queremos hoje e consequentemente, o que nós queremos para o nosso futuro, pois se nós pensarmos hoje na questão do idoso, nós estamos pensando no nosso futuro.”

 

O evento foi uma parceria entre a SEE, Defensoria Pública do Estado e Secretaria Estadual de Saúde.

A defensora pública e membro do Conselho do Idoso, Flávia do Nascimento Oliveira, uma das palestrantes, abordou o tema Violência Contra os Idosos. Para a palestrante, saber identificar os tipos de violência e o que rege o estatuto de idoso é fundamental para que todos possam se defender. “Falar sobre o envelhecimento é importante para todos, desde a criança até o idoso, porque todos vão envelhecer.”

Outro tema abordado, dessa vez pela nutricionista e coordenadora da divisão de alimentação e nutrição da Sesacre, Deltirene Cardoso, foi o processo biológico e fisiológico de envelhecimento e alimentação saudável na terceira idade.“Violência Contra os Idosos” foi o tema da palestra da defensora pública Flávia Oliveira (Foto: Ariel Lima/SEE)

“A alimentação é apenas um dos itens que está dentro do envelhecimento ativo e saudável. Você pode ter doenças em consequência de uma má alimentação e você tratar doenças através da alimentação”, concluiu Cardoso.

Alunos da Educação de Jovens e Adultos lotam o Teatrão para o Talenteja

Festa de talentos. Foi assim a primeira edição do Festival de Talentos da Educação de Jovens e Adultos de Rio Branco que aconteceu na quinta-feira, 5. Alunos de oito escolas da regional São Francisco apresentaram números especiais de música, dança e teatro no Teatro Plácido de Castro.

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Festival de Talentos reuniu alunos de oito escolas da regional São Francisco (Foto: Mardilson Gomes)

 

De acordo com a coordenadora do Eja, Fernanda Nóbrega, essa primeira edição é um projeto piloto que tem o objetivo de ser estendido, no próximo ano, a todas as escolas da capital. "É uma forma de mobilizar os nossos alunos para mostrar os seus talentos, onde a gente pode conhecer a arte dos nossos alunos", complementa.

O projeto foi desenvolvido pelos coordenadores pedagógicos da Cojeape, Francisco Gonçalves e Gilmara Rodrigues. Competiram 12 números especiais que envolviam música, teatro ou dança. Além disso, nove participantes da comunidade escolar também fizeram apresentações para alegrar ainda mais a noite.

A premiação

Ao final, três ganhadores classificados em primeiro, segundo e terceiro lugar receberam troféus e premiação de 500, 400 e 300 reais respectivamente. A grande ganhadora da noite foi a estudante Josiane Oliveira da escola Lindaura Martins Leitão. A estudante apresentou um número musical com uma canção religiosa.

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O primeiro lugar ficou com o número musical da estudante Josiane Oliveira (Foto: Mardilson Gomes)

 

 

"Uma música que mexe muito comigo, é um música que eu amo de verdade, representa minha fé, minha vida, é uma oração, a gente canta e eu sinto a presença de Deus através dela" afirmou a ganhadora.

O segundo lugar ficou com o estudante Bruno Sacramento da escola Carlos Casavéquia. "Eu fui incentivado a cantar, estou aprendendo a tocar agora, e aceitei o desafio e consegui, estou no segundo lugar e está bom demais para um iniciante".

O grupo teatral da escola Djalma Teles Galdino conquistou o terceiro lugar. Os seis estudantes, capitaneados pelo professor Nelson Santos apresentaram uma peça com o tema gravidez na adolescência.

 

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CAP promove formação continuada para professores de Educação Especial

A inclusão do deficiente visual na sociedade é um processo desafiador, tanto para as famílias quanto para os profissionais. Por isso, a Secretaria de Educação e Esporte (SEE), por meio do Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual do Acre (CAP/AC), promoveu uma formação continuada para os professores.

Aproximadamente 140 professores, todos da rede pública do Estado, participaram da formação, que  teve como objetivo garantir uma melhor qualidade no atendimento educacional especializado no âmbito da tecnologia assistiva.

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(Formação é destinadas a todos docentes. Foto : Thiago Bezerra (Ascom See).

A professora e supervisora da equipe do Atendimento Educacional Especializado (AEE), Maria Auxiliadora, afirma que as tecnologias assistivas são um dos elementos fundamentais para se promover a inclusão escolar, assim como a formação de professores e a acessibilidade física.

“Essas tecnologias permitem a equiparação de oportunidades, pois oferecem recursos para que os alunos com deficiência tenham as mesmas possibilidades de aprendizado que os demais alunos”, disse.

Livros falados, línguas (Libras), sistemas de leitura (Braille), computadores adaptados, celulares entre outros materiais acessíveis, são algumas ferramentas que auxiliam a comunicação e o aprendizado de quem tem necessidades especiais.

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Capacitação amplia acesso entre professores e alunos. (Foto: Thiago Bezerra (Ascom See).

Estes recursos, explica ela, estão disponíveis no ambiente escolar para garantir o direito à educação inclusiva, favorecendo a participação do aluno com deficiência nas diversas atividades do cotidiano escolar.

Esse atendimento oferecido para jovens e crianças possibilita que os alunos com necessidades especiais trilhem diferentes caminhos para o aprendizado. “Todos nós temos condições de aprender. A deficiência é apenas uma característica do ser humano. Nós não devemos focar na deficiência, e sim no potencial do ser humano”, analisa a professora.

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Capacitação amplia trabalho dos professores. Foto: Thiago Bezerra (Ascom See).

“O conhecimento sobre a Tecnologia Assistiva ( TA) na escola vai instruir, especialmente, o professor do AEE, o que traz implicações relacionadas à formação desse profissional. É muito importante que o profissional mantenha-se atualizado e capacitado para a execução do seu trabalho, onde vários cursos, inclusive gratuitos, estão disponíveis na instrução sobre Tecnologias da Informação e da Comunicação de uma forma gera”, explica a coordenadora do CAP- Acre, lembra Gecineide Maia, coordenadora do CAP.

O que é Tecnologia Assistiva?

Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidade ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.

Alunos da Escola Clícia Gadelha, no São Francisco, recolhem uma tonelada de garrafas pet

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Os alunos do terceiro ano da escola Clícia Gadelha realizaram a culminância do projeto “São Francisco sem pet”, com o recolhimento de uma tonelada de garrafas descartáveis. O projeto foi coordenado pela professora Jaqueline Alencar, de Biologia.

De acordo com o diretor da escola, professor Cleilton Amaral, o recolhimento foi realizado ao longo de três meses e esta semana foi a vez de trazer o material para a escola. Na próxima terça-feira, dia 10, será a vez dos alunos do período da tarde realizar da atividade.

“Fizemos a pesagem do material e chegamos a uma tonelada. Acreditamos que com o recolhimento do turno da tarde chegaremos a 1,3 toneladas de garrafas pet tiradas das ruas e do igarapé”, afirma.

Agora, explica, todo esse material será vendido para a Associação Catar e parte dos recursos arrecadados com a ação será destinado ao projeto de proteção às tartarugas no Vale do Juruá.

Na primeira edição do projeto realizado no ano passado, Amaral explicou que foram tiradas das ruas 500 quilos de garrafas pets. Os alunos, além de recolher o material, aproveitam a oportunidade para conversar com os moradores sobre a necessidade de manter a cidade limpa.

“Como os alunos também são parte da comunidade chamamos a todos para aderir a este projeto, o que acaba por virar uma cadeia para que as pessoas não joguem mais lixo no meio da rua”, comentou o diretor.

Escola Valério Caldas, de Cruzeiro do Sul, é a vencedora estadual do Prêmio Gestão Escolar de 2017

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A escola estadual Valério Caldas Magalhães, localizada no centro de Cruzeiro do Sul, foi a grande vencedora fase estadual da 16ª edição do Prêmio Gestão Escolar 2017. A solenidade de premiação das escolas finalistas aconteceu no auditório da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE).

O Prêmio Gestão Escolar é um evento realizado pelo Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação (Consed), em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Este ano, o prêmio está sendo coordenado, em nível nacional, pelo secretário Marco Brandão (SEE).

A final regional, que reúne escolas de toda a região Norte, acontecerá em Rio Branco no próximo dia 20 de outubro e a final nacional, com as escolas selecionadas por cada regional, acontecerá na cidade de Bonito, no Mato Grosso do Sul.

Das dez finalistas, duas escolas eram de Cruzeiro do Sul, duas de Tarauacá, uma de Feijó, duas de Sena Madureira, uma de Rio Branco e duas de Porto Acre. A Escola Valério Caldas trabalha exclusivamente com turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

O secretário Marco Brandão fez questão de frisar, durante a entrega da premiação, que um dos objetivos é fazer com que os gestores utilizem a criatividade, a inovação e a flexibilidade, permitindo trazer para dentro da escola algo que seja diferente e que os alunos gostem.

“O Prêmio de Gestão nada mais é do que um coroamento, de um gesto do Estado em retribuir aquilo que é feito pelas escolas, e foram muitas inscritas, só dez chegaram à final, mas todas tem um trabalho excepcional e temos muita gratidão a todas elas”, afirmou.

A professora Rosa Lebre, gestora da escola vencedora, fez questão de agradecer à toda sua equipe, sem a qual, para ela, a vitória no Prêmio de Gestão não seria possível. “Estou muito realizada profissionalmente porque esse grupo é muito bom e, a partir de agora, vamos continuar fazendo o mesmo trabalho, porque a responsabilidade agora aumentou”, disse.

A Premiação

Todas as dez escolas finalistas do Prêmio de Gestão foram premiadas. Da décima colocada até a quarta, o prêmio foi de R$ 3 mil reais para cada uma. A terceira colocada ficou com R$ 5 mil, a segunda com R$ 7,5 mil e a vencedora com R$ 10 mil, além de uma viagem de intercâmbio.

Classificação

Classificação da 16ª edição do Prêmio Gestão Escolar 2017

10º lugar – Escola Edmundo Pinto (Porto Acre)

9º Lugar – Escola Ruy Azevedo (Rio Branco)

8º Lugar – Escola Raimundo Magalhães (Sena Madureira)

7º Lugar – Escola municipal José Augusto de Araújo (Tarauacá)

6º Lugar – Escola Divina Providência – Cruzeiro do Sul

5º Lugar – Escola Francisco Nunes Leitão – Feijó

4º Lugar – Instituto Santa Juliana (Sena Madureira)

3º Lugar – Escola Jader Saraiva (Porto Acre)

2º Lugar – Escola Djalma da Cunha Batista (Tarauacá)

1º Lugar – Escola Valério Caldas Magalhães (Cruzeiro do Sul)

Educação realiza ações pedagógicas na zona rural

 

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Educação e Esporte (SEE), realizou o Segundo Itinerante, um conjunto de atividades nas escolas rurais de difícil acesso do Acre. Além das ações pedagógicas, houve também a entrega de merenda e de materiais de apoio.

Sob a orientação da Coordenação de Ensino Rural da SEE, as atividades foram realizadas pelos assessores pedagógicos Maurisete Fernandes, Benedita Mourão, Paulo Souza e Josiléia Silva, sob a orientação do coordenador de gestão Leandro Cerqueira.DSC 0089-906x600

O Segundo Itinerante foi realizado nas escolas rurais Verdes Florestas, Oriente, Pracaúba, Manoel da Cunha Neto e Recife I. No verão amazônico, o acesso se dá pelos ramais Jarinal (cuja entrada é no km 70 da Transacreana), Oriente e Nova Olinda e, no inverno, pelo Riozinho do Rola.

Nelas funcionam, além das salas multisseriadas, também o Programa Asas da Florestania, oportunizando, inclusive, o ensino médio para os jovens dessas localidades. Ao todo, são mais de 300 alunos que não precisam sair de suas comunidades para avançar nos estudos.

Embora essas escolas estejam dentro dos limites de Sena Madureira, elas são assistidas pela equipe de Rio Branco. “Aqui na capital realizamos essas atividades itinerantes, mas o acompanhamento pedagógico é feito em todos os municípios do nosso estado”, explica o coordenador de Ensino Rural, Ricardo Oliveira.

Ouvindo a comunidade

Além do acompanhamento, o professor Ricardo Oliveira aproveitou a oportunidade para se reunir com a comunidade na Escola Pracaúba e ouvir as demandas e os anseios da comunidade, o principal deles diz respeito ao transporte, uma vez que muitos alunos chegam a andar mais de 10 km para estudar.

Ele explicou que a SEE já realizou a medição da rota a ser feita (em torno de 34 km diariamente) e a aquisição do veículo já está em processo de licitação. Agora, segundo Oliveira, é esperar os prazos legais. “Se ninguém contestar o resultado, até o fim de setembro já teremos o resultado”, afirmou.

Outros investimentos nas escolas rurais de difícil acesso também estão sendo realizados pelo governo do Estado, como a melhoria da infraestrutura e o aumento das salas de aula para receber mais alunos.

Oliveira aproveitou a reunião para elogiar o empenho e dedicação dos professores e alunos, que demonstram muito interesse na aprendizagem. “A gente percebe que aqui nesta localidade o processo de ensino-aprendizagem está acontecendo”, disse.

Amor à Educação

Na escola rural Pracaúba, o amor pela educação pode ser visto pela dedicação dos professores Antônio José Diniz e Silvana Diniz. São casados e trabalham na comunidade há quatro anos, desde a inauguração em setembro de 2013.

Eles ministram aulas dentro do Programa Asas da Florestania. Ela para uma turma de sétimo ano do ensino fundamental e ele para uma turma do primeiro ano do ensino médio. Além de professores, também são ministros da palavra na Igreja Nossa Senhora da Conceição que, na semana, funciona como sala de aula.
Não estão sozinhos. Outro casal que dedica seu tempo à educação é o Eliudes de Matos Silva e Elizabete Rodrigues. Eles são casados há três anos e trabalham na Escola rural Recife I, considerada a mais distante e a de acesso mais difícil. “A gente vai na cidade apenas uma vez por mês”, comenta Eliudes.

Embora estejam na localidade há apenas um ano, Elizabete diz que está gostando de dar aula no local. “A gente aprende muito com eles e também é mais valorizado, por isso quando a gente chega na cidade já dá vontade de voltar”, faz questão de dizer.

Na Recife I estudam 61 alunos, em dois turnos de aulas (manhã e tarde). Elizabete e Eliudes ministram aulas dentro do Programa Asas da Florestania para os sexto e sétimo anos do ensino fundamental e também para turmas multisseriadas.

Jeza, a faz-tudo

Nas escolas de rurais, sobretudo as de difícil acesso, é preciso amor e dedicação para que a educação possa acontecer. Na escola Pracaúba, uma dessas pessoas é a Maria José Maciel do Nascimento, a Jeza.

Há cinco anos ela trabalha como servente da escola, mas também é responsável pela merenda. Também é a “médica”, faz parte do grupo de dança da comunidade e até ajuda nas tarefas escolas dos alunos.

Jeza nasceu na própria comunidade e antes de ser a “faz tudo” da Pracaúba, ela trabalhou como professora do programa de alfabetização Mova e como Agente Comunitária de Saúde (ACS), então contratada pelo município de Sena Madureira.

“Eu estudava, fazia o primeiro ano do ensino médio, mas tive que parar por enquanto, porque aqui a gente faz de tudo um pouco, até ‘médica’ e ‘psicóloga’ a gente é para os alunos”, faz questão de dizer.

Um exemplo de vida

Para quem acha que estudar não vale a pena, que já não dá mais tempo para se alcançar os objetivos de vida, precisa conhecer a história da dona Cecília Figueiredo da Silva, de 56 anos.

Ela nasceu no seringal Sacado, colocação Maloca, no município de Sena Madureira. Por muitos anos, faltou a ela a oportunidade de estudar. O tempo passou, casou e teve que criar os filhos e netos.

Agora, a sua realidade é um pouco diferente e as condições da educação também. Por isso, ela se sente à vontade para estudar com crianças que poderiam muito bem ser seu netos em uma sala multisseriada. Ela faz o quarto ano do ensino fundamental I e não pensa em parar.

Mãe de três filhos, ela quer chegar longe. O ensino médio não é o seu limite. Sonha em fazer uma faculdade ainda. “Meu pai não deixou a gente estudar porque lá no [rio] Iaco era muito longe da escola, mas agora estou lutando para conseguir”, disse ela.

Programa Jovem Parlamentar Acreano é lançado na Aleac

 

Ao som da canção “Coração de Estudante”, foi lançado na manhã desta segunda-feira, 2, o Programa Jovem Parlamentar Acreano (PJPA). Estudantes e autoridades locais participaram do evento, realizado na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac).

Durante a solenidade, o secretário de Estado de Educação e Esporte, Marco Brandão, lembrou que o programa foi criado para que a juventude acreana tenha a oportunidade de compreender, na prática, como se organiza a democracia representativa.20171002 1655521-906x600

“Queremos que ao final desse processo tenhamos jovens que possam nos representar com respeito, com dignidade, com ética, e acima de tudo, possam ajudar os parlamentares nas transformações sociais que a nossa sociedade precisa”, destaca.

A Jovem Embaixadora 2017, Sarah Evelyn, representou os estudantes, e no seu discurso falou da importância do protagonismo juvenil para o desenvolvimento político e social.

“Esta é uma oportunidade de o jovem acreano se expressar, ocupar lugar de destaque e ainda mostrar a toda a população que temos ideias que podem melhorar a atuação dos poderes legislativos”, disse.

O projeto é uma proposta do Deputado Estadual Daniel Zen. “Elaboramos o programa para que os nossos jovens, os nossos estudantes conheçam melhor a Assembleia e seu funcionamento desde as comissões ao dia a dia dos parlamentares”, explica.

Jovem Parlamentar

Além da Aleac está à frente do Programa a Secretaria Estadual de Educação e Esporte (SEE) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Representantes de todas as instituições participaram do evento.

Na prática serão selecionados 24 estudantes do ensino médio regular e integral para atuarem como deputados estaduais por um mandato de quatro meses. Os jovens terão a oportunidade de vivenciar na prática todo o processo político democrático.

As inscrições iniciam na terça-feira, 3, e vai até o dia deste mês. Podem participar do pleito alunos de 1º e 2º anos das escolas de ensino médio de Rio Branco. O edital e as informações completas estão disponíveis no site da SEE: http://see.ac.gov.br/portal/ e nas escolas participantes.

Acesse o edital:

https://docs.google.com/document/d/1xiL4PyjpeBH2K-vddQkO7Qqus_kHg1aDnkkX7Q0Kg0c/edit

Parceria público-privada garante qualidade da educação no município de Epitaciolândia

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Uma parceria entre o empresário Fábio Medeiros, o governo do Acre e a prefeitura de Epitaciolândia, vai garantir mais qualidade da educação para as crianças e os adolescentes que residem nas comunidades Filipinas, Rubicom e Porvir, com a entrega da escola rural Maria Cristina Nogueira de Medeiros.

Por iniciativa própria, o empresário construiu a escola rural dentro da sua propriedade, a fazenda Filipinas, que a partir de agora terá uma gestão compartilhada entre o governo, por meio da Secretaria de Educação e Esporte (SEE) e a prefeitura.

A escola é dotada de duas salas de aula, banheiros masculino e feminino, sala de professores e uma cozinha equipada para atender aos alunos. Todo o mobiliário, além dos professores que já trabalham na escola, é do Estado. A prefeitura de Epitaciolândia assumiu o compromisso de construir mais três salas de aula.

A meta da escola rural é atender alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), que já está funcionando, turmas do Quero Ler e do Programa Asas da Florestania. Ao todo, serão aproximadamente 150 crianças e jovens dessas comunidades a serem contempladas.

O Instituto Dom Moacyr (IDM) também estará presente nas atividades e no dia-a-dia da escola oferecendo cursos profisisonalizantes aos moradores das comunidades. Os três primeiros a ser ofertados serão de Horticultura Orgânica, Básico de Informática e Corte e Costura.

Na solenidade de inauguração da escola estiveram presentes a diretora de Gestão, Rosária Sólon, representando a SEE, o empresário Fabio Medeiros, a diretora do IDM, Rita Paro, a coordenadora do núcleo da SEE em Epitaciolândia, Neide Lopes, o presidente da Associação Rubicom, Rosimar Menezes e o prefeito Tião Flores.

Benefícios às comunidades

A coordenadora do núcleo da SEE em Epitaciolândia, professora Neide Lopes, destacou a importância da parceria entre o empresário, o governo e a prefeitura que, a partir de agora, permitirá atender a comunidades que existem no entorno da fazenda Filipinas.

“Temos uma demanda de alunos muito grande, temos alunos do EJA, do Quero Ler, do Asas da Florestania e, tenho certeza, vai melhorar a qualidade da educação aqui na zona rural de Epitaciolândia, permitindo também ao professor realizar um bom trabalho”, afirmou.

O presidente da associação de produtores rurais da comunidade Rubicom, Rosimar Menezes, também destacou a parceria, frisando que a construção de uma escola rural era um sonho dos moradores.

“Só temos a agradecer pelo esforço que tem sido feito pela nossa região e isso é um sonho, que essa escola funcione para atender às nossas crianças. O proprietário aqui da fazenda,o Seu Fábio, nos procurou e a gente não mediu esforços para que isso pudesse estar acontecendo”, disse.

Gerando renda

Na década de 80, antes da família do empresário Fábio Medeiros adquirir a fazenda Filipinas, em 1986, havia uma escola rural nas proximidades que, à época, foi desativada pela prefeitura de Xapuri. Depois, com o passar do tempo, a prefeitura colocou ônibus escolar para atender aos estudantes.

“Mas eu achava muito pesado para as crianças pequenas, ter um deslocamento grande até a cidade, sem segurança, longe dos olhos dos pais, e foi pensando também nessa segurança que construímos essa escola”, explicou.

Além da grade curricular, ela também irá oferecer cursos profissionalizantes que, segundo Fábio Medeiros, “é fazer a criança entender que lá onde ela mora, na colônia, pode produzir alguma coisa e gerar renda ficando aqui mesmo na zona rural, enxergando um potencial de produção, e o IDM vem muito anos ajudar”, enfatizou o empresário.

Cursos que serão oferecidos pelo IDM

Horticultor orgânico

Corte e costura

Informática básica

Avicultor

Viveirista – oficina

Meliponicultor – oficina

Cerca de 450 pessoas participaram da comemoração do Dia do Surdo

 

Uma série de atividades marcou as comemorações do Dia Nacional do Surdo na manhã desta quinta-feira, 26, na Biblioteca Pública Estadual. De acordo com a coordenadora do Centro de Apoio ao Surdo (CAS), Socorro Rodrigues, mais de 450 pessoas participaram das comemorações. Palestras, peças teatrais, desenhos e várias apresentações feitas por deficientes auditivos marcaram o dia.

“Um evento como este deixa a gente muito emocionado. O profissional surdo sendo valorizado, servindo de espelho para outros surdos que estudam nas escolas, incentivando que, com estudo, eles conseguem e podem ter posições profissionais boas”, comemora a coordenadora pedagógica da coordenação de educação especial, Hadhianne de Lima.DSC 0026-1-900x600

Para o presidente da Associação dos Surdos do Acre, Adriano Araújo, o Dia Nacional do Surdo é um dia de conquista. “Nós nos sentimos orgulhosos por ter essa conquista, o dia 26 que é o dia nacional da pessoa surda”.

O professor Sebastião Alves, que ministrou uma palestra sobre sua história de vida, acredita que o compartilhamento da Língua Brasileira de Sinais é fundamental para que a inclusão de fato ocorra em todos os lugares. “É uma luta constante que nós temos de inclusão nas escolas. A nossa cobrança é essa: que haja acessibilidade em todos os locais, porque o ouvinte e o surdo precisam interagir, ter essa comunicação”.

Educação convoca gestores para investir em campanha em favor da vida

 

O suicídio ascendeu longos debates nos últimos anos devido ao aumento significativo desse tipo de morte no Brasil. Observando a gravidade da situação e movidos pela campanha Setembro Amarelo, o governo do estado investiu em parcerias junto aos órgãos de educação, saúde, segurança e assistência social do Acre para implantar pontos de acolhimento a esses pacientes, de todas as idades, seriamente necessitados de atenção e ajuda.


O Programa Saúde na Escola, da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE) com a Sesacre, vem trabalhando desde o ano passado nesse sentido, oferecendo seis diferentes serviços de saúde aos alunos da rede pública, entre eles o de psicologia, voltado à contribuição na qualidade de vida e aprendizado dos estudantes necessitados de tratamento físico e mental.toposetembroamarelo


A prevenção e a assistência são as principais vertentes utilizadas no Saúde na Escola. A prioridade do programa é alcançar os alunos do ensino fundamental I da rede, do 1º ao 5º ano, mas acaba estendendo o tratamento, chegando até a casa e a famílias dos pacientes.


Esta semana, a SEE reuniu gestores, coordenadores e professores das escolas estaduais para um debate esclarecedor sobre o tema e o devido tratamento com os jovens, na faixa etária com maior taxa de suicídio no país, de 15 a 29 anos.
“O serviço de psicologia na escola ajuda a melhor a investigação cognitiva do aluno que precisa de amparo. Podemos passar para a rede de ensino a real necessidade de cada paciente assistido por nós, um conjunto de profissionais envolvidos no melhoramento da qualidade de vida”, garante Tatiana Braga, psicóloga do Saúde na Escola. A expectativa, segundo ela, é poder contribuir para um melhor diagnóstico aos alunos avaliados.


A intenção é dar ao assunto um olhar intersetorial, segundo a coordenadora do setor de Humanização da SEE, Nilza Rocha. “Na secretaria, o trabalho de prevenção ao suicídio começou ano passado, através do projeto Qualidade de Vida. Estamos construindo uma identidade para haver um diálogo na perspectiva do que já foi realizado e o que ainda será feito no combate a doenças que afetam a mentalidade das pessoas”.


Núcleo de Prevenção

O trabalho pioneiro no estado iniciou em 2012, com o Núcleo de Prevenção ao Suicídio, implantado no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb). A psicóloga, Andreia Vilas Boas, coordenadora do Núcleo, apresentou o funcionamento do trabalho na prevenção do suicídio, inserido na unidade de saúde. O objetivo é evitar a reincidência de pacientes.


“A principal porta de entrada para esses casos tem sido o Pronto Socorro da capital, pois lá oferecemos o núcleo de apoio e acolhimento que atua fortemente no tratamento de pacientes com ideação suicida.”


Cerca de 280 pessoas já foram acompanhadas por profissionais do Núcleo, em seis meses de funcionamento. São 27 mortes por dia provocada por suicídio e 1 milhão de mortes por ano. Por isso o Huerb tem tratado a causa como questão de saúde publica. Entradas acidentais não falam que são suicídio, mas depois de investigadas e constatam que são tentativas de suicídio o número triplica, conforme dados do PS.


“O suicídio atualmente é considerado uma epidemia silenciosa. É como se fosse invisível, ainda por questões de tabu. Qualquer ameaça ou tentativa de suicídio deve ser levada a sério. Se for ignorada, uma vida pode ser perdida. Mais de 90% dos pacientes que tentaram, hoje, recebem acompanhamento psicológico.”


Mesmo com todo o esforço da equipe técnica, o órgão tem sido pequeno para receber a demanda, que aumentou de maneira drástica no estado. Por isso a necessidade de fazer parceiros, como o município, as escolas de psicologia das faculdades e as novas formas de cuidar, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) e Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), instituições religiosas e assistência social.


A mídia e a valorização da vida

Durante a palestra, a professora-doutora Juliana Lofêgo, do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentou como a mídia pode interferir negativamente com a exposição de casos de suicídio.
A docente, que é especializada em comunicação e saúde, esclareceu a melhor maneira de falar sobre o assunto nas redes sociais e como evitar a exposição do tema nas mídias digitais.


“É importante distinguir até que ponto nós podemos tocar a respeito do suicídio e qual a melhor forma de informar as pessoas sem invadir a privacidade delas, famílias envolvidas numa possível morte, e assim fazer com que não haja os casos de suicídio por imitação, omitindo detalhes desnecessários às pessoas que estão lendo ou ouvindo”, destacou.
Onde buscar ajuda?

A partir do dia 30 de setembro o Acre já pode contar com uma linha direta para o atendimento do Centro de Valorização da Vida (CVV), através do número 188. O CVV realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que queiram e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email, chat e voip, 24 horas, todos os dias.


O estado também é o único da região norte a trabalhar com o programa #TamoJunto na prevenção do uso de drogas e promoção da saúde metal. O estado atua desde 2014 com esse projeto buscando, de dentro das escolas, atingir as comunidades adjacentes no combate a prática do suicídio e uso de entorpecente entre os jovens da rede escolar pública.

No ano passado, o estado contemplou sete instituições com o programa, beneficiando mais de mil alunos, 25 professores e 25 turmas. As aulas, em formato de oficinas, agrega os jovens aos familiares, sensibilizando a todos contra o suicídio.
Além disso, no Huerb, adotou um plantão psicológico com psiquiatras e outros profissionais atuando Núcleo de Prevenção ao Suicídio, criado em 2012, identificando os pacientes que tentaram suicídio e oferecendo apoio e acompanhamento. São 18 leitos destinados especialmente a esses pacientes.


Procure também gratuitamente:

URAP – bairro São Francisco
URAP – bairro Quinze
URAP – bairro Adalberto Sena
Centro de Saúde – bairro Vila Ivonete
Centro de Convivência – Parque Capitão Ciríaco
Clínicas de psicologias – na Ufac, Faao e Uninorte.

Mais de 30 mil pessoas passaram pela 3ª Edição da Viver Ciência

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Pelo menos 32 mil pessoas estiveram visitando os stands da maior Mostra de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação da região Norte, a Viver Ciência, entre os dias 19 e 21 de setembro, em Rio Branco. Por isso, esta terceira edição do evento bateu recorde de público.

A mostra foi uma realização da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), em parceria com diversas instituições. Segundo o secretário, Marco Brandão, o evento já pode ser considerado um dos maiores do Brasil.

“Foi um grande sucesso. Gradativamente, estamos mudando a rotina das atividades escolares, abandonando as práticas do século passaso, e nos aproximando do nosso tempo. Tudo isso foi possível com trabalho planejado durante um ano, com apoio de dezenas de parceiros”, destaca.

Programação

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Para a população, foram apresentadas atividades em todas as áreas do conhecimento. Só de projetos de pesquisas desenvolvidos pelas escolas do ensino regular do estado foram expostos 246 trabalhos. Já os minicursos e oficinas chegaram a 69, com diferentes enfoques.

Simultaneamente às exposições, que estavam instaladas no Centro de Convenções da Ufac, a equipe da atividade ‘Brincando com a Ciência’ recebia as crianças com atividades lúdicas, na entrada do Teatro Universitário.

No bloco Walter Félix, os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer a sala do Quero Ler, que pela primeira vez participou da Mostra. Além do programa de alfabetização, outro espaço no bloco era do Centro de Estudo de Línguas (CEL) que apresentava aos visitantes os cursos gratuitos de idiomas.

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A estudante Carol Reis conheceu a sala do CEL, e conta que ficou empolgada para fazer um curso: “Para mim, foi uma descoberta porque vi aqui que tenho muitas possibilidades, se eu fizer uma língua estrangeira, como conhecer os Estados Unidos que é um grande sonho. Então, quando abrir o processo seletivo, vou me inscrever“, conta.

Atrações culturais

No palco cultural, 75 atrações se revezaram nos dois ambientes. Teve interpretações de Michael Jackson à Renato Russo, além também de interpretação de clássicos da literatura brasileira, como o Sitio do Pica-Pau Amarelo.

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Parceiros

 

 

Em outros espaços os parceiros apresentaram suas contribuições. O Detran levou para a Mostra  atividades de conscientização da educação de trânsito, que envolvia desde aulas de direção a interpretações teatrais sobre como se comportar no trânsito.

O Sistema ‘S’ também deu sua contribuição no evento. O Sebrae montou uma cabine fotográfica de revelação instantânea, que foi um dos grandes sucessos da Mostra. Já o Sesi levou experimentos com robôs.

Viver Ciência Juruá

 

A Mostra é uma iniciativa do governo do Estado, por SEE. Todas as três edições foram realizadas no campus da Ufac de Rio Branco. Além da capital, a Mostra já foi realizada nos municípios de Sena Madureira, Tarauacá e Brasileia.

Este ano ainda vai ser realizada no Vale do Juruá, sendo esta a segunda edição, chamada de ‘Viver Ciência Juruá’, na cidade de Cruzeiro do Sul, entre os dias 24 e 25 de outubro.

 

 

CGU e SEE realizam concurso de Desenho e Redação

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Estão abertas as inscrições para o Concurso de Desenho e Redação, ofertado a alunos do ensino fundamental e médio para a rede pública e privada do Acre. A iniciativa parte do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU). O prazo para inscrição e envio dos trabalhos é até o dia 30 de setembro.

Parceira neste trabalho, a Secretaria Estadual de Educação e Esporte do Acre (SEE) torna público a abertura do certame no estado. O objetivo do concurso é despertar nos estudantes o interesse por assuntos relacionados ao controle social, à ética e à cidadania, por meio do incentivo à reflexão e ao debate desses assuntos nos ambientes educacionais.

A iniciativa é direcionada a estudantes regularmente matriculados nas escolas do país, sendo divido em 14 categorias. O edital da 9º edição já está disponível no Portal da Criança Cidadã, no endereço eletrônico www.portalzinho.cgu.gov.br e see.ac.gov.br.

Vale ressaltar que o tema também pode ser tratado no âmbito do conteúdo programático da disciplina “Política, politicagem e conscientização contra a corrupção”, instituída pela Lei nº 5.095 de dezembro de 2015.

Apenas poderão concorrer nas categorias do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, do 1º ao 3º do Ensino Médio e EJA, com trabalho do tipo “Redação”, alunos matriculados na respectiva série escolar da categoria.

Premiação

O resultado do concurso será divulgado no site Portalzinho da CGU até o dia 30 de novembro de 2017. Os premiados, aluno, professor e orientador, serão receberão um tablet e o certificado de participação.

Aluno do Quero Ler relata experiência na Viver Ciência

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Seu Joaquim Vidal tem 69 anos e visitou a Universidade Federal do Acre (Ufac) pela primeira vez na última semana. Sorridente, ele caminhava pelos corredores do bloco Walter Felix enquanto saudava todos que passavam. 

O aposentado é aluno do Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos, o Quero Ler, ação que integrou a programação da maior Mostra de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação da região Norte, a Viver Ciência.

Com uma alegria contagiante, o aposentado comentou sobre a feira. “Ave-Maria, tá bom demais! Eu nunca tinha prestigiado um evento desse, mas agora a gente está aqui e estou feliz de uma forma que nem sei explicar, só tenho a agradecer a Deus e as pessoas que organizaram tudo, porque esse dia vai ficar na minha memória”, diz empolgado.

Seu Vidal conta que o fato da exposição ser na Ufac oportunizou que ele conhecesse não só os projetos educacionais da educação básica, mas também a maior Universidade do Estado.

“Nunca tinha entrado aqui [Ufac], eu sou passava pela frente, pela estrada e dava uma olhadinha de longe. E hoje além de ver esse monte de coisa, tô tendo a oportunidade de conhecer a Universidade. É uma alegria imensa”, diz.

A sala

 

Além do aposentado, passaram pelo local estudantes de várias turmas do Programa na capital, já que uma sala foi montada para receber os alunos e a comunidade em geral. No espaço, um mural de fotografias mostrava registros dos melhores momentos das turmas.

A decoração composta por livros, publicações e lembranças apresentava ao público toda a trajetória do Programa, desde que iniciou em 2015 até hoje. Ao sair, os visitantes recebiam panfletos de divulgação das matrículas, como forma de incentivar os estudos daquelas pessoas que ainda não sabem ler ou escrever.

 

O coordenador do Programa, Evaldo Viana, prestigiou o Forró que eles organizaram para comemorar a participação na Mostra. Durante a festa ele falou da satisfação em ver Jovens e Adultos que começaram os estudos tardiamente envolvidos com um evento da magnitude da feira.

“É muito significativo a participação do Quero Ler na Viver Ciência, porque o Programa tem uma importância social muito grande, e aqui estamos dando visibilidade ao poder transformador da educação. Esse é um momento das pessoas conhecerem melhor o programa que resgata a auto-estima e os sonhos da nossa gente”, destaca.

Além disso, Viana destacou que a participação dos alunos e do corpo docente no evento é uma forma de motivá-los a seguir em frente cada vez mais motivados, pois puderam vivenciar de maneira prática o que significa a ciência, a tecnologia e a inovação para o desenvolvimento de uma sociedade melhor.

Viver Ciência

 

A Mostra que celebrou neste ano sua sua terceira edição, reuniu trabalhos em todas as áreas do conhecimento das escolas públicas e particulares, além de Universidades e Institutos Federais. Realizada pela Secretaria Estadual de Educação e Esporte (SEE) em parcerias com diversas instituições, ocorreu de 19 a 21 deste mês, no campus da Ufac de Rio Branco.

Trabalho voluntário faz a diferença na Viver Ciência

“Uma das âncoras definidoras do sucesso da mostra”, foi assim que a responsável pelos voluntários da Viver Ciência, Emily Farias, classificou o trabalho das pessoas que se propuseram a ajudar nas atividades. Presente pela primeira na mostra, o conceito de trabalho voluntariado foi uma novidade que deu certo. “ Inicialmente eram 70 voluntários, mas ao longo das atividades, a gente conseguiu agregar mais pessoas ao processo, e certamente chegamos amais de 100 voluntários”, comemora a coordenadora.

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Acadêmicos de várias instuições de ensino superior do estado se voluntariaram para trabalhar na tercerira edição do Viver Ciência (Foto: Marcos Antônio Santos)

 

Em sua maioria, acadêmicos das instituições de ensino superior públicas e privadas do estado, os voluntáriosparticiparam no apoio às oficinas, planetário, nas exposições científicas, entre outras atividades. Como a acadêmica de pedagogia Adailsa Pereira. Segundo a voluntária o trabalho foi gratificante e “serve como aprendizado, pois eu também ainda sou aluna”.

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A acadêmica de pedagogia, Adailsa Pereira, foi uma das auxiliares nas muitas oficinas da mostra (Foto: Andressa Mendes)

 

Marcos Antônio Santos, estudante de artes visuais, foi um dos voluntários que se destacou por sua dedicação nas atividades. Além de ministrar uma oficina, o voluntário trabalhou fotografando todas atividades do bloco de oficinas durante todos os dias da mostra. Durante o dia, Marcos trabalhava como voluntário e a noite, ministrava a oficina. “É interessante porque agrega ao aluno de faculdadee aqui trabalhando, a gente aprende junto”.

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Além de ministrar oficina, o acadêmico de Artes Visuais, Marcos Antônio Santos trabalhou fotografando as atividades e contribuiu com a fotografia desta reportagem (Foto: Marcos Antônio Santos)

Para a voluntária Raquel Alencar que é aluna do curso de física licenciatura da Ufac, essa foi uma oportunidade de pôr em prática o que tem aprendido na faculdade. “É gratificante, porque a gente já vê a realidade da sala de aulae eu que estou me profissionalizando na área da educação, já posso ter uma ideia do meio escolar, onde futuramente vai ser meu local de profissão”, explica a acadêmica.

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A estudante de física, Raquel Alencar, viu no trabalho voluntário uma oportunidade de exercer na prática o aprendizado da academia (Foto: Marcos Antônio Santos)

Ainda segundo a responsável pelos voluntários, essa foi uma experiência que com certeza estará presente nas próximas edições da Viver Ciência. “Nós, da Secretaria de Educação gostaríamos de externar nossa gratidão a esse grupo de pessoas tão envolvidas, tão comprometidas, tão dedicadas, que fizeram a diferença. Fica esse grande exemplo de que com o espírito de solidariedade, de compromisso, de amor à ciência, à pesquisa e à extensão é possível sim fazer um evento para além das academias, para a além dos muros das escolas”.

Pesar

Nota de Pesar


LUTO

 

A Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), por meio do secretário Marco Brandão, professores e seu corpo técnico-administrativo manifesta profundo pesar pelo falecimento da coordenadora do Núcleo de Altas Habilidades (NAAH/S) Brendha Nádyla Melo de Sousa. Que a família receba o conforto tão indispensável nesta hora mais difícil e que Deus a tenha nos resplendores da Luz Celestial.

O velório está sendo realizado na Capela São Francisco. O enterro acontece nesta quinta-feira, às 16 horas, no cemitério São João Batista.



Secretaria de Estado de Educação e Esporte


Comissão visita escolas selecionadas no Prêmio Gestão Escolar 2017

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Uma comissão avaliadora está percorrendo as 10 escolas selecionadas para a final da fase regional da 16ª edição do Prêmio Gestão Escolar, coordenado no Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed) pelo secretário Marco Brandão (SEE).

Faz parte da comissão um representante da SEE, um do Sinteac, outro do Sinproacre, um do Conselho Estadual de Educação (CEE) e outro do Conselho Municipal de Educação de Rio Branco.

À comissão cabe avaliar, in loco, os projetos inscritos para o prêmio em cada escola, analisar as documentações pertinentes a cada um desses projetos, além de realizar entrevistas com gestores, professores e funcionários das escolas selecionadas.

Das 10 escolas finalistas, duas são de Cruzeiro do Sul, duas de Tarauacá, uma de Feijó, Duas de Sena Madureira, uma de Rio Branco e duas de Porto Acre. Dessas, três são rurais (as duas de Porto Acre e uma de Rio Branco) e uma é municipal (de Tarauacá).

As escolas classificadas do décimo até a quarta colocação recebem uma premiação no valor de R$ 3 mil. A terceira colocada receberá R$ 5 mil, a segunda colocada R$ 7,5 ,mil e a campeã da edição ficará com R$ 10 mil. Dentro da premiação ainda haverá uma viagem aos Estados Unidos.

As avaliações da comissão iniciaram pela região do Envira/Juruá (Feijó, Tarauacá e Cruzeiro do Sul) e, na próxima semana, as visitas acontecem em Rio Branco, Porto Acre e Sena Madureira.

Programa Quero Ler realiza Sarau Literário em Tarauacá

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A Coordenação do Programa Quero Ler do município de Tarauacá realiza na próxima sexta-feira, 22, o Sarau Literário. A atividade acontece na Escola João Ribeiro, a partir das 18h.

Sob a responsabilidade da Secretaria de Educação e Esporte (SEE), o Programa é uma iniciativa do governador Tião Viana para erradicar o analfabetismo em todo o Estado do Acre.

Do Sarau Literário participam os alunos da zona urbana e até alguns da zona rural. Ao todo são 850 jovens e adultos que estão tendo a oportunidade de ter acesso às letras nesta terceira fase do Programa no município.

O coordenador do Quero Ler em Tarauacá, professor Francisco Silva de Souza, o “Moço”, explica que, além do Sarau, já estão abertas as inscrições para mais 1,5 mil vagas para a quarta fase do Programa. Elas se encerram no dia 6 de outubro.

Ao todo, o desafio do governo do Estado, até o final de 2018, é permitir a 60 mil jovens e adultos nos 22 municípios acreanos o acesso ao universo das letras, fazendo-os descobrir um novo mundo.  

Sessões do Clássico Harry Potter estão sendo exibidos na Viver Ciência

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A saga Harry Potter, clássico da literatura e do cinema, está sendo exibida na Mostra Viver Ciência 2017.  Após as exibições de cada sessão os telespectadores analisam o mundo mágico do famoso bruxo sobre o olhar da ciência e da tecnologia.

Varinhas, capa da invisibilidade e outros componentes da narrativa são apresentados em forma de miniaturas e caracterizações. De acordo com a organização os filmes buscam discutir a interdisciplinaridade do cinema com a ciência.

Danielle Matos, supervisora pedagógica da Secretaria Estadual de Educação (SEE), afirma que já foram exibidos outros filmes nas edições anteriores, e sempre com essa linha da fantasia seguindo a narrativa, mas com o objetivo também de discutir as áreas tecnológicas, cientificas e inovadoras presentes nas obras.

“No final de cada exibição aprendemos a preparar porções mágicas, técnicas de levitação e todos os outros  processos de reações do filme, de forma lúdica. É  uma verdadeira aula sobre diversas áreas do conhecimento da ciência por meio do audiovisual”, explica.

Os visitantes com afinidades afins com o cinema e ate mesmo os curiosos tem a oportunidade de visitar a mostra podem assistir e vivenciar essa experiência, que acontece ate a quinta-feira, 21, no centro de convenções da Universidade Federal do Acre (UFAC).

O Livro

O clássico Harry Potter foi lançado em 1997 com 500 exemplares e desde então e referencia nas preferencias de crianças e adolescentes. A saga escrita por de Joanne K. Rowling já foi adaptada para o cinema diversas vezes. 

Viver Ciência apresenta novas oportunidades a alunos da rede pública do Acre

Quem faz a Mostra Viver Ciência acontecer são os estudantes do ensino básico do Acre. Eles formaram o grande público presente na abertura da terceira edição do evento em Rio Branco, ocorrida na manhã desta terça-feira, 19, no teatro Universitário da Universidade Federal do Acre (Ufac).Várias                                                                    

A classe estudantil se prepara no decorrer do ano para comparecer e apresentar seus projetos na Mostra de iniciação científica. Apoiados pelo governo do estado, por meio da Secretaria Estadual de Educação e Esporte (SEE), escolas da zona rural e de regiões periféricas da cidade encontram a oportunidade de estarem inseridas numa nova realidade.

Foi o que aconteceu com as turmas do ensino fundamental da escola Ilka Maria de Lima, que foram conhecer a Viver Ciência. Empolgado com a grandiosidade do evento, o pequeno Guilherme Fernandes, de 9 anos, estava ansioso para observar de perto os experimentos científicos. “Eu gosto muito de ciência e quero ver os experimentos que vão ser mostrados aqui”, disse.

Para a professora de Guilherme, assim como ele, todos os outros colegas estavam animados para participar da programação. Segundo ela, é um momento esperado, já que retira os alunos da periferia e os leva até um campus universitário, apresentando novidades e caminhos para o futuro. “É muito importante trazer esses alunos para um evento dessa magnitude, pois eles aprendem que há um mundo muito maior de conhecimento do que eles imaginam e que eles também podem fazer parte disso”, ressalta.

O secretário Marco Brandão classificou a Mostra como uma união de saberes. “Ela representa o saber popular, cientifico, religioso e filosófico. Todos os saberes se encontram aqui”, salientou.

Somente na solenidade de abertura, a Viver Ciência recebeu a visita de cerca de 300 alunos da rede pública do estado, de cinco escolas diferentes, sendo elas: Escola Jovem Boa União, João Calvino, Serafim Salgado, Ilka Maria e Santiago Dantas. Além disso, estudantes e servidores de instituições de ensino superior e da rede privada também se fizeram presente.

Cabine fotográfica interativa vira atração na abertura da Viver Ciência

Em tempos de redes sociais, selfies, stories e lives no facebook, revelar uma foto parece até um hábito do passado. Mas na abertura da Mostra Científica Viver Ciência, a cabine fotográfica interativa de revelação instantânea fez o maior sucesso.cabine

                        Visitantes puderam fazer fotos e levar como lembrança da mostra (Foto: Mágila Campos)

Filas se formaram para entrar no espaço e registrar o momento em papel. Evely Zanella, da Escola Boa União, e as amigas fizeram poses, revelaram uma foto e relataram a experiência.

“É interessante, a gente faz a foto e já é revelada na mesma hora. Acho que esta é a minha primeira foto impressa na vida. Achei bem legal, porque vou ter uma foto impressa com as minhas amigas”, conta.

A cabine fotográfica vai ficar até o último dia de evento, quarta-feira, 21. As fotos são gratuitas e é resultado da parceria da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE) com o Sebrae Acre.

Viver Ciência

A mostra é a maior ação pedagógica da educação básica do Estado do Acre. Iniciou na manhã desta terça-feira, 19 e vai até dia 21. A programação é intensa e vai desde exposições científicas a atividades culturais.

Oficina de Redação prepara alunos para o Enem na Viver Ciência

Além de incentivar os alunos do ensino fundamental e médio da rede pública e privada do estado à iniciação científica, a 3ª Viver Ciência – Mostra de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação do Acre também está preparando os estudantes para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017. A oficina de Redação para o Enem começou cedo,nesta quarta-feira,20, e atraiu grande público.

As aulas também estão abertas a comunidade em geral, recebendo pessoas de todas as idades que queiram fazer uma boa prova. Ideal para aqueles que não têm condições de pagar um curso preparatório ou específico para o exame.

Raila Fernandes, de 17 anos, é aluna da escola Jovem Boa União e estava ansiosa pela oficina. “Fiquei sabendo que teria esse curso de redação e já quis participar. Para mim é muito importante, porque vou fazer o Enem este ano e quero me sair bem na prova de escrita. É uma ajuda muito bem vinda.”

A oficina é dinâmica e disponibiliza três ministrantes. Amilton Queiroz é um deles e garante a eficácia do minicurso para quem vai fazer a prova. “Esta é uma oportunidade de oferecer, com muita igualdade, as competências da prova de redação, relação de temas e como produzir um bom texto. Daqui eles saem com uma bagagem muito boa para o exame”, afirma.

DSC 0549-900x600Estudantes aproveitaram a mostra Viver Ciência para se preparar para o Enem (Foto: Thais Farias)

 

Durante a manhã, cerca de 30 alunos participaram das aulas. A expectativa da oficina é receber cerca de 100 estudantes no decorrer das aulas desta quarta-feira, 20. A oficina será durante todo o dia, na sala IV do Bloco Walter Félix, da Universidade Federal do Acre (Ufac).

Segundo dia da Viver Ciência terá atividades para todos os públicos

Hoje, no segundo dia da Mostra Viver Ciência, 20, um leque variado de diversões e oportunidades de conhecimento serão oferecidos. A programação é variada e contempla desde crianças a adultos interessados em fazer oficinas de capacitação ou de aprimoramento.

Foto Andressa          Viver Ciência conta com atividades em todas as áreas do conhecimento. (Foto: Andressa Mendes)

São inúmeras atrações e só artísticas serão 19, em sistema de revezamento, nos dois palcos do evento. Performances teatrais e musicais, apresentações dos vencedores do Festival Estudantil da Canção e interpretações instrumentais também estarão entre as atrações.

Para as crianças, o espaço do ‘Brincando com a Ciência’ já está montado, e aos pequenos, a boa pedida a ‘contação’ de história, os jogos e as brincadeiras interativas. Há ainda a robótica educacional.

Para a comunidade em geral, serão oferecidas 31 oficinas com diferentes enfoques. Além disso, os visitantes terão a oportunidade de visitar os espaços do Instituto de Matemática e do Centro de Estudos de Línguas (CEL), que apresentarão à população os cursos ofertados nos dois órgãos.

Quero Ler

Uma das novidades desta edição é a exposição fotográfica e de projetos dos alunos do Programa Quero Ler. Eles estarão no bloco Walter Félix, no turno da tarde.

Exposição Científica

Simultaneamente a todas as outras ações, estarão expostos trabalhos científicos desenvolvidos por escolas, universidades e instituições parceiras. Os projetos estarão no Centro de Convenções.

A Viver Ciência

A programação desta quarta-feira, 20, será nos três turnos, e termina às 21h30. É aberta ao público em geral e todas as atividades são gratuitas. Para saber os horários de todas as atividades é só acessar o caderno de programação: http://www.viverciencia.see.ac.gov.br/#caderno.

O evento é realizado pela Secretaria Estadual de Educação e Esporte (SEE), em parceria com diversas instituições, entre elas, a Universidade Federal do Acre (Ufac), sede do evento.

Viver Ciência mobiliza cerca de 300 escolas na capital do Acre

Com o tema “Ciência unindo saberes”, a terceira edição do Viver Ciência é uma grande oportunidade de incentivo à busca ao conhecimento e pesquisa científica para centenas de alunos da educação do estado que reúne cerca de 300 escolas das zonas rural e urbana de Rio Branco.

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Cerca de 300 escolas participam da terceira edição do Viver Ciência (Foto: Mágila Campos)

A mostra oferece atividades como exposição de trabalhos científicos, oficinas, minicursos, palestras, contação de histórias, apresentações culturais e planetário, além das variadas atividades oferecidas pelas mais de 35 instituições parceiras da mostra. Um trabalho que envolve muito planejamento e dedicação.

De acordo com a diretora de inovação, Cleide Prudêncio, o Viver Ciência vem sendo planejado há um ano. “ A cada ano, quando termina o Viver Ciência, a gente já começa a organizar o do ano seguinte, porque esta é uma atividade que entra no calendário escolar, para que as escolas se preparem, realizem seus trabalhos, e os professores e alunos possam apresentar os trabalhos e participar de todas as atividades”, explica a diretora.

 

Evolução

A edição deste ano oferece 78 atividades que envolvem oficinas, minicursos e palestras. Em relação a primeira mostra, um aumento de mais de 200% no número dessas atividades. Já no palco cultural o número de apresentações praticamente triplicou, com 21 apresentações na primeira edição e agora 75 nesta edição.

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Número de atividades aumentou significativamente ao longo das três edições (Foto: Mágila Campos)

Os concursos de Blogs e Curtas,  um grande destaque da mostra também tiveram aumento no número de concorrentes. Na primeira edição, o concurso de Blogs Escolares contava com 53 inscrições, a partir da segunda edição esse número aumentou para 105 e agora tem 119 participantes. Já o de Curtas, que surgiu somente a partir da segunda edição da mostra, contava com a 10 produções e agora são 53 vídeos que concorrem ao prêmio.

O maior aumento, porém, foi no número de projetos de pesquisa desenvolvidos pelas escolas de ensino regular do estado. Da primeira edição até agora, a quantidade mais que triplicou, com 74 projetos na primeira edição, 96 na segunda e 246 na terceira. Um aumento 332% no número de projetos.

Além disso, este ano, o Viver Ciência conta pela primeira vez com a ajuda dos voluntários. Cerca de 70 acadêmicos de várias instituições de ensino superior de estado que se inscreveram antecipadamente para trabalhar nos três dias em que as atividades acontecem.

Ainda segundo Cleide Prudêncio, o evento está se tornando um dos maiores da Secretaria de Educação do Estado. “É a conjunção de conjunção de esforços, tanto da Secretaria de Educação e do Governo do Estado do Acre, como dos parceiros, e ele só funciona e acontece por conta dessas parcerias que se envolvem e a gente consegue realizar esse grande evento”.

 

Parceria entre CGU e SEE realiza concurso de Desenho e Redação

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Parceria entre CGU e SEE realiza concurso de Desenho e Redação

Thais Farias

Estão abertas as inscrições para o Concurso de Desenho e Redação, ofertado a alunos do ensino fundamental e médio para a rede pública e privada do Acre. A iniciativa parte do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU). O prazo para inscrição e envio dos trabalhos é até o dia 30 de setembro.

Parceira neste trabalho, a Secretaria Estadual de Educação e Esporte do Acre (SEE) torna público a abertura do certame no estado. O objetivo do concurso é despertar nos estudantes o interesse por assuntos relacionados ao controle social, à ética e à cidadania, por meio do incentivo à reflexão e ao debate desses assuntos nos ambientes educacionais.

A iniciativa é direcionada a estudantes regularmente matriculados nas escolas do país, sendo divido em 14 categorias. O edital da 9º edição já está disponível no Portal da Criança Cidadã, no endereço eletrônico www.portalzinho.cgu.gov.br e see.ac.gov.br.

http://www.portalzinho.cgu.gov.br/concursos/9o-concurso-de-desenho-e-redacao-da-cgu-2017

 

Vale ressaltar que o tema também pode ser tratado no âmbito do conteúdo programático da disciplina "Política, politicagem e conscientização contra a corrupção", instituída pela Lei nº 5.095 de dezembro de 2015.

Apenas poderão concorrer nas categorias do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, do 1º ao 3º do Ensino Médio e EJA, com trabalho do tipo “Redação”, alunos matriculados na respectiva série escolar da categoria.

 Premiação

O resultado do concurso será divulgado no site Portalzinho da CGU até o dia 30 de novembro de 2017. Os premiados, aluno, professor e orientador, serão receberão um tablet e o certificado de participação. 

Secretaria de Educação realiza audiências públicas para implementar mais escolas de tempo integral

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A Secretaria de Educação e Esporte (SEE), por meio da Diretoria de Ensino, realizou esta semana diversas audiências públicas para ouvir as comunidades sobre a implementação de mais quatro escolas em tempo integral, sendo três no interior e uma em Rio Branco, mas especificamente no bairro Cidade do Povo.

A professora Rúbia Cavalcante, diretora de ensino da SEE, foi até Brasileia, Cruzeiro do Sul e Tarauacá, onde se reuniu com professores, gestores, alunos e também com pais e responsáveis para apresentar o modelo e a proposta pedagógica das escolas de tempo integral.

Nesta sexta-feira, 15, a audiência pública aconteceu na escola Raimunda Silva Pará, na Cidade do Povo, a pedido da própria comunidade escolar. O gestor da unidade, professor Jocélio Trindade, disse que nas reuniões com a comunidade sempre é apresentado a solicitação de uma escola integral na região.

Nos encontros, Rubia Cavalcante faz questão de apresentar a proposta pedagógica, a realidade e os números da educação no Brasil, sobretudo no que diz respeito ao ensino médio, lembrando como exemplo o caso do Estado de Pernambuco, que tinha os piores índices educacionais para a liderança do ranking dos Estados.

“A escola de tempo integral traz um outro modelo pedagógico em que o aluno fica na escola o dia inteiro e onde se tem uma organização curricular diferente, uma proposta pedagógica diferente, sendo uma escola acolhedora, onde o aluno gosta de estudar”, destacou a diretora de ensino da SEE.

De acordo com o gestor da Raimunda Pará, a implementação de uma escola em tempo integral na Cidade do Povo é um anseio da comunidade. “Em nossas reuniões é cobrado por alguns pais que pedem para a gente pleitear esse modelo de escola”, disse.

A audiência foi realizada com a presença dos alunos do ensino médio. Alexandre Pereira Lima, que está no segundo ano, fez questão de dizer que esse modelo de escola vai ajudar a tirar muitos jovens da rua. “Muitos ficam à tarde sem fazer nada, no meio da rua, aprendendo coisas ruins, por isso essa proposta é muito importante para ajudar os alunos”, frisou.

Quem gostou do encontro foram os pais e responsáveis. Para Adalcimar de Oliveira Braga, que tem filho estudando na Raimunda Pará, a proposta de uma escola de ensino integral é muito porque o fato do aluno estudar o dia todo aumenta as chances de aprendizado.

“Se dependesse de mim, meu filho estudava o dia todo, porque é muito melhor, já que à tarde ele não faz nada e eu trabalho com caminhão e passo um mês, dois meses fora. Então, é um modelo que seria muito melhor”, afirma.

Governo discute implantação de escola em tempo integral no Juruá

Juruá

A Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE) realizou nesta quarta-feira, 13, na Escola Craveiro Costa, uma Audiência Pública para a implantação de escola em tempo integral em Cruzeiro do Sul.

O Coordenador da SEE em Cruzeiro do Sul, Charles André, destaca a importância dessa discussão com pais e alunos da Craveiro Costa sobre a implantação em 2018 do ensino em tempo integral já que essa unidade, pelos critérios técnicos do Ministério de Educação e Cultura (MEC), tem condição real de receber esse formato de ensino médio.

“A escola está definida, mas não podemos chegar e implantar, pais e alunos precisam ser ouvidos, porque os alunos que não tiverem interesse nesse formato serão remanejados para outra unidade. Nosso interesse é manter o máximo de estudantes nessa escola, já que esse modelo é diferenciado e o aluno passa mais tempo na escola com a oportunidade de discutir seu projeto de vida”, disse o coordenador.

Flávio Rosas da Silva, diretor da Escola Craveiro Costa vê nesse formato a oportunidade de diminuir a evasão escolar no ensino médio que é preocupante. “Nós estamos com uma evasão grande. Em 2016 chegamos a 12,8% e estamos cientes que se o ensino integral for implantado aqui na escola podemos quase zerar a evasão em nossa unidade” destacou Flávio.

A aluna Emily Kely diz ser a favor desse modelo por ser diferenciado e a educação precisa desse tipo de investimento para melhorar o ensino. “Sou muito a favor do ensino integral, teremos novos conhecimentos e vamos poder gerenciar nosso futuro”, afirmou.

Para o aluno Bruno Vinícius esse formato não é o ideal para o estudante que pretende seguir uma carreira acadêmica. “A proposta desse ensino médio integral só nos prepara para o mercado de trabalho, não estaremos preparados para nos incluir na vida acadêmica, que é o sonho de muitos”, alertou Bruno.

 

Secretaria de Educação e ICE reúnem gestores e coordenadores das Escolas Integrais para compartilhar experiências

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A Secretaria de Educação e Esporte (SEE), por meio da Coordenação de Ensino Integral, e o Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE), reuniram os gestores e coordenadores pedagógicas das escolas de tempo integral para compartilhar experiências a avaliar o processo de implementação deste modelo de ensino.

O encontro, que está sendo realizado durante dois dias (quarta e quinta – 13 e 14), acontece na Escola Armando Nogueira, uma das sete de ensino integral. As outras seis são Sebastião Pedrosa, Boa União, Glória Perez, Humberto Soares, Lourenço Filho (IELF) e José Ribamar Batista (Ejorb).

A consultora pedagógica do ICE, Elizane Mecena destaca que o início do segundo semestre é o momento de realizar uma parada estratégica para fazer uma avaliação das escolas e também como foi a implementação do modelo até aqui. “Esse momento também serve para a gente prospectar como vai se o futuro próximo e trabalhar os desafios postos para os próximos 6, 12, 18 meses”, explica.

Além de ser uma oportunidade para os gestores e coordenadores compartilhar experiências, serve também analisar as ações que precisam ser corrigidas. “Nesse momento, analisamos as ações que podem ser replicadas e também as que necessitam de correção, dentro do processo de expansão que está batendo à porta”, disse.

A gestora da escola José Ribamar Batista, professora Sirlene Luz, fez questão de destacar a importância do encontro, frisando que além de trocar experiência com outros gestores, “podemos compartilhar novos conhecimentos, aprender muito mais e caminhar lado a lado, porque a idéia é que estejamos sempre trabalhando juntos”, frisou.

Os professores ressaltam que a experiência de trabalhar com o ensino integral tem sido gratificante. A coordenadora pedagógica da Escola Boa União, Cláudia Valente, diz ser importante estar ajudando a formar cidadãos conscientes e protagonistas da própria história.

“Hoje a gente percebe um diferencial enorme de quando trabalhava com o outro modelo de ensino. Com 27 anos de educação eu nunca tinha visto nada parecido. A gente convive com eles, a gente conhece a realidade deles e isso ajuda a desenvolver nos alunos as competências e as habilidades que eles precisam para o século XXI”, afirmou. 

Abertas inscrições para curso de Tecnologias Educacionais para a Prática Docente no Ensino da Saúde na Escola

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A Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz), através da Coordenação de Desenvolvimento Educacional e EAD (CDEAD) e a Universidade Aberta do Brasil (UAB/MEC), tornam público o processo de seleção de alunos para o Curso de Especialização em Tecnologias Educacionais para a Prática Docente no Ensino da Saúde na Escola, na modalidade à distância.

As inscrições começaram no dia 6 de setembro e seguem até o dia 10 de outubro. O objetivo é formar profissionais de ensino para a apropriação crítica de tecnologias educacionais digitais na prática docente, contribuindo para que atuem como mediadores da relação educação-saúde no espaço escolar, seja qual for a área do conhecimento alvo de sua prática pedagógica.

Pré-requisitos

O Edital se destina, prioritariamente, a professores nas diferentes áreas do conhecimento com experiência docente comprovada e habilidades no manuseio de ferramentas digitais, e profissionais da saúde que desenvolvem atividades no ensino, atendendo aos seguintes requisitos: Possuir escolaridade de nível superior; Possuir habilidade para utilizar computadores e smartphones e dispor de recursos ágeis de conectividade via Internet; Disponibilidade para participar integralmente dos 03 (três) momentos presenciais que ocorrerão nos respectivos Polos UAB (vide item 4); Dispor de pelo menos 07 (sete) horas semanais para se dedicar ao curso

O curso

O curso, na modalidade a distância com momentos presenciais, perfaz uma carga horária de 400 (quatrocentas) horas, distribuídas ao longo de 1 (um) ano. Este curso está estruturado em Unidades de Aprendizagem e abordará temáticas relacionadas aos campos da saúde, tecnologias educacionais e prática docente.

Em anexo, mais informações e o link para acessar o edital.

http://ensino.ensp.fiocruz.br/documentos_upload/Edital_de_sele%C3%A7%C3%A3o_de_alunos_06set17.pdf .     

Secretaria de Educação e Instituto Natura lançam Projeto Trilhas para os ensinos infantil e fundamental I

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), em parceria com o Instituto Natura, a Secretaria Municipal de Educação de Rio Branco (Seme) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) lançou o Projeto Trilhas.

Trata-se de um conjunto de recursos didáticos gratuitos, composto por cursos à distância, kits de jogos escolares e livros infantis, destinados a alunos do ensino infantil até o terceiro ano do ensino fundamental I. A apresentação do Projeto para diretores e coordenadores pedagógicos aconteceu no auditório do Bloco de Medicina da Uninorte.

A representante do Instituto Natura, Flávia Montagna, explicou que o acesso ao Projeto Trilhas é gratuito, bastando ao professor acessar o portal. “É só o professor entrar no portal, acessar e se cadastrar os recursos, principalmente nosso curso à distância”, disse.

No lançamento, a diretora de Ensino da SEE, Rúbia Cavalcante, destacou que o Trilhas vai ao encontro do projeto pedagógico que já vem sendo desenvolvido pela educação estadual e também municipais. “A partir do ano que vem, ele entrará em nossas formações periódicas que realizamos com coordenadores e professores”, afirmou.

O secretário municipal de Educação de Rio Branco, Márcio Batista, também participou do lançamento do Trilhas e destacou a importância que ele tem para o processo de alfabetização das nossas crianças. “Isso nos permite dar uma sequência à política de formação voltada para o desenvolvimento da leitura e oralidade, que são os pilares do trabalho de alfabetização na idade certa de nossas crianças”, lembrou.

Flávia Montagna apresentou aos diretores e coordenadores pedagógicos o material utilizado e como acontecerá a implementação do Projeto tanto na rede estadual quanto nas municipais. À tarde, uma oficina pedagógica para capacitar os profissionais, que irão replicar os conteúdos nas escolas.

No Dia Mundial da Alfabetização, Acre celebra histórias de superação com o Quero Ler

 

A sala de aula é um cantinho improvisado na garagem da casa da professora, não tem ar-condicionado, falta rebocar as paredes, mas é mais aconchegante e alegre do que muitos espaços bem equipados. É assim a turma do Quero Ler coordenada pela educadora Luciana Martins, no bairro Santa Inês, na capital. São dez alunos com faixa etária entre 19 e 80 anos, que de segunda a sexta-feira, têm aulas de alfabetização.

“Temos aula todo dia, e às vezes, até no domingo, quando eles têm alguma dúvida, eles vem aqui em casa para eu tirar”, diz a professora, com brilhos nos olhos.quero ler

Dona Raimunda Amorim, aluna da turma, se identifica e complementa a afirmação da docente. “Eu venho mesmo, porque tenho sede de aprender e tem horas que eu quero saber se escrevi certo e venho aqui, porque depois posso esquecer”, diz, sorridente.

A relação da professora com os alunos vai além do ato de ensinar a ler e a escrever: “Conheço a história de vida e de luta de cada um deles, e isso me motiva a querer ajudá-los, porque sei que ensiná-los a formar frases e palavras é uma forma de dar dignidade a eles”, explica Luciana.

Amiga, conselheira, psicóloga e confidente ela conta orgulhosa que conhece a intimidade de seus aprendizes. “A gente se envolve emocionalmente. Hoje, meus alunos são tudo pra mim, conheço os medos e também o potencial de cada um”, completa.

Realizando sonhos

A dona de casa Raimunda Amorim só teve a oportunidade de sentar no banco de uma escola aos 54 anos de idade. “Quando eu era jovem, eu morava no seringal e ajudava meus pais a cortar seringa e, por isso, não tive tempo de estudar, na verdade nem tinha como, naquela época, não tinha nem escola perto”, desabafa.

De acordo com Amorim, apesar de não ter tido condições de estudar na idade certa, nunca desistiu de conhecer o mundo através dos números e das letras: “Sempre foi um sonho e hoje estou concretizando, já sei ler e escrever algumas coisas, sabia?”, comemora com um sorriso largo.

Para comprovar o que diz, a dona de casa abre o caderno e lê para a reportagem o que escreveu: “Ó, aqui tá escrito manga, luva, felicidade. Viu? Li certim, não foi?!” indaga, dona Raimunda, como se quisesse contar ao mundo que ela aprendeu a juntar letras e formar palavras.

Indagada sobre os benefícios de aprender a ler, Raimunda Amorim se emociona e, com lágrimas nos olhos, conta que já consegue identificar os letreiros das linhas de ônibus da cidade.

“Antes, eu ficava no terminal perguntando para um e outro que ônibus era aquele. E agora, sou eu que ajudo outras pessoas a pegar o ônibus certo, sabia?!”, conta com a empolgação de quem conseguiu a tão sonhada autonomia.

Aliás, aprender sobre as placas dos ônibus foi uma das primeiras tarefas ensinadas pela professora. “Parece uma coisa simples, mas para quem não sabe ler é muito difícil, o mundo é muito visual. Por isso, no primeiro mês de aula já ensinei eles a ler as rotas de ônibus, para que eles pudessem se virar sem precisar de ajuda. Até os que fazem tratamento nos hospitais, eu ensinei quais as linhas que faziam o percurso”, diz Luciana Martins.

Segundo Luciana, alfabetizar inserindo elementos que fazem parte do cotidiano da vida dos estudantes ajudou no processo de ensino aprendizagem. “Eu percebi que eles absorviam mais rápido quando eu ensinava coisas que faziam parte da rotina deles, como pegar ônibus e anotar a lista da feira e por isso os esforços para aprender eram maiores”, conta.

Criando vínculos

As aulas são tão animadas que os estudantes criaram vínculos com o ambiente. A xará de dona Raimunda Amorim, a do Carmo fez parte da primeira turma da professora Luciana, e, mesmo tendo terminado o ciclo, continua frequentando as aulas.

“Agora eu venho como ouvinte, porque já cumpri essa etapa, mas quero continuar estudando com ela. Só vou parar quando ela não me quiser mais aqui”, explica Raimunda do Carmo.

Nesse momento, atenta a entrevista, mesmo escrevendo uma lição no quadro, a professora Luciana ouve e dispara: “Nunca! A senhora é parte da nossa história, somos uma família”. Mesmo assim, a docente explica que a aposentada está apta para ir para uma modalidade de ensino mais avançada.

“Disse pra ela [do Carmo] que ela já tem condições de ir para o EJA [Educação de Jovens e Adultos], mas ela quis ficar mais um pouco e é uma das que não falta nunca, até prova ela fez de novo”, explica Luciana.

Indagada sobre o que significam esses laços afetivos, emocionada, a professora conta: “Me sinto gratificada, né?! Não tem recompensa maior do que ver eles lendo, identificando as palavras e com uma sede de aprendizado que eu não vi em lugar nenhum. Isso me motiva a querer aprender e ajudá-los cada dia mais.” diz.

Sobre o Quero Ler

O exemplo de sucesso da sala de aula da professora Luciana é um retrato do programa Quero Ler, realizado pela Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE). O projeto foi criado no Acre pelo governador Tião Viana, em 23 de abril de 2016, e que no Dia Mundial da Alfabetização, 8, comemora a retirada de mais de 20 mil pessoas das estatísticas do analfabetismo.

Os número mostram que o Estado está conseguindo vencer as barreiras geográficas da Amazônia ao levar educação para os cantos mais longínquos. Prova disso, é que atualmente tem turmas nos 22 municípios acreanos, e um total de 12.147, estudantes matriculados. Mas a meta do programa é chegar a 60 mil alunos, até 2018.

No momento, está em andamento a 3ª fase do programa. Ao chegar ao fim das cinco etapas do Quero Ler, o Acre irá zerar o índice o índice de pessoas que não conseguem ler e/ou escrever, número que antes do programa era de 16,5%. Após isso, o Acre será o primeiro estado da Região Norte a erradicar o analfabetismo.

Educação participará da Mostra Brasileira de Foguetes

 

A Escola José Ribamar Batista (Ejorb), uma das sete de ensino em tempo integral, foi selecionada para participar da Mostra Brasileira de Foguetes, que será realizada entre os dias 23 e 26 de outubro, no município de Barra do Piraí (RJ). O evento é concomitante à Olimpíada de Astronomia.

Representando a escola estará o professor de Física, Fernando Ramirez, que leciona na Ejorb há quatro anos e os estudantes Rafael Alves e Elivan Alves, que estão no segundo ano do ensino médio. É a terceira vez que a escola é selecionada para participar do evento.foguetes

Em 2015, a escola ganhou medalhas de ouro e de prata na olimpíada e no ano passado ganhou medalha de prata. “Fomos a única escola do Acre a ganhar medalha de ouro na olimpíada”, fez questão de explicar o professor Fernando.

Antes da Mostra é realizada a etapa local, onde o lançamento do foguete deve atingir, pelo menos, 120 metros. Este ano, os testes foram realizados no estacionamento da Arena da Floresta. “Mas já realizamos essa experiência também em um espaço aqui no próprio bairro”, disse.

O foguete é constituído de garrafa pet, a base de lançamento é feita com cano de PVC e o combustível utilizado é bicarbonato de sódio e vinagre. “Na etapa local os alunos realizam e registram o lançamento e fazem um relatório para ser avaliado pela comissão organizadora”, explica o professor Fernando.

Programa Quero Ler beneficia pessoas em situação de rua

 

Uma Proposta Pedagógica Inovadora. É assim que se apresenta o programa de governo Quero Ler, que já alfabetizou 22 mil pessoas em todo o Acre e pretende alcançar 39 mil até o fim de 2017, fazendo com o estado zere o índice de analfabetismo.

Todos os setores de governo trabalham juntos visando o mesmo objetivo: chegar com a educação ao maior número possível de pessoas.LSP 3284-900x600

É assim com o gabinete da vice-governadora Nazareth Araújo que, por meio do Projeto Dignidade e Autonomia para a População em Situação de Rua, estabelece ações para o resgate da autonomia dessas pessoas e pauta o fortalecimento de políticas elas.

Na manhã desta terça-feira, 5, Nazareth Araújo visitou a turma do Quero Ler no Novo Mercado Velho, no centro de Rio Branco. A turma beneficia 24 moradores de rua. A equipe de alfabetizadores trabalha o ensino dessas pessoas mediante a discussão de suas experiências de vida.

“Esta visita à turma do Quero Ler voltada às pessoas em situação de rua é muito gratificante. Essas pessoas já tiveram perdas de vínculo familiar e precisamos resgatar esse vínculo. Este não deve ser um trabalho só de governo, mas de toda a sociedade”, disse a vice-governadora.


E completa: “Essas pessoas muitas vezes sofrem com problemas emocionais, com problemas relacionados a questões de uso de drogas. Fazer esse resgate como sociedade é como se estivéssemos resgatando a esperança. Quando vemos as coisas que eles escrevem, como se expressam, percebemos cada vez mais a necessidade de reforçar essas ações. O Quero Ler é um projeto de amor que beneficia milhares de pessoas”, destaca Nazareth Araújo.


Evaldo Viana, secretário adjunto de Estado de Educação, frisou que, por meio da determinação do governador e da vice-governadora, a secretaria tem trabalhado para cumprir a meta de 60 mil pessoas a serem beneficiadas com as ações do Quero Ler.

“O Quero Ler é também um programa social. Ele mexe com a autoestima das pessoas. Ele vem para atender as expectativas das pessoas, seja para trocar um documento, ler a Bíblia, pegar um ônibus sozinho, entre outras necessidades. Trabalhamos como um programa social, mas com um projeto pedagógico forte e que vem para realmente ensinar as pessoas que precisam ser inseridas na sociedade por meio da educação”, enfatizou Viana.

Governo do Estado entrega reforma e climatização da escola Clicia Gadelha

 

O governador Tião Viana inaugurou na manhã desta quarta-feira, 06, a quadra da escola Clícia Gadelha, bem como seis aparelhos de ar condicionado dentro do Programa de Climatização, além de reformas e melhorias na infraestrutura do espaço.


A reinauguração da escola foi acompanhada pelo secretário de Educação e Esporte (SEE), Marco Brandão, gestor escolar, professor Cleilton Pessoa Amaral, pela primeira-dama do Acre, Marlúcia Cândida, pelo deputado estadual Daniel Zen e pela ex-deputada federal Perpétua Almeida, autora da emenda que garantiu recursos para a construção da quadra poliesportiva.inauguração


A escola foi fundada no dia 24 de março de 2010 e atualmente possui 830 alunos, do ensino médio e do PEEM, estudando em dois turnos (manhã e tarde). De acordo com Cleilton Amaral, a quadra era um sonho acalentado pelos alunos há muitos anos. “Um sonho de alunos e também de ex-alunos”, disse.


O governador Tião Viana fez questão de lembrar que estão sendo construídas mais de 130 novas escolas em todos os 22 municípios acreanos e investidos, anualmente, mais de R$ 1 bilhão para garantir a qualidade da educação. “Estamos caminhando para a conclusão de todas as escolas com reforma e ampliação e isso é um esforço gigantesco que estamos fazendo”, afirmou.

Outra boa noticia dada à comunidade escolar pelo governador Tião Viana são os investimentos realizados, graças a ajuda também do senador Jorge Viana, em internet banda larga. “Até outubro estamos ampliando em 27 megahertz o acesso da internet, garantindo assim que os alunos tenham a oportunidade de entrar no século XXI”, destacou.


“Só temos a agradecer ao governador Tião Viana e ao secretário Marco Brandão por esses investimentos porque melhoram muito o nosso ensino aqui na escola”, ponderou o presidente do grêmio estudantil, Stalin Nalbert.
Veja O Que Eles Disseram

“Essa é mais uma quadra entregue pelo governador Tião Viana. Em todo Estado em muitas outras desse tipo sendo entregues à comunidade” – Perpétua Almeida.


“Essa é uma quadra reivindicada pela comunidade há muito tempo. Tivemos alguns problemas no início, mas ela agora está sendo entregue juntamente com outras intervenções do governo do Estado” – Daniel Zen.
“Os investimentos realizados na Clícia Gadelha são importantes porque ela foi concebida para atender alunos do ensino fundamental. Agora, essas adaptações irão permitir que ela funcione como uma escola de ensino médio” – Marco Brandão.

Outra boa noticia dada à comunidade escolar pelo governador Tião Viana são os investimentos realizados, graças a ajuda também do senador Jorge Viana, em internet banda larga. “Até outubro estamos ampliando em 27 megahertz o acesso da internet, garantindo assim que os alunos tenham a oportunidade de entrar no século XXI”, destacou.


“Só temos a agradecer ao governador Tião Viana e ao secretário Marco Brandão por esses investimentos porque melhoram muito o nosso ensino aqui na escola”, ponderou o presidente do grêmio estudantil, Stalin Nalbert.


Veja O Que Eles Disseram

“Essa é mais uma quadra entregue pelo governador Tião Viana. Em todo Estado em muitas outras desse tipo sendo entregues à comunidade” – Perpétua Almeida.


“Essa é uma quadra reivindicada pela comunidade há muito tempo. Tivemos alguns problemas no início, mas ela agora está sendo entregue juntamente com outras intervenções do governo do Estado” – Daniel Zen.


“Os investimentos realizados na Clícia Gadelha são importantes porque ela foi concebida para atender alunos do ensino fundamental. Agora, essas adaptações irão permitir que ela funcione como uma escola de ensino médio” – Marco Brandão.

Alunos da escola Lindaura Martins Leitão celebram Dia da Amazônia com passeata

 

O grito de guerra entoado pelos alunos da escola Lindaura Martins Leitão, durante passeata na manhã desta terça-feira, 5, já alertava para uma importante questão: “Água é para usar e não desperdiçar, use a consciência para economizar”. A ação celebrou o Dia da Amazônia de maneira prática e consciente.


Eles saíram às ruas para alertar a comunidade sobre a situação do meio ambiente. Na caminhada, participaram alunos dos 6º ao 9º ano. “A gente se empenhou bastante na confecção dos materiais que usamos aqui e também nos estudos sobre a decadência dos nossos rios e florestas”, disse a aluna Vanessa Almeida, de 12 anos, estudante do 6º A da instituição.alunos


Os temas usados pela escola neste ano foram: queimadas, ar é água. Nesta edição, os estudantes estão envolvidos na ação há pelos menos um mês, segundo o gestor da escola, Antônio Souza. “Nossa intenção é chamar atenção das pessoas para os problemas que estamos enfrentando com relação ao ambiente em que vivemos.”


As escolas estaduais têm trabalhado para minimizar os impactos da poluição no ar e nas águas. Tudo em parceria com os alunos e seus familiares, levando palestras e embasando os estudos relacionados ao meio ambiente.

Capacitação de educadores do EJA de matemática é realizada na Ufac

 

Buscando dar oportunidade para aqueles que não puderam estudar na idade própria, o programa realiza mais uma preparação com o objetivo de capacitar professores para atender esse público. A aula inaugural na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) ocorreu na última semana, no Centro de Convenções da Universidade Federal do Acre.


A EJA é promovida pelo governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de educação e Esporte (SEE). E agora, conta com a parceria da Universidade Feral do Acre (Ufac), para realização do “Curso de Aperfeiçoamento em Educação de Jovens e Adultos na Diversidade, com foco na alfabetização matemática EJA I”.

O objetivo do curso é melhorar os processos de ensino e aprendizagem de forma que atendam as necessidades do público jovem e adulto. No processo está incluso a história da matemática, sua importância, e como usá-la no dia a dia. Na inauguração também foram apresentados para os alunos os tutores, ementa do curso e os representantes de cada parceiro.capacitação


Bator Oliveira, professor de matemática, conta que está com as melhores expectativas. “Tenho as melhores expectativas tendo em vista as dificuldades que os professores da região enfrentam em relação ao ensino da matemática”, diz. Ele conta também sobre o processo de ensinamento. “Vamos trabalhar bastante a contextualização, trabalho lúdico e procurando fazer com que eles saibam aplicá-la fora da sala de aula. Percebemos que quanto mais você trabalhar o protagonismo com o aluno, melhor é esse processo de ensino.”


Para o aluno Antônio Carlos, o objetivo é ampliar o conhecimento com os números. “Quero aprender mais e ampliar o que já sei sobre os números, mas de outras formas, com novas estratégias”. Sobre a primeira aula, ele afirma: “A aula inaugural foi promissora. Queremos participar de uma formação que vai facilitar nosso aprendizado em sala de aula”.

Francisco Gilvan, representante da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex), a parceria é mais um aperfeiçoamento para os docentes. “A parceria é uma forma de aperfeiçoar e capacitação dos professores que já atuam no EJA, o contato direto com os professores é bem proveitoso, passamos a conhecer a realidade da sala de aula e a partir disso da um apoio”, comenta.


O professor Fabio Augusto Gomes, representante da Ufac, afirma que é uma das prioridades da atual gestão estabelecer parcerias e linhas de atuação. Ele conta também que o diferencial da turma será a atitude, tendo em vista a dificuldade da matemática nos níveis básicos. E completa ”essa turma tem um papel importantíssimo. Fazer a diferença para crescer e prosseguir”.


A primeira aula contou também com Fernanda Maria de Souza, coordenadora do EJA, e Rúbia Cavalcante, diretora de ensino, que conversaram com os alunos sobre o curso.

Governo do Estado entrega reforma, ampliação e climatização da escola Clicia Gadelha

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O governador Tião Viana e o secretário de Educação e Esporte (SEE), Marco Brandão, entregaram na manhã desta quarta-feira, 06, a quadra da escola Clícia Gadelha, bem como seis aparelhos de ar condicionado dentro do Programa de Climatização, além de reformas e melhorias na infraestrutura do espaço.

A reinauguração da escola foi acompanhada pelo gestor escolar, professor Cleilton Pessoa Amaral, pela primeira-dama do Acre, Marlúcia Cândida, pelo deputado estadual Daniel Zen e pela ex-deputada federal Perpétua Almeida, autora da emenda que garantiu recursos para a construção da quadra poliesportiva.

A escola foi fundada no dia 24 de março de  2010 e atualmente possui 830 alunos, do ensino médio e do PEEM, estudando em dois turnos (manhã e tarde). De acordo com Cleilton Amaral, a quadra era um sonho acalentado pelos alunos há muitos anos. “Um sonho de alunos e também de ex-alunos”, disse.

O governador Tião Viana fez questão de lembrar que estão sendo construídas mais de 130 novas escolas em todos os 22 municípios acreanos e investidos, anualmente, mais de R$ 1 bilhão para garantir a qualidade da educação. “Estamos caminhando para a conclusão de todas as escolas com reforma e ampliação e isso é um esforço gigantesco que estamos fazendo”, afirmou.

Uma boa noticia dada à comunidade escolar pelo governador Tião Viana são os investimentos realizados, graças a ajuda também do senador Jorge Viana, em internet banda larga. “Até outubro estamos ampliando em 27 megahertz o acesso da internet, garantindo assim que os alunos tenham a oportunidade de entrar no século XXI”, destacou.

Para o secretário Marco Brandão, os investimentos realizados na Clícia Gadelha são importantes porque ela foi concebida para atender alunos do ensino fundamental. “Agora, essas adaptações irão permitir que ela funcione como uma escola de ensino médio”, lembrou.

Servidores do TCE começam a estudar idiomas pelo Centro de Línguas da SEE

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Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE/AC) começou uma etapa importante rumo ao futuro e pela valorização do seu corpo de servidores. Teve início ontem, 4, a primeira aula do curso de idiomas oferecido pela Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), por meio do Centro de Estudos de Línguas (CEL).

Pelo termo de cooperação técnica, a SEE vai oferecer seus professores em quatro turmas, sendo duas de inglês, uma de italiano e outra de espanhol, beneficiando cerca de 100 servidores. As turmas serão organizadas pela Escola de Contas Conselheiro Alcides Dutra de Lima.

A aula inaugural foi aberta pelo presidente do Tribunal, Valmir Ribeiro, e pelo secretário de Educação e Esporte, Marco Brandão. Logo depois, houve uma breve explicação de como funciona o CEL, feita pela estudante Sarah Evellyn Oliveira. Ela fez parte recentemente do seleto grupo de 50 estudantes brasileiros do programa Jovens Embaixadores, da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

“O Centro de Estudos de Línguas foi fundamental para que eu pudesse ser selecionada nas provas que são rigorosas e fizesse meu intercâmbio, uma missão diplomática aos Estados Unidos. Sem o CEL, eu não teria condições financeiras para arcar com um curso particular”, afirmou a jovem para uma plateia de servidores da instituição, conselheiros e procuradores do Ministério Público Especial de Contas.

Outro talento formado dentro das salas de aulas do Centro de Línguas da SEE, Abigail Sunamita Santos, que na semana passada venceu o Festival da Canção Estudantil, o FEC, e o Festival Solo Estudantil, apresentou a canção “Força Estranha”, de Caetano Veloso, em espanhol.

Celeiro de talentos

O secretário Marco Brandão reafirmou na cerimônia que o CEL, criado em 2011, tem o compromisso de atender à sociedade em demandas que a escola tradicional não consegue, o de oferecer a oportunidade de aprender inglês, italiano, francês, espanhol e até a Língua Brasileira de Sinais gratuitamente e de forma extremamente eficiente.

“No século da tecnologia e do conhecimento, da não fronteira e do não tempo, aprender uma língua estrangeira é essencial, porque é no âmbito da internet, ao alcance do celular, que as pessoas podem comprar, vender e socializar-se”, ressaltou Brandão.

Escola José Ribamar Batista foi selecionada para participar da Mostra Brasileira de Foguetes

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A Escola José Ribamar Batista (EJORB), uma das sete de ensino em tempo integral, foi selecionada para participar da Mostra Brasileira de Foguetes, que será realizada entre os dias 23 e 26 de outubro, no município de Barra do Piraí (RJ). A Mostra é um evento concomitante à Olimpíada de Astronomia.

Representando a escola estará o professor Fernando Ramirez, de Física, que leciona no EJORB há quatro anos e os estudantes Rafael Alves e Elivan Alves, que estão no segundo ano do ensino médio. É a terceira vez que a escola é selecionada para participar do evento.

Em 2015, a escola ganhou medalha de ouro e de prata na olimpíada e no ano passado ganhou medalha de prata. “Fomos a única escola do Acre a ganhar medalha de ouro na olimpíada”, fez questão de explicar o professor Fernando.

Antes da Mostra, é realizada a etapa local, onde o lançamento do foguete deve atingir, pelo menos, 120 metros. Este ano, os testes foram realizados no estacionamento do estádio Arena da Floresta. “Mas já realizamos essa experiência também em um espaço aqui no próprio bairro”, disse.

O foguete é constituído de garrafa pet, a base de lançamento feita com cano de PVC e o combustível utilizado é bicabornato de sódio e vinagre. “Na etapa local os alunos fazem o lançamento, registram o lançamento e fazem um relatório para ser avaliado pela comissão organizadora”, explica o professor Fernando.

Secretaria de Educação e Gabinete da Vice-Governadora realizam ação com população em situação de rua

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O gabinete da vice-governadora Nazaré Araújo e a Secretaria de Educação e Esporte (SEE), por meio do Programa Quero Ler, realizaram uma ação conjunto com pessoas em situação de rua no centro da cidade, próximo ao terminal urbano de Rio Branco.

Desde 2015, o gabinete da vice-governadora executa o projeto “Dignidade e Autonomia para Pessoas em Situação de Rua”, realizado com outras Secretarias, como a Gestão Administrativa (SGA) e a de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).

Nesta fase do Projeto, o Programa Quero Ler contribui para a alfabetização dessa população. Diariamente, servidores voluntários vão às ruas para dar aulas para essas pessoas. Susie Lamas, que é chefe da Divisão de Drogadição e População em situação de rua do gabinete da vice-governadora explica que houve o projeto trabalha com políticas para essa população.

“Houve um momento em que capacitamos servidores voluntários da SGA em espaços públicos, com a Sejudh elaboramos o plano estadual de políticas para pessoas em situação de rua e agora temos essa parceria com o Programa Quero Ler”, explica.

O subsecretário de Alfabetização da SEE, professor Evaldo Viana, participou da ação e destacou que o governo do Estado leva a alfabetização também para essa população de rua. “Essas pessoas nos recebem de braços abertos, com muita alegria, participam das aulas e já temos um resultado muito positivo”, afirma.

As aulas, realizadas diariamente, utilizam o método Paulo Freire, onde a experiência e a vivência das pessoas é aproveitada no processo de ensino-aprendizagem. A coordenadora de Humanização da SEE, Ednilza Rocha, explica o conhecimento do aluno é sistematizado pelos professores. “O método Paulo Freire funciona in loco, a gente vê a capacidade e a experiência de vida de cada um”, destaca.

O Projeto tem mudado a vida dessas pessoas. Uma delas é Manoel Ferreira da Costa. Natural de Boca do Acre (AM), está tendo a vida transformada pelo apoio do governo do Estado. “Estou participando das aulas e estou gostando muito. Essas pessoas tem muito carinho com a gente e agora estou melhorando, andava todo sujo, desarrumado, mas hoje é diferente, o projeto está me ajudando muito”, disse.

Secretaria de Educação realiza formações com foco nas habilidades leitoras dos estudantes

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Por toda a semana, a até esta sexta-feira, primeiro de setembro, a Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), por meio da Diretoria de Ensino, realiza um conjunto de formações continuadas querem garantem a qualidade do processo de aprendizagem nas escolas.

Uma das formações, especificamente na área de Língua Portuguesa, acontece no auditório da Escola de Tempo Integral (ETI), Armando Nogueira. O coordenador de Ensino Fundamental II e Médio, professor Wudson Chaves, explica que todas as áreas do conhecimento estão sendo contempladas.

As formações estão dentro do planejamento da Diretoria de Ensino, elaborado no início do ano. “A partir deste planejamento, colocamos a necessidade de nos voltar para a formação do aluno para que este possa desenvolver capacidades e habilidades leitoras”, afirma.

A preocupação, segundo ele, está no fato do aluno não apenas ler, mas também entender o que está lendo e, assim, dessa maneira, obter uma melhor compreensão do mundo e dos conteúdos, das mais diversas áreas do conhecimento, que estão sendo ofertadas pelos professores.

“A gente parte do entendimento que o aluno, quando lê, aprender melhor em todas as áreas e, quando não lê, encontra muitas dificuldades de aprendizagem. Assim, com a leitura, ele adquire capacidade de produzir sentidos àquilo que está lendo”, explicou o coordenador.

Depois de Rio Branco, ele garante que as mesmas formações também serão oferecidas aos professores do interior. “O grande passo que o governo do Estado, por meio da SEE, está dando é a decisão de levar esses processos de formação para os outros 21 municípios”, disse.

Ele destacou que, há duas semanas, uma equipe de quatro técnicos passou uma semana no município do Jordão realizando formações em nove áreas de conhecimento. “Elas são uma ferramenta que qualificam o trabalho do professor em sala de aula”, explica.

Outras coordenações da SEE, como a de Ensino Fundamental I, Ensino Rural e Educação de Jovens e Adultos (EJA) também realizam as mesmas formações fazendo com que a qualificação possa ser feita com praticamente todos os professores da rede estadual.

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